Saturday, January 20, 2007

RELAÇÕES
Realmente há seres muito inferiores… Não são boas as relações com eles!
ABORTO
O aborto só pode\deve ser feito em casos excepcionais (violação, má-formação, perigo de vida da mãe) já previstos na lei portuguesa e, então com apoio oficial, não clandestino. A constituição e a lei portuguesas defendem, e muito bem, a vida uterina. Não são precisas mais leis nenhumas sobre esta magna matéria. Quanto aos abortos por tudo e por nada: quem só quer prazer sem dever, sofre; e, quem faz sofrer (porque não havia o feto de ter prazer e dor?) injustamente, sofre também.
O BEM E O MAL
O bem, o bom, a beleza, o bem estar, o prazer e a justiça têm tendência a prevalecer no(s) universo(s).
DAR E RECEBER
Se fazemos, escrevemos, falamos muito e bem feito temos muitos a apreciarem-no, a desfrutarem-no, e, a retribuírem-no.
O MAL
Resiste, não muito, ao mal:
São mesmo uns pobres diabos,
Ou para perderem os rabos,
Ou para extinção total.

Friday, January 19, 2007

CASTIGOS
O castigo dos que compram ou querem comprar consciências é justo, assim como o dos enganadores/vigaristas e de todos os abusadores. Mas, corrigindo-se cessa-lhes a dor.

PODER
Nada nem ninguém nem nenhum ser existe por si mesmo. Tudo, todos dependem de relações: quanto melhores e melhor número de relações, portanto, melhor! E, tudo e todos existem por si mesmos. Haverá uma parte em tudo e em todos que não depende de relações. E, ainda, há seres mais poderosos do que outros.

Thursday, January 18, 2007




UNIDADE

.
República e Monarquia,
Monarca e Presidente:
Queremos ambos e vidente,
Sim, queremos, e Turquia!
.
Senhor Rei e Presidente:
A Península é só
Uma: dê-se um bom nó
Nos dois países da gente!
.
Oriente, Ocidente;
Dualismo, unidade;
Não sofrer, felicidade;
Devagar e de repente!
FÉLIX.
.
Dominar o pensamento;
Concentração no momento;
Unidos com o assento;
Cientes do movimento.
.
Amando o inimigo,
Que é igual ao amigo;
Figueira é que dá figo,
Não separes o que ligo.
.
Acabar com sofrimento,
Fazendo o suprimento
Com o entretenimento
E natural alimento.

Tuesday, January 16, 2007

CRIANÇAS
É importantíssimo defendermos os bebés e as crianças, evitarmos que sofram e zelarmos pelo seu bem estar, porque voltaremos a ser crianças: tudo no universo nasce, progride, morre e volta a nascer, e, assim sucessivamente.
LEIS
Não basta fazer boas leis: é preciso fiscalizar, proteger, controlar, ensinar…
ERRO
Não podemos lutar exageradamente contra o erro, o abuso, a injustiça, os corruptos… porque assim fazendo damos-lhes poder, atrasamos a sua evolução.
SOMOS
Somos os vivos e os mortos;
Somos o longe e o perto:
Todo o espaço é aberto,
Todo o tempo é sem portos.
.
Somos todo o universo.
Que é o espaço? É ar,
É terra, é som, é voar…
E o tempo é belo verso!
ÊXTASE

Mente e matéria
São um: mente sã,
Alegre e séria
Faz terra irmã.

.
Unidade plena
Com tempo-espaço,
Com bela helena,
Com dama de aço.

.
Mudança, mudança,
‘té do imutável:
uma grande dança,
glória admirável!

Sunday, January 14, 2007

REPOUSO
Possivelmente, um bom sono é garantido por um bom dia: o justo, que está preparado para tudo, tem forçosamente de ter um bom repouso.
MILAGRES
Quase de certeza nada no universo ocorre por meio de grandes saltos, de grandes milagres. Embora haja passadas, saltos, e, saltos maiores do que outros, claro.
OBRAS
Desde a eternidade que as obras, os engenhos e o dinheiro (este será mais recente) são fundamentais ao nosso progresso e bem estar.
ENGANOS
O engano, a falsa amizade, a opressão existem. Oprimidos de todo o mundo: libertai-vos, com a correcta acção e reacção!
BARREIRENSE-ATLÉTICO
De notar que o jogo foi às 15 horas (algures no Site do Barreirense dizia que era às 16 horas). Considerando a longa paragem (não se percebe porque não há futebol no natal), até foi um bom recomeço, um empate com o “moralizado” Atlético.
De louvar entretanto a orientação do treinador, Rui Fonseca, no início da 2ª parte, para ganhar o jogo, colocando Severino e Véstia em campo. Mas, ao pôr depois Canoa e não Paixão, apostou antes num ponto do que em nenhum…
SOMOS
Somos criados, somos
Criadores; crescemos,
Morremos e nascemos:
Fazemos muitos tomos.

Fazes sofrer um ser
Para gozo só teu;
E, quem te prometeu
Que tu não vais sofrer?

Aceitemo-nos ser
Quem somos, o que somos:
E, se com força nos pomos,
Somos ser, ter, haver.
.
DOIS OU UM?
O que um de nós tem a mais é dos dois: um não faz sentido sem o outro: cooperarmos e trabalharmos para o bem de ambos faz sentido, guerrearmo-nos e destruirmo-nos faz pouco sentido.

MENTIRA
É deveras impressionante o lixo e o engano que o homem pode acumular, por vezes com tanto cuidado convencendo-se de que é verdade, o que de modo algum pode ser.
PODERES
Podemos atingir bons poderes, mas, temos de os partilhar com quem merece, de bom grado, se não ser-nos-ão tirados.

Saturday, January 13, 2007


ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

a) Cozer junto, com pouca água e sal: batatas aos cubos, cenouras, nabo e courgete em rodelas grandes.
b) Refugar, com azeite e shoyu: beringela aos cubos pequenos, cebola, tomate, alho, seitan e gengibre ralado.
c) Juntar bem a) com b), sem água, e levar ao forno em temperatura média cerca de 5 minutos.
O MAIS IMPORTANTE
A pessoa mais importante é a que ajuda mais pessoas e demais seres sensitivos a serem felizes, e, o valor de um trabalho/obra mede-se pelo gozo e bem estar que dá a quem dele desfruta.
LIBERDADE
Também ninguém tem o direito de tirar a liberdade a pessoas ou animais, em relações tipo: patrão-empregado, subalterno-chefe, pai\mãe-filho(a), mulher-marido, mestre-aluno, animal-dono… a não ser em casos muito limitados, de perigo eminente.
Inspiração: tu, muitos outros,
e:http://www.theosophical.ca/theosophical.ws/Portuguese/Clarividencia.htm#futuro

Friday, January 12, 2007


VISÃO CLARA
Não há início, não há fim... Somos um com o Momento, com o Instante, somos um com os processos e os objectos. Somos eternos. Eternidade é o presente absoluto.
Uma pessoa que se identifica grandemente connosco. Nós próprios. Bem estar. Perfeição. Clarividência.

Thursday, January 11, 2007

PAIXÕES
Era tudo tão bom quando estavam apaixonados (tem a ver com coisas que há muito tempo não se sentiam\faziam)! Mas agora já não. Porquê? Talvez por a velha paixão ser incapaz de incluir novas paixões. Talvez por existir um certo gozo na vitimização, pelo menos na controlada. Mas, o caminho é quase sempre em frente, só ocasionalmente para trás.
Uma viagem tão boa, num barco tão bom, com uma música tão boa… Porque não desfrutar o momento? Porque não esquecer o problema, se é que é problema?
DESEJOS
Sem dúvida que a satisfação dos desejos dá felicidade e gozo. Mas, o desejo descontrolado não é bom.
TEMPO
Parece que, à medida que a nossa percepção de processos, seres e coisas melhora, a distinção entre futuro e passado desaparece.
10776

Wednesday, January 10, 2007


MOMENTOS
É erro pensar/ver Deus, a Vida, o Amor, a Sorte, a Riqueza, o Bem Estar separados do presente MOMENTO.
O QUE NOS MOVE
Temos de ter consciência que não só o que fazemos, mas também o que pensamos, desejamos, dizemos e escrevemos determina e afecta toda a realidade, tudo o que nos acontece e aos demais seres.
A única coisa que nos interessa é acabarmos com a dor e sermos, todos, felizes, desfrutando de todo o bem estar e seus prazeres. Este, e mais nenhum outro, tem de ser o grande objectivo de todos os seres e pessoas. Também não desprezamos, para atingirmos estes alvos, o contributo de seja quem quer que for.

Monday, January 08, 2007


GANHAR (II)
Trabalhos bem feitos, honestidade, filhos bem encaminhados, darmo-nos bem com todos, ajudarmos familiares, amigos e vizinhos, não falarmos nem só bem nem só mal, ouvirmos e perguntarmos antes de falarmos/escrevermos, termos paciência e amor…
O subconsciente corrige-se com o consciente, com a reposição da justiça e do amor.
Não é só a Casa do Povo de Montargil que tem problemas de infiltrações, é também a minha casa na mesma vila de Montargil.

Andar aos caídos não é nada bom…
Quem trabalha bem, merece ser rico.
Gosto do equipamento do Montargilense: amarelo e azul.

