Thursday, November 23, 2006

dzongsar jamyang khyentse, thubten chökyi yamtso
·a roda da vida
Estou certo de que muitos de vocês já viram a pintura da Roda da Vida. É uma pintura muito popular que vocês podem ver na frente de quase todos os monastérios buddhistas [tibetanos]. De fato, alguns eruditos buddhistas acreditam que esta pintura existiu antes mesmo das estátuas de Buddha. Este é provavelmente o primeiro símbolo buddhista que existiu.
A pintura é, de forma livre, uma representação da vida. Suponho que a curiosidade sobre a vida é uma grande curiosidade que nós temos. Mas a definição de vida é uma coisa bem diversa, então temos de chegar a um acordo mútuo sobre isto. Sei que muitos se referem a isto como a Roda da Vida, sidpa'i khorlo. Mas, realmente, a palavra tibetana sidpa não é realmente "vida". Sidpa realmente significa "existência possível" — talvez seja existente, talvez não, mas é possível que exista. Essa é uma interpretação da vida de acordo com o buddhismo. A interpretação em si é muito profunda, eu penso. E então khorlo significa "a roda", "o chakra", "a mandala", o que novamente em si mesmo possui algum significado profundo porque, quando falamos sobre "mandala", estamos falando sobre o caos; ao mesmo tempo, estamos falando sobre a ordem. Então, estamos falando sobre uma ordem caótica acerca da vida.
Eu estava perguntando às pessoas sobre a definição da palavra "vida". Há muitas definições, mas uma que me chamou a atenção foi "vir à vida", "tornar-se animado". Tenho um sentimento de que, quando falamos sobre "animado", estamos falando sobre algo como a consciência. Então, basicamente, quando falamos sobre "vida", penso que de algum modo estamos falando sobre algo que tem a ver com a mente, a consciência, o estado desperto. Vocês concordariam com isso?
Então, tudo bem, há esta pergunta: Qual é o propósito da vida? Mas antes de falarmos sobre o propósito da vida, o que é vida? Agora, de acordo com o buddhismo, a vida é nada mais é que uma percepção, uma percepção contínua. Isto tornou-se o assunto principal e fundamental dos ensinamentos buddhistas, que é ensinado de muitos modos diferentes, e um modo é através da pintura, eu suponho. Então, se olharem para a figura, vocês verão a interpretação buddhista da vida. Se perguntarem aos buddhistas, "O que é vida?", eles responderão, "É isto, isto é vida". De qualquer modo, como disse, a vida é uma percepção. Uma percepção do quê? Quem é o percebedor? O porco preto no centro. É muito difícil ensinar sobre isto. Isto tem sido o assunto principal dos estudos buddhistas porque vocês têm de definir o que é ignorância. No buddhismo, quando julgamos o que é ignorância e o que não é ignorância, não julgamos algo como ignorante ou mau baseado na moralidade ou na ética. Isto tem de ser julgado com base na sabedoria. Então, quando falamos sobre ignorância, estamos falando sobre uma mente que está no nível da anormalidade. Quando a mente está no nível da normalidade, então isso é sabedoria.
Brevemente, como vocês definem o que normal ou o que não é normal? A definição de Nagarjuna do que é normal é quando algo não é dependente. Se uma entidade depende de uma outra entidade, então nunca estamos certos se a cor ou a qualidade desta entidade presente é realmente a natureza última, porque ela é dependente de uma segunda entidade. Há sempre uma possibilidade de que a segunda entidade possa corromper a primeira entidade. Então, do mesmo modo, uma mente que é dependente de um objeto, uma mente que é dependente de todos os tipos de educação, influência, meditação, é uma mente anormal de acordo com Nagarjuna. Então, o que é uma mente normal? É quando vocês renunciam completamente a todos estes objetos, todas estas entidades das quais sua mente é total ou parcialmente dependente.
Então, agora vocês podem dizer que o porco, que representa a ignorância, é aquele que causa toda esta percepção. Esta não é a melhor pintura. Idealmente, o galo e a cobra deveriam ser vomitados da boca do porco, porque o porco faz nascer a paixão — o galo — e a agressão — a cobra. Agora, por favor, não venham com aquela mentalidade pequena sobre isto ser uma coisa politicamente incorreta, um porco representando a ignorância e assim por diante. Isto é um debate inútil! Por favor, vocês têm de entender que isto é um ensinamento simbólico. E, de algum modo, não sei por quê, os porcos sempre têm sido desafortunados. Os buddhistas têm representado os porcos como o símbolo da ignorância e os muçulmanos até mesmo se privaram de comê-los.