GANHAR

Espírito e matéria são um, influenciam-se um ao outro. As ideias\crenças dependem da realidade e a realidade depende das ideias, pensamentos, desejos. Isto aplica-se tanto às crenças conscientes como às subconscientes, tanto à realidade visível como à invisível: p.e.: se subconscientemente pensamos que não merecemos ser ricos, ganhar, ser saudáveis, fortes, conhecedores, e, amados... iremos ajudar à criação da nossa pobreza, doença, miséria, e, ao isolamento. Mas, o subconsciente também é influenciado pelo consciente de outros...

“ As nossas convicções subconscientes fazem com que ajamos de um certo modo como para ganhar menos (ou gastar mais do que ganhamos) ou para ficarmos tímidos com as pessoas... Na realidade, quando observamos ( e o Zen e a Magia ajudam-nos na observação) nosas definições de «trapacear», «rico» e «amado», verificamos que elas são muito pessoais... Criamos nossas experiências de acordo com as interpretações que damos a elas...” (Págs. 10 e 11 de “Zen, Magia e Intuição”, de Inez Diane Stein)


ILUMINAÇÃO:
O que devemos\temos de fazer, a nossa própria natureza, o apego certo: se uma garrafa está cheia não leva mais nada, se está meia pode ser cheia.
Uma mente iluminada não vê problemas em quase nada.
DESEJO E NÃO DESEJO
Para uns poderem não desejar (desejar pode de facto tornar-se um grande problema), outros têm de o fazer. Tanto o desejo exagerado como nenhum desejo causam problemas.

Sunday, January 07, 2007

MOMENTO A MOMENTO
Não faz sentido algum um ser matar outro ou autodestruir-se.
Também o dualismo público-privado tem de acabar: cada um tem de ser mais o outro.
Há tanta coisa boa para todos ganharmos em cada momento: boas vistas, bons amigos, bons descansos, bons sabores, boas relações, bem estar, boas roupas, boas casas, bons resultados, bom dinheiro, bons edifícios, bons transportes, bons conhecimentos… Podemos ganhar sempre todos em cada momento.
Por que havemos de fixar-nos em coisas/seres que consideramos erradamente mais importantes e fazer a nossa felicidade depender disso?

COMO QUE UM JOGO
A vida é como que um jogo, com duas equipas. Cada um de nós é elemento de uma das duas equipas. Cada um de nós tem uma função na equipa. Espera-se que ganhemos, sem o adversário(a) perder. Por vezes esperam de nós impossíveis, outras vezes não damos o que podemos dar e devemos.
DESEJO
Que as pessoas e seres que nos vêem, nos ouvem, nos lêem ou são tocadas ou lembradas por nós, deliberadamente ou não, fiquem felizes, porque lhes desejamos bem estar, prazer e felicidade, mesmo que obstáculos se levatem entre elas e nós.
MONTARGILENSE - CAMPOMAIORENSE
O Grupo Desportivo Montargilense empatou hoje em casa a um golo, com o Campomaiorense, a contar para o Campeonato Distrital de Futebol de Séniores. Considerando certamente os orçamentos de cada equipa, este empate foi uma proeza não menor do que, p.e., a vitória do Atlético de Lisboa, nas Antas.
Notou-se outra vez a equipa de arbitragem beneficiar as equipas de mais perto de Portalegre. O Campomaiorense tinha especialmente dois jogadores, o 8 e o 17, acima da média. O Montargilense parece mostrar mais consistência: fruto seguramente de mais treino. O Tiago e o Cabé voltaram a não estar presentes. Um novo elemento, com o nº 11, não deu para mostar a sua valia. O guarda redes, Pedro Cláudio voltou a fazer uma grande exibição. O José Paulo, que entrou para o seu lugar, jogou muito bem, mais o "Perdido", que marcou o nosso golo. O Jó, que entrou para o lugar de um Júnior cansado, também foi importante. É pena alguns jogadores não poderem treinar com a equipa durante a semana. Estão todos, com o novo treinador, senhor Paulo Rocha, de parabéns!

Friday, January 05, 2007

TRUTH/VERDADE
It is not enough a world without pain; don’t let ourselves to be deceived: not only is not pain inevitable, as, can well being and pleasure triumph.
Não basta um mundo sem sofrimento; não nos deixemos enganar: não só não é inevitável o sofrimento, como podem triunfar o prazer e o bem estar.
INTUIÇÃO
Intuição é estarmos totalmente cientes da nossa experiência a cada momento, procurando melhorar tudo. Não é dualista/exclusivista, mas holística, incluindo a tudo e a todos, embora não todos com a mesma intensidade.
Leva-nos, com a razão, além da nossa realidade comum, e harmoniza interior com exterior, perto com longínquo, subconsciente com inconsciente. Permite-nos o acesso a informações, dentro e fora de nós, que não estão normalmente disponíveis. Não há iluminação sem intuição.
OBSERVAÇÃO
É muito importante sermos bons observadores, estarmos autoconscientes. Podemos treinar a observação concentrando-nos, p.e., na respiração, um dos actos fundamentais da vida.
COMO AS COISAS ACONTECEM
Nós influenciamos as coisas, os acontecimentos, os processos pelas nossas crenças e desejos. Em última análise, o que nos acontece nada mais é do que a prolongamento desses esquemas de pensamento, conscientes e inconscientes: p.e.: se nos convencerem\convencermos de que as necessidades são mais do que os recursos (mentalidade da escassez), dificilmente iremos ter abundância seja do que quer que for.
Pensamentos e desejos claros, repetidos e não contraditórios, para o bem ou para o mal, com as devidas consequências, acabam por, mais cedo ou mais tarde, se concretizar.
ZAZEN
Zazen serve não só para disciplinar a mente como para fazer todas as coisas, e, é muito bom para o corpo: pés, costas, pulmões, etc.. O que é que sabemos de Deus, de meditação, de zazen?
Zazen serves no only to discipline the mind as to make all things, and, is very good to the body: feet, back, lungs, etc.. What do we Know about God, meditation and zazen?
PROBLEMATICS\PROBLEMÁTICOS
Até os problemáticos têm alguém que é melhor…
Even problematics have some ones that are better…
17 – 20 – 29 – 33 - 44
1 - 4

Thursday, January 04, 2007

ETERNOS APRENDIZES
A nossa “mente original” inclui em si todas as coisas. Ela é sempre rica e auto-suficiente. Não devemos perder esse estado mental auto-suficiente. Isto quer dizer uma mente não fechada mas sim, aberta, vazia e alerta. Se a nossa mente está vazia, está pronta para qualquer coisa; ela está aberta a tudo. Há muitas possibilidades na mente do principiante, mas poucas na do perito. Se pensamos que já sabemos tudo, como aprenderemos e apreenderemos o resto e o novo?
Assim, manter a nossa "mente de principiante" é muito importante. Não temos de saber tudo, embora seja bom existir uma tendência para tal, mas, devemos ouvir\ler tudo, cada frase, com uma mente virgem.
Também o real segredo das artes é esse: ser sempre um principiante.
ILUMINAÇÃO
Iluminação: vermos as coisas como realmente são, sensações agradáveis, de poder, fora do comum...
DISCRIMINAR
Discrimiar é importante, mas, se discriminamos demais, limitamo-nos.
AMBIÇÃO
Há uma ambição natural, ou talvez não, e salutar, mas, se formos exigentes ou ambiciosos em excesso, a nossa mente deixa de ser rica e auto-suficiente. Se nossa mente perder sua auto-suficiência original, todos os preceitos se perderão. Quando a nossa mente se torna exigente, quando ansiamos muito por algo, acabamos por violar os preceitos: não mentir não roubar, não matar, não ser imoral e assim por diante. Se conservarmos a nossa mente original, os preceitos se manterão por si próprios.
COMPAIXÃO\JUSTIÇA
Quando a nossa mente é compassiva e justa, torna-se ilimitada. O mestre Dogen, sempre enfatizou a importância de preservar nossa mente original ilimitada. Com ela somos verdadeiros connosco, estamos em comunhão com todos os seres e podemos, de facto, realizar-nos.
OBJECTIVOS
Para quê muitos e complicados objectivos, se se situarem sempre num futuro que nunca chega, se nos impedirem de viver verdadeira, inspirada e intensamente os momentos presentes?
Inspiração: você, Inês Stein, Alan Watts, Weiss, Covey, Rinpoche, Deshimaru e muitos, muitos outros e outras...

Wednesday, January 03, 2007


AFIRMAÇÃO/DECLARATION
A verdade mais alta, "Eu sou", por exemplo, é uma afirmação.
The highest truth, "I am", for example, is a declaration.

CENTER\CENTRO
The center is neither in you, neither in me: it is in both of us, in the midlle of us.
ERROS-ERRORS
Não podemos cometer o mesmo erro outra vez, ou podemos?
We can´t commit the same error other time, or we can?
ESCREVER/TO WRITE
De pouco interessa escrever por escrever, escrever/falar o que não somos, escrever quando não devemos escrever, desligarmo-nos do que escrevemos\dizemos... É o dualismo outra vez, fonte da dor. Mas, quando somos o que dizemos-escrevemos, vasto, substancial, belo, amoroso, mágico, dinâmico... Somos felizes e fazemos outros felizes.
It is of little value write for write, write/speak what we aren't, to write when we must not write, to desconect us from what we write\say... It is dualism again, fount of pain. But, when we are what we say-write, vast, substancial, beautyful, loving, magic, dinamic... we area happy and make others happy.
PÔR-TIRAR/TO PUT-TO TAKE OUT
We can have the same pleasure, of the perfect body, of levity, far example, when we take out weight, as when we put it.
Podemos ter o mesmo prazer, do corpo perfeito, da leveza... quando tiramos, peso, por exemplo, que quando o pomos....
BEAUTY\BELEZA
Beauty is perfect proportion, perfect fitting to the function/place.
THOUGHTS\PENSAMENTOS
Pensar que uma pessoa é, por exemplo, má, não é a mesma coisa que essa pessoa ser má.
To think that a person is bad, for example, is not the same thing that that person be bad.

Tuesday, January 02, 2007

GOD\DEUS
I’m atheist? In any way. How can a being who doesn’t creates himself to be atheist, disconsider a being before/great than him? But, my God is not a God who is outside of me, is a God who creates with me, who identifies with me, who is happy and rich with me, who doesn’t make difference between spirit and matter, and, who relates like so with all the others beings and matter.
Sou ateu? De modo algum. Como pode um ser que não se cria ser ateu, desconsiderar um ser antes/maior do que ele? Mas, o meu Deus não é um Deus fora de mim, é um Deus que cria comigo, que se identifica comigo, que é feliz e rico comigo, que não faz distinção entre espírito e corpo, e, que se relaciona assim com todos os demais seres e matéria.
CENTRO/CENTER
Só se não houvesse mais nenhum ser além de nós é que podíamos ser egocentrados! Mas, como há miríadas de seres, estamos centrados em todos, nós inclusos e em Deus.
Only if there wasn’t no more beings except us, could we be egocentered! But, as there are myriades of beings, we are centered at all beings, we included and God.
PLEASURE AND PAIN/PRAZER E DOR
It is not to be nor pain nor bad being neither in universe, neither in multiverse. But, if the head has no judgement, suffers her and the body.
Não é para haver dor nem mal estar nem no universo nem no multiverso: só bem estar, gozo e prazer. Mas, se a cabeça não tem mesmo juízo, sofre ela e o corpo!
DESEJO\DESIRE
Acabar com o desejo era acabar com a vida, com tudo (niilismo): mas temos de pôr fim aos maus e injustos quereres, e, acima de tudo de criar e desenvolver em todos e tudo grandes, justos, bons e nobres desejos!
To finish with desire was to finish with life, with everything (niilism): but we have to put an end to bad and injust desires, and, above all, we have to create and improve in all and everything, just, good and noble desires!
JUSTICE/JUSTIÇA
Matar animais e pessoas, fazer excisões e circuncisões, assustar e bater em crianças por tudo e por nada, e, não receber o mesmo em troca? Só se Deus e a justiça e os justiceiros não existissem!
Kill animals and people, to make excisions and circumcisions, to frighten and beat children at any momente, and, not to receive the same in exchange? Only if God, justice and impatials didn’t exist!
GUERRA E PAZ
Há qualquer coisa de guerreiro na vida: a energia, a força, o "pressing" certo não têm nada de mau, são úteis e até belos. O que está obviamente errado na guerra e nos guerreiros, de qualquer espécie, é a violência gratuita, o ataque injusto ou traiçoeiro...E, atacar excessiva e frontalmente o adversário, mesmo o injusto, só lhe dá mais força, para ele fazer eventualmente ainda pior.

Monday, January 01, 2007


SIM ou NÃO?
Não façamos nada a fim de relaxar, ou, façamos? (Don’t make anything to relax, or make?)
Uma espontaneidade controlada é pura contradição? (A controled spontaneity is it pure contradition?)
PAIN/PLEASURE
If we have a pain in anus, we go to toilet seat. Even gases can cause pain. If we eat more than one time a day, why go to toilet less times?… And, seat’s toilets could be perfect: naturally, we don’t evacuate in the posture of the seat toilet. And, pain is also surpassed by pleasure! (Se temos dor no ânus, vamos à sanita. Até gases podem causar dor. Se comemos mais do que uma vez por dia, porquê ir à “casinha” menos vezes? E, as sanitas podem ser perfeitas: naturalmente, não evacuamos na postura da sanita. E, a dor também é ultrapassada pelo prazer)!
There is something comic in all this.
Nobody likes pain, and, we can put an end to pain!
We can make great, beautiful and pleasant things.
To love all, to love everything.
Amar a todos, amar tudo!
Podemos fazer coisas grandes, belas e agradáveis!
Ninguém gosta da dor, e, podemos acabar com a dor!
Há algo cómico em tudo isto.
The fact that we don’t remember the first years of our live (or of our sleeps) don´t means we didn´t exist in that time! We are eternal. We can remember also that times! (O facto de não lembramos os primeiros anos da nossa vida ( ou dos nossos sonos) não significa que não existimos nesses tempos! Somos eternos. Podemos também lembrar aqueles tempos!
DUPLA AMARRAÇÃO?
“… A divisão do homem em um Eu superior e um Eu inferior não esclarece a questão do autocontrole, porque ela continua sendo uma descrição útil da dinâmica do controle tão-somente quando a vontade (o Eu superior) consegure dominar os sentimentos (o Eu inferior). Mas, se a mente falha (but, if the mind fails) e necessita de algum modo, fortalecer-se (and has the necessity, in some way, to fortify) e transformar-se (and transform herself) da má para a boa vontade, (from the bad to the good will) então toda essa descrição dualística do homem (then all that dualistic description of man) não é apenas inútil, mas confusa (is not anly useless, but confused). Porque esta é uma maneira de pensar (because this is a way of thinking) que divide o homem dentro de si mesmo exactamente naquele momento em ele, mais do que nunca, tem de “ser ele mesmo” (which divides man inside himself exactly in the moment in which he has to be “he, himself”). Ou seja, quando a vontade luta contra contra si mesma e está em conflito consigo mesma, cai num estado de paralisia, como uma pessoa que quisesse seguir ao mesmo tempo em direcções opostas. Nesses momentos, a vontade tem que libertar-se dessa paralisia, quase da mesma forma que se tem de virar a roda dianteira da bicicleta para a direcção em que sentimos que vamos cair. O moralista, como o aprendiz de ciclista, não acreditará nunca que, virando para a direcção na qual a vontade falha, não aconteça outra coisa senão uma completa queda moral. E, apesar disso, o facto psicológico inesperado é que o homem não pode se controlar a não ser que se aceite a si mesmo. Em outras palavras, antes de mudar o curso da ação, ele tem de ser sincero, e ir a favor não contra a sua natureza, mesmo quando saiba que a tendência da sua nature­za é para o mal, para a queda. E o mesmo acontece ao se velejar num barco, pois, quando se quer velejar contra o vento, tudo o que se tem de fazer é colocar as velas na direção do vento; manobra-se contra o vento, mantendo-se o vento nas velas. Assim também o motorista evita a derrapagem virando a direção para o lado onde o carro está derrapando.
Nosso problema é que toda a doutrinação recebida, ao longo dos anos, sobre o pensamento dualístico nos leva a acreditar que só podemos controlar nossa natu­reza voltando-nos contra ela. Contudo, trata-se do mesmo falso bom senso que leva o motorista, instinti­vamente, a virar a direção para o lado contrário da der­rapagem do automóvel. Para manter o controle, temos de aprender reacções novas, assim como aprendemos na arte do judo a não resistir contra um ataque ou uma queda, mas controlá-los, inclinando-nos para a di­reção que nos levam. Pois o judô é uma aplicação dlireta, na luta, das filosofias do Zen e do Tao, do Wu wei, de não reagirmos contra a natureza, de não nos opormos frontalmente à direção das coisas. O objectivo da maneira de viver Zen é a experiência do despertar ou da iluminação (na linguagem corrente da psicologia, diríamos intuição), na qual o homem esca­pa à paralisia, foge da "amarração dupla" em que a idéia dualistica do autocontrole e da autoconsciência o prendiam. Nessa experiência, o homem supera o sen­timento de divisão e de separação - não apenas de si mesmo, como o Eu Superior que controla o Eu Inferior controlado, mas do universo total de todos os seres e de todas as coisas. O Zen oferece um exemplo único, simples e clássico da maneira de reconhecer e resol­ver o conflito ou a contradição da autoconsciência.
O estudante do Zen defronta-se com um Mestre que experimentou, ele mesmo, o despertar, e é, no melhor sentido da expressão, um homem completa­mente natural. Pois, adepto do Zen é aquele que con­segue ser humano, com a mesma naturalidade e au­sência de conflito com que uma árvore é uma árvore. Esse homem se assemelha a uma bola que desce da montanha pelo fluxo do rio; ele não hesita, não pára, não se embaraça em nenhuma situação. Sua mente não perde o rumo ou hesita porque, embora possa pa­rar para pensar num problema que surge, o fluxo da consciência corre livremente, sem colidir com as barreiras da ansiedade e da dúvida, que giram sobre si mesmas sem levar a lugar nenhum. Não se preci­pita e nem tem pressa de agir; simplesmente conti­nua, É exatamente a isto que o Zen chama despren­der-se - não ser desprovido de emoção ou sentimen­lo, mas ser uma pessoa na qual o sentimento não é bloqueado ou paralisado, e através da qual as expe­riências do mundo refletem-se como as imagens dos pássaros sobre a água. Embora senhor de uma liberdade interior total, ele não é, como o libertino, um revoltado contra os padrões da sociedade, e nem está…”
Fonte: “O Zen e a Experiência Mística”, de Alan W. Watts, da Culturix