De qualquer modo, o porco representa a ignorância. Da ignorância vem a esperança, que é realmente como a mãe da paixão, e então da ignorância vem o medo, que é como a mãe da agressão. Então, temos três tipos de fatores mentais. É claro que o original é a ignorância, que faz nascer a agressão e a paixão. Então, vocês podem dizer que estes três são os que percebem as coisas. Estávamos falando sobre a percepção. Estes três percebem as coisas de muitos, muitos modos diferentes.
Às vezes, a partir da ignorância vem a esperança de querer ser bom. A partir deste querer sem bom, uma pessoa comporta-se ou manifesta-se de um modo compassivo e não-violento. Neste caso, as percepções dessa pessoa são mais saudáveis, então vocês podem dizer que este tipo de pessoa experiencia percepções como o reino humano, o reino dos deuses e o reino dos semideuses (ou deuses invejosos). Às vezes, a partir da ignorância vem a paixão ou agressão, que criam muita confusão — matam, roubam, destroem a si mesmo ou os outros e fazem nascer percepções não-saudáveis, dolorosas, agressivas. Isso é representado no que chamamos de "três reinos inferiores" — o reino do inferno, o reino dos fantasmas famintos e o reino animal. Então, estes são os seis reinos.
Aqui, há uma mensagem muito importante. Quando os buddhistas falam sobre o inferno, eles não estão falando de um lugar concreto em algum lugar sob a Terra. E quando falamos sobre o céu, não estamos falando sobre algum lugar onde tudo funciona. Não estamos falando de lugar ao qual se migra, basicamente. Quando falamos sobre ir para o inferno, não estão falando sobre ser punido. Penso que o conceito de punição é uma coisa muito nova para os buddhistas, realmente. Apesar de podermos dizer, "Se vocês fizerem tal e tal karma negativo, por causa deste karma negativo vocês irão para o inferno", não estamos falando que há alguém chamado "karma" que irá então forçá-los a experienciar os reinos inferiores como uma punição. Como falamos antes, é uma percepção, dependente da sua mente, dependendo do seu estado mental.
Vamos discutir os seis reinos. Já que o reino do inferno é o pior, vamos falar sobre ele primeiro, de modo que possamos tirá-lo do caminho. Isto é realmente muito profundo. No reino do inferno, todos os tipos de sofrimento são representados. No centro do reino do inferno senta-se Yamaraja, que é como o Senhor do Inferno. Um Hell's Angel [Anjo do Inferno], eu suponho, não uma Harley Davidson, mas sentado confortavelmente sobre um trono feito de crânios. A pergunta interessante é, "Quem é este cara?"
A partir de muitos textos Mahayana, sabemos quem ele é. Este é ninguém mais que o bodhisattva Manjushri. E quem é Manjushri? Manjushri é o símbolo da sabedoria. Então, novamente aqui, o Senhor do Inferno, que decide quem deve sofrer o quê, por assim dizer, é realmente a sua própria natureza última de sabedoria, sentada lá. Então, há coisas como ser queimado no inferno quente, cair na armadilha no gelo e nas montanhas de neve do inferno frio, e então há todos os tipos de animais.
Há uma coisa que preciso dizer a vocês. Uma das razões pela qual a Roda da Vida era pintada fora dos monastérios e sobre os muros (e foi realmente incentivada até mesmo pelo próprio Buddha) é para ensinar esta filosofia buddhista muito profunda de vida e percepção aos fazendeiros ou vaqueiros de mentes mais simples. Então, estas imagens sobre a Roda da vida são apenas para se comunicar com a audiência geral. O Senhor do Inferno, Yamaraja, segura um espelho. Novamente, isto é muito simbólico — para estarem livres do inferno, vocês não procuram por uma fonte externa, vocês olham para si mesmos: a meditação, como meditação shamatha ou meditação vipashyana.
Agora, há algo muito interessante sobre o reino do inferno. Dentro deles, vocês podem ver uma luz branca subindo, que simboliza que o inferno também é impermanente. Não é que, se vocês forem uma vez para o inferno, então é isso e não há mais saída. Não é assim. Afinal, é a percepção que vocês têm. Se mudarem sua percepção, vocês também podem sair do inferno. Então, há uma pessoa que é representada deixando o inferno.
Então há o reino animal, com todos os tipos de animais. Os tibetanos não viam muitos animais. Os australianos seriam melhores pintando este reino. Os animais nos oceanos e os animais sobre a terra — suponho que eles devem ter esquecido os animais no céu, como os pássaros.
E então há o reino dos fantasmas famintos. Os seres aqui têm um estômago muito grande, um pescoço muito fino e uma boca muito pequena, e estão sempre com fome e com sede, procurando por comida em todo lugar. De modo bem interessante, há alguns fantasmas famintos sentados lá que têm jóias, mas eles são tão mesquinhos que não as dão às outras pessoas. Claro que não! Mas também não as usam para si mesmos. Apenas as guardam para o próximo dia ou para o próximo ano.
Então há o reino dos deuses — castelos, garotas dançando, belas árvores que têm todos os tipos de ornamentos, pessoas passando sua vida apenas ouvindo música, tocando música, tomando banhos, tudo é muito perfeito.
E há o reino dos deuses invejosos. Eles são tão ricos quanto os deuses, mas têm um problema, que é a briga. Eles adoram brigar porque são invejosos todo o tempo. Por exemplo, eles lutam muito com os deuses. Esta árvore é chamada "a árvore que realiza desejos". Ela nasce realmente no reino dos deuses invejosos. Os deuses invejosos ficam ocupados tomando conta desta árvore, mas ela é tão grande que, quando dá flores e frutas, geralmente o faz bem lá em cima, e apenas os deuses podem alcançá-las. Então, o esforço de todos os deuses invejosos em tomar conta da árvore é desperdiçado. Isso realmente engatilha muita raiva e inveja, que então cria muita briga entre o reino dos deuses invejosos e o reino dos deuses. Tristemente, os deuses sempre ganham, mas os deuses invejosos simplesmente não desistem. Eles sentem que um dia poderão derrubar aqueles no reino dos deuses.
No reino humano, vemos sofrimento e dor — nascimento, morte, velhice, doença. Ao mesmo tempo, vemos pessoas se divertindo, por exemplo. Também vemos pessoas pensando, contemplando e descobrindo. Então, temos seis reinos. De forma livre, vocês podem dizer que, quando a percepção vem mais da agressão, vocês experienciam as coisas de um modo infernal. Quando a percepção é filtrada através do apego, agarramento ou avareza, vocês experienciam o reino dos fantasmas famintos. Quando a percepção é filtrada através da ignorância, então vocês experienciam o reino animal. Quando têm muito orgulho, vocês renascem no reino dos deuses. Quando têm inveja, renascem no reino dos deuses invejosos. Quando têm muita paixão, renascem no reino humano.
Mas a palavra "nascer" ou "renascer" significa muito. Ela não necessariamente significa que, bem agora, estamos todos no reino humano e que não estamos nos outros cinco reinos. Dependendo de qual tipo de karma criamos, nós podemos ir aos outros reinos. Se o karma para experienciar o reino do inferno for o mais forte, então, eu suponho, vocês mudarão esta forma e então, com uma outra forma. experienciarão o tipo infernal de percepção. Mas de acordo com o buddhismo Mahayana, os seis reinos são algo que podem acontecer no decorrer de um único dia!
Então, temos seis reinos. De forma livre, vocês podem dizer que quando a percepção vem mais da agressão, vocês experienciam as coisas de um modo infernal. Quando sua percepção é filtrada através do apego, agarramento ou avareza, vocês experienciam o reino dos fantasmas famintos. Quando sua percepção é filtrada através da ignorância, então vocês experienciam o reino animal. Quando têm muito orgulho, vocês renascem no reino dos deuses. Quando têm inveja, renascem no reino dos semideuses. Quando têm muita paixão, renascem no reino humano. Mas a palavra "nascer" ou "renascer” significa muito. Não necessariamente significa que, bem agora, estamos todos no reino humano e não nos outros cinco reinos. Dependendo de que tipo de karma criarmos, nós iremos para os outros reinos. Se o karma para renascer ou experienciar o reino do inferno for o mais forte, então vocês, eu suponho, mudarão esta forma e então, com uma outra forma, experienciarão um tipo infernal de percepção. Mas de acordo com o buddhismo Mahayana, os seis reinos são algo que pode acontecer no decorrer de um dia!