MENTE/CORPO
Amar tanto o morto, como vivo, como o semi-morto/vivo. Não ter nem corpo/bens nem espírito a mais nem a menos.
Tudo começa na mente. Controlar a mente e o corpo é preciso.
Resistir fortalece e apoiar também.
Tudo começa no corpo. Controlar o corpo e o resto é possível.
Se queremos ser viajantes, ricos, tranquilos, controlados, sábios, saudáveis… devemos começar a viver como tal…
Há pessoas, livros, filmes, músicas, comidas, lugares, telas, casas, animais, barcos, carros, aviões… que são fora do comum: é preferível estar com eles (neles), ouvi-los, falar-lhes repetidas vezes do que com outros (noutros) novos mas banais, mas, não podemos ignorar nada nem ninguém: aqules também já foram como estes.
SOMOS
Somos uns vermes;
Somos génios;
Somos uns Hermes,
Uns convénios.
“FILOSOFIA DO NÃO-PROVEITO:
MUSHOTOKU
Mushotoku significa: não proveito, não desejo de adquirir (mu =negação, shotoku = proveito).
Shikan significa tal como mushotoku: sem objectivo, sem pro¬veito.
Um dos princípios mais importantes do Mestre Dogen é que não se deve nem desejar adquirir, nem dar com a ideia de receber. Mushotoku é o princípio essencial. Está concretizado em shikantaza: a arte de se sentar sem objectivo (posição do Buda) é disso significante.
Quando o Homem age ou dá quer receber compensação, mas o zen é a filosofia do não proveito.
Em zazen, o discípulo deve tentar obter «o mais elevado de si» com um perfeito desinteresse. Se há desejo de atingir um objectivo, esse objectivo falha. O puro torna-se impuro.
Do mesmo modo, em toda a obra de arte, toda a criação, o artista deve dar-se por inteiro, sem se ocupar em atingir a glória, a beleza, a riqueza e sem se sacrificar a modas. Deve exprimir-se no seu melhor, sem compromisso. Então a obra poderá ser bela, pura, humana.
Acontece o mesmo na procura da sabedoria. O discípulo não deve desejar a sabedoria nem a felicidade. Mas obterá a sabedoria se dia após dia procurar conhecer-se, ultrapassar-se, dar-se, sem esperar memhum proveito pessoal nenhum proveito pessoal. Se obtém a gratuidade dos seus , a felicidade vem por acréscimo.
Todo o apego, qualquer que seja a sua natureza, aliena a liberdade humana.
Quebrar os laços, os hábitos, amar sem apego, agir sem objec¬tivo pessoal.
Manter as mãos abertas, dar, abandonar todas as coisas sem medo de perder, nunca procurar adquirir, essa é a disciplina do adepto zen.
A verdade reside na simplicidade.
Atentos, viremos o nosso olhar para o interior, o lado nocturno do ser, a nossa noite humana. A aurora levantar-se-á. O mundo da experiência existe só no nosso espírito.
A paz, o desapego, serão a prova da eficácia da nossa procura.
A nossa vida não se torna, assim, nem pequena, nem estreita, nem solitária.
O nosso corpo e o universal são unos.
O nosso ego e o universal são unos.
O satori, nirvana, é a liberdade.
O satori exige o dom total de si.
O satori exige o total desapego de interesses privados, espirituais e materiais.
O satori exige o amor perfeito.
A comunicabilidade é fonte de amor, de força, de alegria.
Mestre Dogen diz: «Mantenham as mãos abertas; toda a areia do deserto passará através delas. Fechem as mãos; obtereis alguns grãos de areia.
Sejam vigilantes, disponíveis a todo o instante, afinem a vossa do que a espada mais afiada. Só então estareis na Via.”
Fonte: “Verdadeiro Zen”, de Taisen Deshimaru, da Sete Estrelo - Lisboa

Sunday, December 31, 2006


UNIFIED
There is no separation between spirit and body, you and me, old and new, bad and good, what is seen and what sees, noise and silence, live and dead, pleasure and pain, etc., etc..



RELAÇÕES
Relativo e absoluto completam-se.
A agitação exagerada das mentes e de todos os seres, não lhes dá gozo mas sim dor.
“ O sol brilha porque temos olhos para o ver brilhar”
A iluminação, o êxtase, o orgasmo, o prazer são tudo experiências umas mais espirituais outras mais físicas, de inter-relação, de boas relações! Já a dor resulta da não relação ou de más relações!
Tudo é nosso e nada é nosso, e, a vida é um paradoxo: duas coisas que parecem excluir-se mas não se excluem, antes se completam, ambas sendo verdadeiras. O mesmo para a independência e para a interdependência: a independência é uma relação connosco próprios, como quando nos fixamos na respiração, p.e., mas, não há independência sem interdependência, pois, por exemplo, como respiraríamos sem o puro ar?
Inspiração: Taisen Deshimaru e Alan W. Watts

PLEASURE/PRAZER
Pois é, em face da dor, a ausência desta, o alívio, já é um prazer.
Vendo bem, em qualquer idade podemos ter dor\mal estar e/ou prazer\bem estar: todas as idades são portanto boas… para eliminarmos a dor e aumentarmos o prazer/bem estar.
A maior parte dos animais, se não das pessoas tem um lado que lhes dá para fazer mal mesmo a quem lhes faz bem. Acabamos com isso não lhes dando oportunidade para fazerem o mal/dor.

That’ s rigth, in face of the pain, the absence of this, the releif, is already a pleasure.
Looking well, in any age we can have pain/bad being and/or pleasure\well being: all ages are then good… to eliminate pain and increase pleasure/well being.
The great part of the animals, if not of the people as a side that leads them to make bad even to beings who make them good. We finish with that not giving them the oportunity to make bad/pain.
hôji
Vida e Morte

"… Não caia no erro de pensar que a vida se transforma na morte. A vida é uma fase completa em si mesma... A morte também é uma fase completa em si mesma… Portanto, quando a vida vem, encare e realize a vida; quando a morte vem, encare e realize a morte. Nem as rejeite nem se apegue a elas.
… Entretanto, não tente representar isso em sua mente, não tente dizê-lo em palavras. Apenas abandone o seu corpo e a sua mente, esqueça-se deles, e jogue-os na morada do Buddha/Deus, vivendo, sendo movido e guiado pelo DEUS/Buddha. Continuando dessa maneira, seguindo sem qualquer esforço pessoal, você se liberta da vida-e-morte e se torna um Buddha/Deus. Quem se demoraria na mente?
Existe uma caminho fácil de torna-se deus/buddha: não faça o mal, não se apegue à vida ou à morte, tenha compaixão por todos os seres, respeite o que é superior e não negue simpatia ao que é inferior, liberte a sua mente de todos os desejos e aversões, não pense em nada e não se preocupe com nada – isso é o Buddha. Não o busque em nenhum outro lugar.”
Fonte: http://www.dharmanet.com.br/zen/shoji.htm

Saturday, December 30, 2006


INSPIRAÇÃO
Há processos e resultados ou objectivos. Ambos são importantes, apesar dos processos talvez o serem mais. Ambos podem funcionar bem, felizmente, connosco sendo um com eles.
TEMPO
O tempo não é nem linear, nem circular. É o tempo. Vivemo-lo momento a momento, concentrados no que estamos a fazer, intensamente, sem ignorar nem passado nem futuro.
Inspiração: Alan W. Watts: "O Zen e a Experiência Mística", da Culturix
TUDO
Integrar tudo e todos, com energia e vigor, é reduzir todos e tudo ao absoluto, à perfeição, ao bem estar.
Não podemos limitar-nos nem à respiração nem às posturas normais. Há que, periodicamente, inspirar/expirar fundo e pausadamente, concentrando-nos na respiração…
Obviamente, quanto mais simples o ser, menor os seus prazeres e dores, e, aceitarmos, por vezes, que tudo está bem pode ser útil ao bem estar, mas, não o melhora. Por outro lado ainda, é verdadeira a afirmação druída de que, p.e., a minhoca que é comida pela ave passa a um nível superior. Todavia, a minhoca ao cair no estômago ácido da ave sofre. Os vermes têm pois de esconder-se das aves, como estas fogem dos homens. E, se o verme tiver de ser mesmo comido, convém então entregar-se e aceitar, compreendendo, que assim dói menos, se não nada!
Quanto ao facto de moscas, mosquitos, aranhas, etc…. morrerem com o frio, tão pouco isso prova que o frio excessivo esteja bem.