Por exemplo, quando acordam de manhã, vocês podem estar bem entorpecidos e meio estúpidos, ou ainda sonolentos. Talvez estejam atravessando o reino animal — passaram a última noite fora, ou uma noite sem dormir, ou deprimidos. Talvez, depois de acordarem, alguém que vocês não gostam telefona e o seu dia é arruinado na primeira hora da manhã. Então, vocês realmente ficam raivosos e isso é o reino do inferno. A fim de se livrar dessa situação infernal, vocês assistem televisão. Talvez aconteça de vocês assistirem SOS Malibu. Estou falando sobre um homem, aliás, um homem direito. Vocês se sentem um pouco nauseados com todas essas vistas no SOS Malibu. E então, talvez naquela hora, vocês atravessam o reino humano. Uma vez que terminem de assistir aquilo, vão dar uma caminhada e acontece que o seu vizinho, que efetivamente é bem velho e de aparência nerd, está caminhando em sua direção com a mais bela garota em seus braços. Então vocês sentem um pouquinho de inveja ou ciúme, "Meu Deus, de todas essas pessoas, ele?" Isso é o reino dos semideuses.
Depois disso, vocês vão a um protesto antiguerra, mas não necessariamente com uma boa intenção. É mais com a intenção de "Esta é a coisa politicamente correta a se fazer", e isso é arrogância, não é? E suponho que, quando vocês passando nesse protesto antiguerra, xingando alguns dos bodes expiatórios que elegemos com nosso próprio voto, isso é o que chamo de reino dos deuses — auto-retidão, um tipo de compaixão politicamente correto, uma atitude "faça a coisa certa". Isso é muito divino, muito, muito arrogante. E, provavelmente, em alguma hora durante o dia, vocês passarão uma hora legal, e esta hora legal vocês não vão querer compartilhar com os outros. Talvez este seja o reino dos fantasmas famintos. Então, quando falamos dos seis reinos, efetivamente estamos falando sobre experiências que podem vir no decorrer de um dia. Não é um lugar diferente.
Agora, o aspecto mais importante desta roda da vida é isto: onde quer que estejam — não importa se estejam no inferno, no céu, no reino dos fantasmas famintos ou onde quer que seja —, vocês estão sob uma lei, sob uma autoridade, sob um ditador. Quem é ele? É este homem horrível; estão sob suas garras, sob suas presas. Quem é ele? O Tempo. Este monstro representa o tempo. E o que é tão ruim quanto a ele? Oh, tempo significa incerteza, impermanência, mudança.
É claro, ele tem seus pontos positivos, mas geralmente não os percebemos muito. Por exemplo, vocês poderiam estar experienciando o reino dos deuses, mas isto é mutável. Se não mudar hoje, mudará amanhã. Poderiam estar experienciando o reino dos infernos — mutável! Neste caso, é uma boa notícia. Onde quer que estejam, incluindo a experiência dos três venenos (ignorância, paixão e agressão), isto é impermanente e isso é o tempo. Então, qual é o propósito de nossa vida? Livrar-se desta roda da vida. A liberação é quando você sai desta existência.
O que é que é liberado?