Friday, December 29, 2006


FELICIDADE
Muito possivelmente não há tal coisa como espírito desencarnado: nós, corpo e espírito, emergimos da terra e dos nossos pais, que dos frutos, água e ar daquela se alimentam, ao nascermos, para a ela voltarmos ao morrermos, e, isto eternamente. Esta é pois uma fortíssima razão para amarmos terra, ar, universo e todos os seres como a nós próprios. Mas, se houver tal espírito, é igual. Não me parece, entretanto, neste caso, que seja possível ou conveniente, no meio de tanta matéria, um espírito ser possível ou poder ser feliz, sem reencarnar.
Além do mais, é evidente a total interdependência de toda a matéria e de todos os seres vivos: nós somos toda a matéria e todos os seres, não sendo só os nossos restos depois de mortos que dão origem a outros seres (nós, noutras formas incluídos): também o que sobra de nós em vida, nomeadamente os chamados excrementos/excreções, o faz. Estamos pois continuamente a renascer e a reencarnar em muitos seres, superiores e inferiores
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Thursday, December 28, 2006

ALIMENTAÇÃO
Arroz e pão integrais, feijões, azeite, grãos, vegetais, frutos e chá são muito bons na alimentação. Em contrapartida, o excesso de carne, de fast food, de doces, de sal, de fritos, de gorduras e de álcool são muito prejudiciais.
PENSAMENTOS/DESEJOS
Pensamentos/desejos claros, repetidos e não contraditórios mais cedo ou mais tarde acabam por se concretizar, por se materializar.
A nossa realidade, o que somos e temos é fruto do nosso pensamento, daquilo em que acreditamos, e, o nosso pensamento é fruto da nossa realidade.
Se desejarmos muito melhorar a nossa realidade podemos obter um efeito contrário, o que não quer dizer que não devemos desejar, quanto baste, melhorá-la.
ATENÇÃO/ATENTION
Podemos treinar a atenção concentrando-nos, por exemllo, na nossa respiração, que se quer nem longa nem curta, e, tanto consciente como inconsciente. Sempre que a mente/acção divagar, devemos trazê-los de volta à respiração, às bordas do nariz, p.e..
We can train atention concentrating ourselves, for example, in our respiration, which must not be nor short nor long, and, so conscious as inconscious. Always that mind/action wander/divagate, we must bring them again to respiration, f.e., to border’ s nose.
PROCURAR/TO LOOK FOR
“Aquilo que você procura, faz com que você procure”.
“What you look for, makes that you look for.”
Fonte: “Visão da Montanha: um Centro para a Prática da Meditação ZEN Budista”

Wednesday, December 27, 2006

VERDADE

“De Vasumitra para Buddhanandi

Buddhanandi era um especialista em filosofia e dialética. Ao encontrar o mestre Vasumitra, decidiu desafiá-lo.

Buddhanandi: Vim debater com você sobre a natureza da verdade.
Vasumitra: Meu caro amigo, a verdade não tem dois lados; logo, nunca foi e nunca poderá ser debatida. Qualquer coisa que seja debatida, por mais profunda que seja, simplesmente não é a verdade. Tudo o que é declarado sobre a verdade, por mais coerente e correto, permanece apenas no nível da discussão. Sempre há alguma perspectiva, em que qualquer afirmação pode e deve ser debatida. Até mesmo a menor intenção de afirmar ou discutir já encobre o que é real. Nenhuma afirmação verbal, como dizer que "a mente e seus objetos não estão fundamentalmente separados", pode ser a verdade. A afirmação verbal de que "a verdade está além das palavras e dos pensamentos" também não é a verdade. Afirmar que "sujeito e objeto são esquecidos na iluminação", ou expressar que "sujeito e objeto não são esquecidos na iluminação", também não são a verdade.“

Fonte: http://www.dharmanet.com.br/zen/koan.htm

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DESEJO

Desejar o melhor e as melhores coisas para todos os seres jamais pode ser causa de dor.

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EXTRACTOS DO LIVRO: “ZEN, Magia e Intuição”, de Inês Diane Stein, da MADRAS, S. Paulo:

ILUMINAÇÃO

“ ”Similitude” é ver as coisas como elas são em si mesmas; elas são vistas como tal, tal como elas são; nem mais nem menos. A obtenção dessa consciência é a iluminação. É chamada de satori… O que é exactamente o satori? É a percepção intuitiva que vai além da linguagem e do raciocínio. Nenhuma lógica pode colocar de lado essas compreensões. Quando o Satori é obtido, há um sentimento de alegria avassaladora e de aceitação. O indivíduo torna-se mais que o seu eu individual.”

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MAGIA

“Magia é uma transformação por meio do controle do eu e a transformação do eu. É uma mudança do externo por meio da mudança do interno. A auto-transformação é a mais alta forma de magia… Mudando aquilo em que acreditamos, mudamos as nossas opiniões… Como as nossas crenças criam a nossa realidade, mudando os nossos pensamentos, mudaremos a nossa realidade e as nossas experiências… Quando permitimos que o subconsciente se torne consciente, temos acesso às nossas habilidades psíquicas… Quando se prejudica alguém (algum ser) o prejuízo volta-se contra quem o provocou. Isso porque somos parte dos padrões de energia que estão interconectados.”

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TEMPO

“Construímos prisões com a mente ao tentarmos segmentar o tempo e ao fixar o início e o fim das coisas. Quando tentamos criar “coisas” no tempo e no espaço, perdemos o nosso Presente Absoluto. Somente quando não vemos “coisa alguma”, (nem ser algum), apenas processos, retornamos ao eterno agora. O eterno agora trata-se de onde o passado e o futuro são conhecidos em um único pensamento, atinge-se o todo-conhecimento (omnisciência). Isso é a supraconsciência. Você se encontra em um estado de intemporalidade. A partir deste único Instante cria-se o tempo divisível” – Suzuki.

Comentário: dividimos o tempo para melhor compreender as coisas ou processos, mas, ao fazê-lo, “matamos” o tempo. Também estes dois contrários: passado, presente e futuro, e, só presente, têm de ser unidos. Fazendo isto, “tornamo-nos abertos à eternidade. Ficamos abertos à intemporalidade”.

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MELHORAMENTOS

“ Na prática Zen, a mudança ocorre quando não se nega aquilo que é. Admita a situação em que se encontra, e a si próprio. Isso é essencial antes que qualquer transformação possa acontecer… Primeiro é necessário que você veja como faz com que determinadas coisas aconteçam, antes de poder modificar essas coisas… Você não pode livrar-se de uma coisa. Precisa aceitá-la, sem ter medo dela (nem a odiar), e assim ela não terá mais poder sobre si…Quando cessamos a nossa resistência ao que existe, detemos o nosso apego às nossas ideias sobre como algo deveria ser, permitindo a nós próprios estar no momento presente (unos, felizes, potentes…). Abandonamos as nossas devoções/ideias, obtendo o que desejamos. (Não é preciso que deixemos para trás o nosso objecto de desejo, apenas a fixação.)

Além do mais, ao abandonar a fixação, percebemos que existem outras possibilidades…

Se quisermos muito uma coisa, estaremos afastando aquilo que desejamos. Isto é assim porque todo o positivo cria um negativo (e vice-versa)… Por exemplo: se uma pessoa quer muito ser respeitada, com a ideia do respeito vem o seu oposto, o desrespeito… e, o respeito não se obterá.

Se você deseja intensamente que algo se modifique, pode tratar-se de uma indicação de convicções internas conflituantes. Se for este o caso, permita que ambas coexistam…

… A coisa exige resistência a fim de continuar a existir. O rancor e a tentativa de nos vermos livres de algo fortalecem-no… A partir do momento em que não resistirmos, ele começa a dissolver-se.

Inicialmente só mudam os nossos pensamentos e sentimentos, a nossa atitude, apesar disso já implicar melhoria e liberdade. Mas, nossos novos padrões de pensamento e comportamento acabarão por resultar em melhoramentos externos também.”

Comentário: realmente, de tanto querermos fazer bem e depressa, acabamos por fazer mal, tendo depois tendência a esquecer que fomos mesmo nós que o fizemos. Mas, mesmo que a "coisa" tenha atingido grandes proporções, o mal pode ser corrigido. E, não desprezando e odiando nem a própria merda e mijo, veremos como eles se transformam em perfume! Pois, não fomos também nós que fizemos as grandes e boas coisas? Não nos menosprezemos nem nos superconsideremos!

FILHOS DE DEUS
“ A verdadeira beleza só existe onde não há relações de interesse” – Kant
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“[Quanto ao zazen,] za significa sentar e zen é uma transliteração do chinês ch'an, o qual, por sua vez, é também uma transliteração do sânscrito dhyana, que significa meditação. Zazen é, assim, sentar-se em meditação simplesmente. Partindo-se de uma estabilização da mente através de uma prática de observação da respiração, passa-se a seguir ao "simplesmente sentar-se" [jap. shikantaza]. E isto é feito com aquela exata "plena atenção não-reativa" que mencionamos acima. Adota-se aqui o modo "simultâneo" de atenção. Tudo que aparecer diante da consciência deve ser percebido, mas sem envolvimento. O "simplesmente sentar-se" é a pura atenção a todos os fenômenos que vão acontecendo. “
(Ricardo Sasaki, O Caminho Contemplativo)
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Saber todas as causas da dor, do desagradável, e, ter força para evitá-las.
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Quem faz sofrer injustamente, por ganância, p.e., não se admire de vir a sofrer justamente.
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Fazer bem a pelo menos quem nos faz bem.
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Podemos descobrir que o preço do pão pode aumentar só porque não comemos menos. Mas, podemos comer menos, ou mais!
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Somos filhos de Deus e deus é nosso filho.