Boa pergunta — este porco. Então, portanto, a cobra e o pássaro também são liberados. Liberados do quê? Destes seis reinos. Trabalhar com a percepção é efetivamente o principal caminho do buddhismo. Tudo tem a ver com a percepção que está ditando sua vida, não é? Por exemplo, quando amam alguém, é uma percepção que está ditando seu romance, seu relacionamento. Se essa percepção é perturbada, mesmo que levemente, sua visão quanto a esta pessoa é definitivamente mudada. Talvez alguém finalmente lhes diga que uma pessoa que vocês namoraram por vinte anos tem um rabo que cresce em certo dia de lua cheia. E se vocês puderem ser convencidos disso, então sua percepção desta pessoa, que vocês namoraram por vinte anos, muda. Da próxima vez que ela telefonar, vocês terão de pensar duas vezes!Estas percepções são, muito livremente, divididas em seis. Isso é tudo. Efetivamente, os próprios buddhistas dizem que estas não são as únicas percepções que temos, mas isto é a generalização das percepções que temos. Trabalhar com a percepção é realmente a base fundamental do caminho buddhista, especialmente no Vajrayana. Por exemplo, nos ensinamentos dos sakyapas sobre o Caminho e Fruto, há todo um segmento chamado Visão Tripla e isto é muito ensinado lá.É muito estranho, até mesmo algumas culturas são mais orientadas a animais, algumas são mais orientadas aos deuses e algumas são mais orientadas aos humanos. Apesar, pelo benefício da comunicação, de termos dividido as percepções em “três reinos inferiores” e “três reinos superiores”, não estamos necessariamente dizendo que um é melhor que o outro. Os buddhistas não estão julgando. Vocês sabem por quê? Porque, de acordo com o buddhismo, qualquer um que esteja na pegada deste homem é inútil, esteja no reino dos deuses ou no reino do inferno. A hierarquia não tem muita importância aqui. São todos igualmente inúteis, igualmente sem importância. Alguém pode facilmente dizer que a guerra que tem acontecido na Palestina e Israel mostra o reino dos asuras, o reino dos semideuses. E se vocês virem a fome e inanição da Etiópia, da Índia ou de Bengala, vocês podem quase dizer que este é o reino dos fantasmas famintos. E se vocês virem a mente infinita, insaciável, que requer todos os tipos de brinquedos horríveis para estimulá-la, como couro, correntes e coisas assim, penso que vocês estão experienciando um pedaço do reino animal, não estão?Se falarmos sobre hierarquia, ou se precisarmos julgar o valor destes seis reinos, os buddhistas diriam que o melhor reino é o reino humano. Por que este é o melhor reino? Porque vocês têm uma escolha. De onde vem esta escolha? Os deuses não têm uma escolha. Por quê? Eles estão muito felizes. Quando vocês estão muito felizes, não têm escolha. Vocês se tornam arrogantes. O reino do inferno — sem escolha, muito doloroso. Quando vocês não estão muito felizes e não estão com muita dor, o que isso significa? Um passo mais próximo da normalidade da mente. E quando estão totalmente com dor, vocês também não experienciam a normalidade da mente. Então, alguém no reino humano tem a melhor oportunidade de adquirir essa normalidade da mente. E é por isto que nas preces buddhistas vocês sempre lerão — idealmente, possamos nos livrar deste renascimento, mas se não pudermos fazer isto dentro desta vida, possamos renascer no reino humano, não nos outros. O reino humano é preferível ao reino dos deuses.
O Sr. Tempo parece bastante imponente. Todo o objetivo disto é escapar do Sr. Tempo, livrar-se de suas garras?
Sim, isso é a liberação. Temos de ir além do tempo. Se nos liberarmos do tempo e do espaço, é isso. Teremos feito nossa tarefa. Não há passado, não há presente, não há futuro. Então não há Sr. Sigmund Freud. Não podemos pensar quanto à nossa infância passada e todas aquelas coisas!
Estamos começando a falar sobre os doze elos da originação interdependente, e a primeira coisa da qual falaremos é a ignorância. Já falamos sobre a ignorância, que é simbolizada pelo porco no centro da roda da vida. O que é ignorância? De modo muito simples, posso dizer que ignorância é, efetivamente, distração. Quando a mente é distraída por algo, então isso é ignorância. Todo o ato de se distrair é ignorância.
Baseado na teoria buddhista, a evolução da ignorância é uma idéia. Vamos pegar uma idéia abstrata, como uma mesa. Primeiro, criamos um rótulo como "uma mesa", mas esse rótulo é, efetivamente, uma entidade abstrata. Por exemplo, quando olhamos para uma mesa, vocês não vêm realmente uma entidade que é a "mesidade". Há pernas, há madeira, há pregos, tudo isso. Se desmontarem a mesa em partes, cada uma delas é um fenômeno diferente: madeira é madeira, prego é prego. Dentro do fenômeno "mesa", há muitas, muitas partes que não são necessariamente referenciadas como "uma mesa". Mas quando estão todas juntas, então há a idéia ou o rótulo de "uma mesa", e criamos essa mesa, criamos esse rótulo. Isso ainda está bem, isso ainda não é uma grande falha. A falha vem em seguida, quando vocês pensam que essa idéia abstrata não é abstrata, mas sim concreta; quando pensam que há efetivamente uma mesa existindo, realmente existindo. Entenderam?