Tuesday, December 26, 2006


A BELEZA
Depois de fazermos o bom que tem de ser feito, uma voz se pode levantar a dizer que tal não devia ter sido feito, mas, isso, não esqueçamos, é porque há outra coisa boa a fazer que não podia ser realizada sem aquela feita.
Fazemos parte de uma multidão de seres da qual somos como uma gota de água dos oceanos: por um lado o nosso egoísmo/individualismo tem de ser proporcional à parte que somos dessa multidão, quase zero, por outro, tem de ser tamanho do universo – a gota de água tem todas as propriedades do resto de todo o volume de água de todas as galáxias.
O ideal é vivermos uma vida totalmente equilibrada, em todos os aspectos.
Tenho aprendido com os orientais a prática do não-pensar, a qual, no meio da agitação e das tempestades pode ser muito boa e útil. Mas, pensar, e, eventualmente falar alto, nunca pode deixar de ser importante.
A beleza está de tal modo no equilíbrio, que, até um movimento\acção radical que tem por fim restabelecer esse equilíbrio pode ser belo!
Fazer tudo com o máximo de concentração e cuidado, da maneira mais perfeita, graciosa e firme…
Preocuparmo-nos, sem obcessão com todos os seres que sofrem mais do que nós…
Deus existe, e, nós também.
Não tenhamos medo do silêncio, não só do não falar, do não som, mas, até do não pensar… Nem, de adoptar peridicamente as grandes posições: sentados, de joelhos, prostrados, de pé…

Monday, December 25, 2006

EQUILÍBRIO
Sem dúvida que o mais importante será vivermos bem, da melhor maneira possível, o tempo presente, mas, também é bom recordarmos vida(s) passada(s) e antever vida(s) futura(s).
Verdadeiramente, só o presente existe, só o presente é real: não faz pois sentido temer o futuro, nem sequer pensar muito nele.
O que é bom deve ser desejado. Até o impossível deve ser desejado: de outro modo como se tornará possível? Mas, não devemos desejar descontroladamente.
Também o querer e a acção para o concretizar devem estar em equilíbrio.
Num sentido os dias são todos iguais, não podemos fazê-los diferentes.
Ajudarmos outro ser a ser feliz é ajudarmos à nossa própria felicidade.
Quantas vezes não é usado o nome de Deus para oprimir, em vez de para libertar, para atormentar, em vez de para fazer feliz!
Não é preciso ser muito inteligente para ver que quem faz sofrer animais ou pessoas injustamente, atrai para si sofrimento!

Thursday, December 21, 2006

SATORI
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Satori é uma palavra japonesa usada no Zen Budismo para o fenómeno do Despertar Repentino,o Lugar da distinção entre experimentador e experiência,sabedor e saber, é o apagar, o extinguir do sentido do eu pessoal ("Eu sou eu,e você não é"). Moksha é uma palavra do Sânscrito que significa "liberação de todas as amarras"(incluindo o desejo, ou para tudo o mais!) através da União com Deus ou da Realização do Eu.
A experiência directa de realização da Mente,cda obliteração do ego,ca experiência do Viver, do Eu na sua forma sagrada. Satori demonstra além de qualquer dúvida que nós somos parte da essência divina, que Deus e nós somos um só. Até que se experimente o Satori, nós meramente acreditamos que há o esparsos elementos divinos dentro de nós.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Satori
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Satori
- (Japanese satori; Chinese: wù - from the verb Satoru) is a Japanese Buddhist term for enlightenment. The word literally means "to understand". It is sometimes loosely used interchangeably with Kensho, but Kensho refers to the first perception of the Buddha-Nature or True-Nature, sometimes referred to as "awakening". Kensho is not a permanent state of enlightenment, but rather a clear glimpse of the true nature of creation. Satori on the other hand refers to "deep" or lasting enlightenment. According to DT Suzuki, "Satori is the raison d'etre of Zen, without which Zen is no Zen. Therefore every contrivance, disciplinary and doctrinal, is directed towards satori."[1] Satori can be found in every moment of life, it is wrapped in all daily activities, its goal to unwrap them to see satori.
As an analogy, we may think of a baby when it first walks. After much effort, it stands upright, finds its balance and walks a few steps (kensho), then falls. After continued effort the child will one day find that it is able to walk all the time (satori).
Once the True-Nature has been seen, it is customary to use satori when referring to the enlightenment of the Buddha and the Patriarchs, as their enlightenment was permanent.
The Zen Buddhist experience commonly recognizes enlightenment as a transitory thing in life, almost synonymous with the English term epiphany, and satori is the realization of a state of epiphanic enlightenment. Because all things are transitory according to Zen philosophy, however, the transitory nature of satori is not regarded as limiting in the way that a transitory epiphany would be in Western understandings of enlightenment.
The transitory nature of satori, as opposed to the more enduring Nirvana that is sought in the Buddhist traditions of India, owes much to Taoist influences on Chán Buddhism in China, from which Zen Buddhism of Japan evolved. Taoism is a mystical philosophy that emphasizes the purity of the moment, whereas the Hindu roots of Indian Buddhism lend a longer view toward escaping the Karmic prison of perpetual reincarnation in the material world.
Fount: http://en.wikipedia.org/wiki/Satori

Wednesday, December 20, 2006

NO SENSE/NÃO FAZ SENTIDO
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Makes no sense to punish those who fail: they are the ones who more need our love anda care.
Não faz sentido punir os que falham: eles são os que mais precisam do nosso cuidado e amor.

Tuesday, December 19, 2006



CASA DO POVO DE MONTARGIL
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Montargil, o Grupo de Promoção Sócio-Cultural, a Junta de Freguesia, o Rancho Folclórico, a Banda Filarmónica e outras Instituições locais há muito que têm na Casa do Povo uma Sala para os seus espectáculos e encontros culturais, que não são poucos.
Também na mesma Casa do Povo (haverá uma Federação das Casas do Povo) funcionou uma Biblioteca e funcionam ainda Serviços do Ministério da Segurança Social e do Trabalho.
Mas, o Edifício precisa urgentemente de obras de conservação e melhoramento: há telhas partidas, infiltrações de água, janelas sem vidros, tacos levantados, cadeiras sem o mínimo de conforto, Sala(s) gelada(s) no Inverno e a escaldar no Verão…
Entretanto, fala-se num protocolo da Câmara Municipal de Ponte de Sôr, da Junta de Freguesia de Montargil e da própria Casa do Povo, certamente com o envolvimento do Ministério da Segurança Social e do Trabalho... para Obras na mesma “Casa”, onde uma pequena divisão é ocupada, e bem, pelo Grupo de Promoção, a ser partilhada posteriormente também pela Junta de Freguesia, talvez também com outra divisão para o Grupo Desportivo, enquanto este não tiver as almejadas e prometidas instalações próprias, com o retorno da Biblioteca e Internet. Em que fase estará este Projecto? Quem terá a honra de o concretizar em Obra?

NOVA ETAR DE MONTARGIL
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É com agrado que assistimos à continuação das obras da nova ETAR de Montargil. A Câmara e o seu presidente, Dr. Taveira Pinto, estão de parabéns.

CERIMÓNIAS
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É bom simplificar, se não anular, cerimónias e protocolos escravizantes.
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VIDA E MORTE
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Muitas vezes, por gostarmos muito de nós própri0s e da vida, temos medo de morrer. Mas, o medo faz sofrer, havendo que eliminá-lo, pelo entendimento/conhecimento.
O que é viver? Viver é como que andar: a fim de andarmos damos um passo em frente, no sentido do desequilíbrio, seguido de outro, para qualquer dos lados, reequilibrativo.
O que é cair? Cair é ir ao chão, por falta de concentração\atenção\perfeição no andar, no viver.
E, o que é morrer? Morrer é a queda máxima.
Entretanto, como nos levantamos de uma pequena queda, parece que até da queda máxima nos levantaremos, pela reencarnação.

Monday, December 18, 2006




PENSAMENTOS/THOUGHTS
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“Desde os tempos mais antigos que a ética ocidental e oriental se opõem em numerosos pontos. A atitude oriental é muito calma, sem actividade exterior, sem agressividade; ela é negativa e passiva. Procurando a paz interior, o ideal oriental não é tornar-se um herói de renome, mas um santo pacífico. Prefere tornar-se um Buda do que um Hércules” - From the most ancient times that ocidental and oriental éthic opposed themselves in many points. Oriental position is very calm, without external activity, without agressevity; she is negative and passive. Shearching internal peace, the oriental ideal is not to become a renamed heroe, but a pacific saint. He prefers to become a budha than an Hercules” - TAISEN DESHIMARU
Os pensamentos bons e maus vêm, mas, não nos prendemos a eles: somos verdadeiramente livres – Good and bad thoughts come, but, we are don´t catched by them: we are truly frees.
Ladrões e roubados, assassinados e assassinos, doentes e saudáveis, fortes e fracos, aborrecedores e aborrecidos… São os que mais necessitam da nossa ajuda - Thieves and robbedes, murders and murdereds, seaks and healthies, strongs and weaks, borring people and borried ones … are whom need more our help.
Respirar periodicamente mais fundo e compassadamente, sem dor, é bom. Nada que cause dor pode ser bom – To bread extensively and compassed, from times to times, without pain, is good. Nothing that causes pain can be good.
VIDA
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Há o só espírito, só energia, só poder, e, o materializado, o mais denso, o espírito e matéria, o alma e corpo. Há seres de uma só célula, de mais células e de muitas células. Há divisão de células e fusão de células. Há seres que não têm nem dor nem prazer, e, seres com capacidade para a dor e para o prazer. Há seres que sofrem muito, e, seres que gozam muito, seres que oscilam muito e seres que oscilam pouco. Há seres mais racionais e menos racionais.
Tudo indica que inicialmente só havia um sexo, que não havia nem oposição, nem guerra, nem morte nem sofrimento. Mas, não há movimento, nem vida, nem prazer, nem morte, nem nada sem desequilíbrios controlados, equilibrados. O sexo é também um destes desequilíbrios. O sofrimento e a morte são desequilíbrios graves, para um lado ou para o outro.

Sunday, December 17, 2006

“QUAL É A VERDADEIRA RELIGIÃO
DO HOMEM CIVILIZADO?




O que é que tem mais valor num adulto ou numa criança?
O que é um homem civilizado? Em que é que consiste verdadei­ramente uma vida civilizada: comer chocolate, viver num grande pré­dio, conduzir um esplêndido automóvel ou trabalhar e transpirar numa fábrica, usar roupas pobres?
Outro dia, observei duas raparigas no metro: uma estava pobre­mente vestida, com um furoshiki - um quadrado de tecido para embrulhar objectos ou provisões como num saco - atado à volta da cabeça como um folar. Era muito simples, natural e sem pinturas. A outra parecia refinada, cuidadosamente maquilhada e lindamente vestida. Qual das duas tinha mais valor?
Qual é a mais feliz: a que vive no campo ou a que vive na cidade? As pessoas do campo pensam que a cidade é melhor, mas as da cidade pensam que no campo há bom ar, paisagens bonitas e alimentação sã.
Se não trabalharmos, não podemos comer, mas muitas vezes, sonhamos ser possível poder talvez comer sem trabalhar, não fazendo mais nada senão distrairmo-nos e dormir. Então, o que é que vale mais: trabalhar e comer ou comer sem trabalhar?
Os homens civilizados enganam-se frequentemente porque pensam demasiado. A civilização torna-os inquietos, agitados mental­mente, criam doenças, tornam-se neuróticos e queixam-se de insónias. Mesmo bem alimentados não conseguem estar de boa saúde. Pensar em demasia é uma doença. É inútil. Muitas vezes nós só julgamos apenas com o nosso pensamento. Então decidimos entre o rico e o pobre qual é o maior. Por isto, se um homem que herdou riquezas as perde, ele torna-se tão miserável como um caranguejo que tenha perdido as suas tenazes. Mas se um pobre não pode ter dinheiro, nem carro, fica privado de toda a comodidade. Por conse­guinte, não se sabe qual é a melhor condição.
No palco, qual é o maior actor, o rei ou o serviçal? Nos bastido­res do palco, no camarim, o rei pode bem ser um actor medíocre e o serviçal um actor famoso. Qual deles é o maior?
Enganamo-nos muitas vezes a este respeito. O povo quer pro­duzir arroz com a ajuda de máquinas; quer comer sem trabalhar.
A civilização atingiu um elevadíssimo desenvolvimento nos dias de hoje; é muito prático, mas a vida ideal está realmente aí? Há muitos aviões. As distâncias desaparecem. Mas obter um visto e os docu­mentos requer bastante tempo. «Nos nossos dias, a velocidade tornou-se um inconveniente», disse Paul Morand. Isto significa que as técnicas estão mais desenvolvidas e avançadas do que os assuntos de ordem política. Podemos constatar que por ocasião de convulsões sociais que trazem por exemplo greves, todas as vantagens da civili­zação desaparecem. Esta civilização é muito frágil.
Como podemos nós fazer progressos? A civilização moderna afasta-nos das coisas verdadeiras e vivemos mais no meio das imi­tações que no seio das belezas da natureza. É possível encontrar beleza numa pedra, no fundo de um rio. No Oriente, os monges zen preferem a beleza verdadeira de uma pedra natural à de um dia­mante artificial.
Os citadinos têm mais preocupações e mais ideias convencionais que as pessoas do campo: uma mulher elegante vê-se mais vezes ao espelho, uma mulher primitiva não precisa disso. As mulheres que usam bâton têm de ter mais cuidado do que as outras sempre que comem, ou bebem, ou beijam! Quando as pessoas cultas se apaixo­nam, tornam-se ansiosas, irritáveis, impacientes.
Penso que a civilização é assim, devemos reflectir mais uma vez ainda a propósito da verdadeira civilização. Se é feita de ideias con­vencionais ou de imitações, devemos suprimi-las. Mas como pode­mos fazê-lo?
Nos tempos primitivos, os humanos nem sonhavam no que era preferível ou melhor: o seu espírito era muito aberto e natural, como um céu claro.
A civilização trouxe a decadência, a corrupção e as preocupações no seio dos povos primitivos. Por exemplo, na Indonésia, em África, desconheciam o chocolate, os sapatos de salto alto, as máquinas. Dançava-se cada noite sob a claridade da lua, comia-se as frutas do país, as bananas; toda a gente tinha uma vida muito simples e natu­ral. A vida era fácil, não se fazia economias penosas. Mas estes países foram absorvidos pela cultura e pela civilização - e a partir daí, pas­sou-se a trabalhar para ganhar dinheiro! Há máquinas, armas, aviões...
Depois da Segunda Guerra Mundial, estes países opuseram-se aos seus colonizadores e obtiveram a sua independência: deste modo, os países ricos levaram a civilização aos primitivos e finalmente per­deram as suas colónias.
A civilização engendra uma «luta pela vida» severa. Isso vê-se não apenas entre nações, mas entre o homem e a mulher, entre o aluno e o professor, entre o irmão e a irmã, o patrão e os empregados, entre os amigos e até no nosso espírito que se torna complicado: o bem e o mal debatem-se aí severamente. Esta civilização produz cada vez mais ansiedade, irritação, etc..
Dado que devemos vencer na luta pela existência, vencer no amor, ganhar dinheiro, o nosso espírito torna-se muito calculista e a nossa vida mentirosa e falsa. Queremos então escapar a este espírito complicado, a este mundo difícil. Os citadinos aspiram subir à mon­tanha ou a acampar à beira-mar para aí viverem de um modo sim­ples. Eis o que desejam os civilizados, mas não podem escapar ao seu próprio espírito! É por isso que temos necessidade duma religião ver­dadeira que possa abrir o nosso espírito e libertá-lo.
Os civilizados só pensam naquilo que podem obter para si pró­prios e que faça parte do seu mundo próprio. O seu pensamento está limitado por isto e não pode abraçar o universo inteiro. Preferem viver de acordo com modas que mudam, a viver de uma maneira natural. Estão longe do real, do verdadeiro, da sinceridade, da espon­taneidade e da honestidade. Vivem na mentira e na ficção. São extra­viados pelas modas efémeras.
É necessário regressar à claridade do nosso verdadeiro espírito. Devemos voltar ao real, à verdade, ao natural, tornarmos a ser íntimos com a natureza. Podemos chamar a isto o retorno a nós próprios.
A nossa imaginação e os nossos devaneios, o nosso julgamento ou a nossa actividade mental são apenas quimeras: não têm nada a ver com a verdade, com a verdadeira vida. Ao pormo-nos em har­monia com o universo, devemos criar uma vida feliz: esta é a razão de ser da nossa religião.

DEVEMOS VIVER LIVREMENTE UMA VIDA FELIZ

Os civilizados cansam-se e morrem vivendo uma vida artificial; nunca têm dinheiro suficiente, boa comida, satisfação no seu trabalho e bem-estar no amor. Estão cheios de medo, temem tudo. Assim, devemos respirar profundamente o ar natural e criar um mundo novo. É preciso fazer a revolução do espírito, o espírito que é o impulso vital de Bergson. Devemos ir para além do bem-estar e do mal-estar, do agradável e do desagradável, da vida e da morte. E a última e suprema alegria e a melhor maneira de o conseguir é zazen.
Zazen não é uma imitação. Devemos sentar-nos, a coluna verte­bral muito direita e o queixo recolhido. Através desta prática, encon­traremos o nosso verdadeiro eu, natural, original; poderemos encontrar a verdadeira espiritualidade, a verdadeira luz e a saúde. Isto só se consegue treinando o nosso corpo no zazen.”
In: pgs 129-133 de “Verdadeiro Zen”, de TAISEN DESHIMARU, da Assírio & Alvim

ABORTO
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Vai-se fazer, a 11 de Fevereiro, o 2º referendo em Portugal, e, logo sobre o aborto outra vez. Não era melhor introduzir outro tema, o da Monarquia/República, p.e..? É que, sobre o aborto está tudo ou quase tudo dito e escrito: não defende, e bem, a Constituição o direito à vida uterina? Não permite a lei o aborto, oficialmente assistido, nos casos excepcionais, como por exemplo a violação ou a grave má formação?
A pergunta do referendo do dia 11 de Fevereiro será a seguinte: “Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras dez, semanas em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?”, e, entrará em vigor se merecer o sim de mais de 50% dos eleitores inscritos. O que é que isto quer dizer? Isto só pode querer dizer uma grande irresponsabilidade, com amor e aborto livres! A irresponsabilidade e a estupidez, com o sofrimento que acarretam, não podem passar!
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ALIMENTAÇÃO

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As vatangens de uma alimentação não carnívora são várias: melhor digestão, melhor saúde, não só digestiva mas geral, menos sofrimento, fezes menos pútridas. Mas, mesmo só comendo peixe em casos excepcionais (não haver mais nada, p.e.) há erros a evitar, como por exemplo: comer só muito feijão ou pão a uma refeição. Quanto à fruta, deve ser comida no intervalo das mesmas refeições, ou só muito pouca, pois, sendo a sua digestão mais rápiuda do que a dos restantes alimentos, origina tal facto gases intestinais causadores de mal estar.
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POLÍTICA/TÉCNICA
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Técnica e política têm de evoluir lado a lado: de pouco nos vale, p.e., ter bons transportes públicos e privados, e, não sermos capazes de gerir com eficiência e justiça salários e lucros, impedindo greves/lock-outs (abertos ou ocultos) e o esbanjamento sem investimento.

Thursday, December 14, 2006


ZAZEN
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A postura de zazen perfeita não é realmente de prática fácil no Ocidente. Todavia, sem termos de estar sempre em zazen ou em sentido, o moderado descanso é bom, é manifesto que quando estamos, p.e., sentados numa mesa, devemos adoptar a postura mais correcta e desperta, que é a do zazen, claro, até por uma questão de saúde.
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MEMÓRIA
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Vimos/ouvimos/lemos o melhor para nós... Agimos em conformidade, ficamos bem... Voltamos ao mesmo lado, voltamos a ficar mal... Recordamos o que aprendemos(lemos/ouvimos/vimos)... Agimos correctamente, voltamos a ficar bem.
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EGOÍSMO
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Num mundo, universo ou local de mais de um o egoísmo não faz sentido, só cooperação e o dar e receber fazem sentido.