Efetivamente, para colocar isto de modo muito simples, é apego ao rótulo. Ignorância é apego a um rótulo. A partir de toda esta rotulação — flores, mesa, cadeiras, terra, água, fogo —, há um rótulo que é provavelmente o mais perigoso. Não é apenas perigoso; ele tem o maior potencial, é o mais destrutivo, construtivo e, ao mesmo tempo, o mais elusivo. Basicamente, a raiz de todos os outros rótulos é o rótulo de "eu", de "mim mesmo".
Novamente, como a mesa à qual estávamos nos referindo anteriormente, quando dizemos "eu", estamos nos referindo a algo abstrato. Isso está bem; mas o que não está bem é o forte apego a este "eu", que é representado pela figura de uma pessoa cega [1] bem abaixo das presas do Tempo, o monstro irado. O que esta ignorância faz? O "eu" é essa forte noção que pode destruir todo o mundo se a ele for dado autoridade, equipamento, dinheiro, poder. Todos temos o potencial para sermos — e somos de nosso próprio modo — um pouco de Saddam Hussein, um pouco de Osama bin Laden, um pouco de George Bush, um pouco de Donald Rumsfeld. Todos nós temos esse potencial. Por quê? O apego ao "eu" é muito forte. Por que esse apego ao "eu" é tão forte? Porque, ironicamente, ele ainda não confirmou que existe, é por isso. É muito irônico, não é? Quando algo não está certo, vocês têm este impulso obsessivo de confirmá-lo. Têm de conseguir a confirmação. É por isso. E isso vem acontecendo para sempre. Esta incerteza — se o "eu" existe ou não — precisa ser confirmada constantemente e vocês precisam confirmá-la.
E o que vocês fazem? Vocês agem — fazem amigos, fazem compras, fazem sexo, usam chicotes e algemas, ou cera derretida, o que faz com que vocês realmente sintam que existem. Este é o segundo elo, a ação, que é representada por uma pessoa fazendo um pote [2]. Nos termos buddhistas clássicos, karma é ação. Quando estamos inseguros, vocês sabem como temos de fazer algo, desde tomar Prozac até fazer meditação, ou cantar mantras, o que quer que seja — todas estas são ações para provar que vocês existem. E quando falamos sobre estes elos, ele estão em um tipo de ordem. Mas não pensem que estas coisas demoram — como se primeiro houvesse a ignorância, e então houvesse uma pequena pausa, e então houvesse ação. Não é assim. É realmente, realmente rápido. É muito rápido, quase ao mesmo tempo.
No momento em que vocês têm a ação, ela é acompanhada pela consciência, que é representada por um macaco [3] — esperto, muito esperto, pulando todo o tempo, indo a todo lugar. Aqui, lá, vocês pensam que ele está aqui e no próximo minuto ele está lá. Mas, vocês sabem, esses macacos domados estão acorrentados com todos os tipos de cordas. Não importa o quão espertos eles sejam, eles ainda não sabem como desfazer estes elos e correm daquele que os abusam. Basicamente, a consciência emerge da ignorância. Os macacos são espertamente estúpido, isso é tudo. Eles são idiotas espertos. (É um tipo de injustiça quanto aos macacos!)
Então, o que aconteceu? Vocês precisam confirmar esta ignorância, esta insegurança. Vocês criam uma ação; a ação é acompanhada por esta consciência, como a consciência do olho, a consciência do ouvido, a consciência do nariz, a consciência da língua e a consciência do tato. Isto então se desenvolve nama e rupa, o que é representado na quarta imagem da roda da vida, nome e forma. Poderia ser João, Paulo, democracia, uma tendência ou uma moda. Mas estritamente falando, aqui há um bote que simboliza a identidade, e dentro do bote há cinco agregados que são representados pelos cinco viajantes [4]. Aonde quer que vá este rótulo, esta identidade, este tendência, de algum modo os cinco agregados, sem muita escolha, vão junto. Aonde eles vão? Eles não alcançam lugar nenhum. Apenas rodam e rodam neste oceano do samsara. Basicamente, estamos falando sobre construir a identidade, auto-identidade, si mesmo. Vocês agora construíram com sucesso uma identidade — mim mesmo, eu, buddhista, hindu.
Então, uma vez que construam isso, do que vocês precisam? Este "mim", este "eu", sem todo o resto, é inútil. Novamente, ele se tornará muito solitário. Ele precisa de um lugar para se distrair, para se ocupar, como um emprego ou um entretenimento, que é representado por uma casa vazia com cinco portas [5] — os objetos dos sentidos como visão, som, odor, sabor, toque. Com esta identidade, esta noção de "eu", atravessamos ou entramos nesta casa dos objetos dos sentidos. É uma casa vazia; não há nada dentro, mas pensamos que há algo muito valioso dentro dela. Ou, se acontecer de estarem dentro dela, vocês pensam que deve haver algo muito valioso do lado de fora, e então vão para fora. Então, isto faz nascer o quê? O contato [6]. Os tibetanos são incorrigíveis quando pintam; isto é supostamente um homem e uma mulher se beijando. Basicamente nos encontramos, temos contato entre o sentido e o objeto do sentido, a consciência e o objeto. Há o contato, e a que este contato conduz? Conduz ao sentimento, que é representado por ser cegado por uma flecha em um olho [7].
Vamos voltar ao "eu". Temos o "eu", a ignorância — inseguro e ao mesmo tempo muito, muito, muito orgulhoso. Muito egoísta, mas ao mesmo tempo muito inseguro, e por causa disso temos de fazer algo. Conforme fazemos, criamos consciência, forma, criamos um certo tipo de identidade, uma tendência ou algum tipo de moda à qual pertencemos. Sem a ajuda da forma, da tendência, deste sentimento, saímos para os objetos dos sentidos, e quando saímos, encontramos o objeto. No momento em que nos encontramos, então sentimos — não necessariamente sentimentos bons, às vezes sentimentos ruins. Um sentimento é criado. O sentimento conduz ao apego, que é representado por uma pessoa bebendo álcool [8]. Este "eu" inseguro está atravessando esta forma e sentimento, e toda esta identidade, e então encontramos um sentimento muito bom. Claro, cobiçamos por mais.
Mas às vezes encontramos contato ruim, sentimento ruim, e então cobiçamos dissipá-lo, para desfazê-lo, para ganhar algum tipo de vitória. Vocês sabem como somos tão apegados para consertar o problema, não somos? Em ambos os casos, basicamente, o que está acontecendo — estejam vocês simplesmente desfrutando a experiência, ou talvez não necessariamente desfrutando-a — é que há um tipo de sentido de vício para se liberar do problema, para consertar o problema. Em ambos os casos, vocês obtiveram cobiça, cobiça por mais.
A cobiça conduz ao tomar, que é representado por uma pessoa pegando alguma fruta [9]. Então tomamos — informações, posses, comida, bebida. Uma vez que vocês tomem, o tomar conduz ao apego que é simbolizado pela mulher grávida. Então vocês seguram o que cobiçam e o que acabaram de obter ao tomar. Esse segurar é o que chamamos de existência, e isso é representado pela mulher grávida [10], que então conduz ao nascimento [11]. O nascimento automaticamente conduz ao envelhecimento; o envelhecimento conduz à morte [12].
Estes são, brevemente, os doze elos da originação interdependente. O que estive explicando a vocês é apenas realmente, realmente o básico. Este é um assunto muito grande; ele é ensinado no Abhidharmakosha e no Abhidharmakosha-karika de forma realmente extensiva.
Não estamos apenas falando sobre uma evolução humana natural — primeiro a ignorância, então a ação e assim por diante. Definitivamente é isso, mas também estamos falando sobre o que acontece dentro de um instante. Quando vamos a uma cafeteria e pedimos um cappuccino, há ignorância, que conduz à ação, que conduz a tudo... Até vocês terminarem seu cappuccino, que é a morte, que então conduz a um aperitivo, a uma dor de cabeça ou alguma outra coisa. Em cada ação, em cada aspecto de nossa vida, há os doze elos da originação interdependente.