Wednesday, December 13, 2006

OPPOSED COMPLETE THEMSELVES
OPOSTOS COMPLETAM-SE
As all the great opposed complete themselves, a.f.e. (as for example): rich-poor; ocident-orient; famale-male; old-new; left-right; hot-cool; north-south; life-death; matter-spirit; weak-strong; ignorant-wise; worker-lazy; inteligent-stupid; carnivorous-vegetarian; saint-sinful; dirty-clean; teacher-pupil; healthy-sick; doctor-pacient; internal-external; etc.; etc.;… doesn’t make any sense to consider some more important/better than others.
Como todos os grandes opostos se completam, c. p.e. (como por exemplo): rico-pobre; ocidente-oriente; fêmea-macho; velho-novo; esquerda-direita; quente-frio; norte-sul; vida-morte; matéria-espírito; fraco-forte; ignorante-sábio; trabalhador-preguiçoso; inteligente-estúpido; carnívoro-vegetariano; santo-pecador; sujo-limpo; professor-aluno; saudável-doente; doutor-doente; interior-exterior; etc.; etc.;… não faz nenhum sentido considerar uns mais importantes do que os outros.


RESPIRAÇÃO
Geralmente, não ensino o método de respiração antes de me ter assegurado que a postura é mantida correctamente, durante um período de tempo razoável. Efectivamente, dois inconvenientes poderiam resultar de um ensinamento prematuro: o primeiro seria a impos­sibilidade de assegurar uma respiração correcta se a postura não for boa; o segundo seria que a concentração na respiração prejudicaria a atenção que o praticante deve ter sobre os cinco pontos principais de uma postura correcta.
A respiração zen não é comparável às respirações do yoga, as quais visam antes estabelecer efeitos fisiológicos e psicológicos parti­culares. Ela pretende, antes de tudo, estabelecer um ritmo lento, forte e natural. Através de uma respiração normal, podemos viver muito tempo de boa saúde, com um espírito equilibrado; pelo contrário, uma respiração anormal traz a fraqueza, a doença, a instabilidade de espírito e mesmo a morte.
O corpo e o espírito estão ligados, estão em tal unidade que a acção da respiração sobre o espírito é surpreendente: uma respiração profunda, lenta, calma, poderosa, varre as complicações da mente.
O espírito torna-se limpo, claro como um céu sem nuvens, lumi­noso e doce como o luar. Ele poderá assim aceder a mushin, à não­ mente, a ku, o vazio. Mushin, como disse mais acima, é o espírito sem objectivo, sem actividade, sem percepção nem não-percepção, em perfeita atenção.
Vou agora descrever o método de respiração do verdadeiro zen, insistindo no ponto de que ela deve ser natural, jamais forçada, jamais artificial, sempre a mesma, tanto em zazen e em kin hin como nas outras actividades da vida.

Inspiração

Viva, profunda. Mas não se deve contar.

Expiração

Lenta, profunda, poderosa. O ar é expirado lentamente para o exterior, enquanto a força da expiração descende poderosamente para o ventre. Podemos compará-la ao mugir da vaca ou ainda à expira­ção do bebé que grita logo que nasce.
A inspiração viva e curta e a expiração lenta e poderosa são sinais de força, de vitalidade, características do bebé ou da vaca.
Pelo contrário, a inspiração incompleta e a expiração superficial, curta, são sinais de fraqueza ou de estados depressivos. Vejam como o agonizante busca o ar aspirando com pequenas inspirações curtas e irregulares, sem expirar; vejam também a pessoa que soluça ou que tem medo - a sua expiração está bloqueada.
Este método de respiração zen é denominado uni shu, un, é o «om» sânscrito, aquela profunda e poderosa vocalização que é bija, isto é, semente. Ela acompanha a invocação de um grande número de divindades; mais esotericamente, ela pretende dar a ideia da real essência da verdade, de onde todas as energias derivam. Shu é a prá­tica de zazen, un é também o mugir da vaca.
O homem comum, quando inspira, não enche mais do que a metade dos pulmões, o ar estagna na parte superior; em zazen, a res­piração é profunda e a parte superior dos pulmões é bem ventilada.
O homem comum respira em média quinze vezes por minuto, os doentes vinte ou trinta vezes nesse mesmo tempo, mas pela prática de zazen e da sua respiração, um número de cinco a nove respirações por minuto torna-se usual, e podemos até fazer melhor: a minha res­piração no fim de uma sesshin é de uma por minuto; o meu recorde, registado por um dos meus companheiros, foi de uma respiração para três minutos.
Se as psalmodias do Maka Hannya Haramita Shingyo produzem excelentes efeitos, tal não se deve ao som, mas sim à longa duração e profundidade das respirações.
Se a respiração é boa, todas as coisas na vida se tornam fáceis.

Eis aqui uma história que ilustra a importância da respiração:

Um monge zen viajava no mar quando se levantou uma tem­pestade terrível. Todos pensavam na morte com horror. O monge disse para si: «Se devo morrer agora, quero morrer em zazen.» Tomou a postura. O barco afundou-se, o monge foi levado para o fundo. Mas a duração pouco comum da sua respiração permitiu-lhe voltar à superfície. Aí, agarrou uma tábua flutuante que o levou para uma praia. Todos os outros tinham morrido, todos os que tinham o desejo de viver; apenas ele, que tinha abandonado esse desejo, sobreviveu.”
Fonte: “VERDADEIRO ZEN”, de TAISEN DESHIMARU, da Assírio & Alvim, 2005
Comentário: por vezes penso que estas coisas são muito importantes, outras nem tanto. Além do mais, apesar de certas coisas normalmente importantes para todos, como por exemplo a higiene, não comer o que faz mal, um ambiente nem frio nem quente, não sobrepor a estética ao bem estar (p.e., uso permanente de saltos altos), umas são manifestamente mais importantes para uns do que para outros, seguramente porque uns, nesta ou noutras vidas, já praticaram mais umas coisas do que outros. É por isso que o bom mestre não fala só do que lhe parece mais importante, mas, fala de tudo.
VIDA = IMPULSO VITAL
LIFE= VITAL IMPULSE
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ESPÍRITO
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O espírito não cheira, não come, não pensa, não toca, não dorme, não faz nada... nem sequer tem objectivos, e, no entanto é absoluto, omnisciente, omnipresente.

Tuesday, December 12, 2006

TODOS IGUAIS/TODOS DIFERENTES
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Todos os seres procuram não sofrer (eliminar a dor), ser felizes em todas as cirunstâncias, e, viver o máximo de tempo possível. Cada um à sua maneira.
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LETRAS
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As letras representam sons, e, os sons podem ter sete tons os quais podem ter várias durações, originando músicas/canções/textos mais ou menos belas, conforme a inspiração.
As palavras são conjuntos de letras que representam coisas, seres ou ideias.
As línguas são famílias de palavras com determinado alfabeto (símbolos\letras diferentes para os mesmos sons e regras (gramática).
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POESIA
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Poesia será a arte da combinação das palavras por significados e sons.

Saturday, December 09, 2006

TENTAÇÃO
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Pode ser tentador vivermos/fazermos como fazem os outros seres, comendo-se uns aos outros, enganando-se uns aos outros, mas, como temos mesmo sempre de viver é nunca fazendo mal a nenhum ser sensitivo a não ser em legítima defesa, e, fazermos sempre bem a todos os seres que o merecem. E, até prova em contrário, todos os seres merecem que lhes façamos bem.

Monday, December 04, 2006

RELUTÂNCIA
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É sempre com relutância que como o mais pequeno pedaço que seja de um ser sensitivo (com capacidade para a dor e para o prazer), mas, por vezes tem de ser: aparentemente, algum ser tem de ser sacrificado/castigado para benefício de outros e dele próprio. O problema é que, finalmente, é o castigador\sacrificador que é castigado/sacrificado!
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DESEJO
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O que desejo mesmo, por vezes, é conviver o menos possível com as pessoas, a fim de fazer o menos mal possível a todos os seres!
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INDEPENDÊNCIA
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Estou cansado,
Nada me interessa.
Tanta perda,
Tanto problema.
O melhor é nada fazer.
Morremos,
Renascemos,
Há bons e maus pais
Nada está dividido
Desejo muito ser independente,
Só arranjamos problemas
Ao resolver problemas
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EQUILÍBRIO
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Um alimento, sal ou miso, por exemplo, na quantidade certa sabe e faz bem; na quantidade errada, a mais ou a menos, fica sem sabor e causa problemas e dores. O mesmo se aplica às demais coisas da vida: sexo, descanso, trabalho, arte…
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ERRO!
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É um erro muito grande pensar-se que, por um animal nos ser inferior, podemos fazê-lo sofrer e matá-lo sem sofrermos, no mínimo, o equivalente sofrimento!
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O PROBLEMA E A SUA SOLUÇÃO
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O problema não é a morte, é a dor, é a fraqueza, é a ignorância…
Para o budismo, se entendo bem, quanto mais dependência, mais ignorância; quanto mais ignorância, mais esperança (só haverá uma esperança boa: a de nos tornarmos melhores); quanto mais esperança, mais medo; e, quanto mais medo, mais sofrimento. Mas, logo, nem sequer em nos tornarmos budistas dependentes haverá mérito!