Wednesday, November 22, 2006

PENSAMENTOS BUDISTAS
"Não crie sofrimento. Pratique a virtude.Seja senhor de sua mente." (Buda)
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"Sua tarefa é descobrir o seu trabalho e, então, com todo o coração, dedicar-se a ele." (Buda)
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"O ódio não destrói o ódio, só o Amor destrói o ódio. Sêde como o sândalo, que perfuma o machado que o corta." (Buda)
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"O ódio nunca desaparece, enquanto pensamentos de mágoas forem alimentados na mente. Ele desaparece, tão logo esses pensamentos de mágoa forem esquecidos." (Sakyamuni)
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"Aquele que protege sua mente da cobiça, e da ira, desfruta da verdadeira e duradoura paz." (Sakyamuni)
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"Não viva no passado, não sonhe com o futuro, concentre a mente no momento presente." (Sakyamuni)
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"Não seja impaciente. A felicidade nem sempre está longe de si." (Jossei Toda)
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"Assim como as pedras preciosas são tiradas da terra, a virtude surge dos bons atos e a sabedoria nasce da mente pura e tranqüila. Para se andar com segurança, nos labirintos da vida humana, é necessário que se tenham como guias a luz da sabedoria e virtude." (Sakyamuni)
O OBJECTIVO
Claro que, todos concordaremos, o objectivo é não só não sofrer, como ter o máximo de alegria, felicidade ou prazer possíveis, o que, não pode ser atingido à custa do sofrimento de outros seres sensitivos, isto é com capacidade para a dor e para o prazer, claro. E, há felicidades mundanas e supra-mundanas. Segundo o Budismo, as supra-mundanas são a da libertação e da iluminação.
OH!
Oh, se nenhum ser desejasse mal e morte a outro ser!
Oh, se nenhum ser matasse outro ser!
Oh, se só desejássemos e só fizéssemos bem a todos os seres, que são nós próprios!
SORTE
Não haverá boa ou má sorte, haverá boas ou más consequências de boas ou más acções!
ELA
Sendo ela como é, não devemos chamar a atenção para, p.e., uma barata num restaurante.
ENGANO
Só a sabedoria vence o engano.
MENTE
Segundo o budismo, nem a mente/espírito nem o tempo tiveram início ou terão fim, e, qualquer outro ser vivo pode ter sido nossa mãe, pai ou nós próprios. Matá-lo é pois matar mãe, pai ou a si próprio…

Claro que, todos concordaremos, o objectivo é não só não sofrer, como ter o máximo de alegria, felicidade ou prazer possíveis, o que, não pode ser atingido à custa do sofrimento de outros seres sensitivos, isto é com capacidade para a dor e para o prazer, claro.

Tuesday, November 21, 2006

BUDA
Os ensinamentos do Budismo estão fundamentados em quatro nobres verdades:
1. Existência do sofrimento
2. A causa do sofrimento: os apegos humanos, como a cobiça, raiva, etc
3. A extinção do sofrimento: desapego
4. O caminho que leva a extinção do sofrimento: pratica do óctuplo . O caminho do óctuplo é um guia para alcançar o objetivo final do budismo, a liberdade e felicidade:
1. Visão correta
2. Pensamento correto
3. Fala correta
4. Ação correta
5. Meio de vida correto
6. Esforço correto
7. Atenção correta
8. Meditação correta

Monday, November 20, 2006


COMPREENDER
TO UNDERSTAND
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Compreender antes de diagnosticar, antes de projector, antes de aconselhar, antes de julgar, antes de decidir é de facto muito importante, mas, permanece ainda o facto de existirem coisas quase incompreensíveis, quase inaceitáveis.
Understand before diagnose, before project, before judge, before decide it is in fact very important, but, stays yet the fact that there are things almost incomprehensible, almost unacceptable.
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TO MASTICATE
MASTIGAR

To masticate well it’s very healthy.
Mastigar bem é muito saudável.

BENFICA
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Vi, na Televisão, em Montargil, o jogo Braga-Benfica. Não percebi porque teve o Quim de oferecer o 1º golo ao Braga. E, também não entendi porque prejudicou o senhor Benquerença mais uma vez o Benfica.
I saw, in TV, at Montargil, the game Braga-Benfica. I didn’t understood why Quim has to offer the first goal to Braga. And, I didn’t understood also why mister Benquerença damaged Benfica another time.

Sunday, November 19, 2006

RETORNAR
TO RETURN
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Há quase sempre coisas novas, belas e boas no(s) já visto(s). É por isso que voltamos. É por isso que há seres eternos ou quase!
There are always new, beautiful and good things in the already view. That is why we return. That is why there are eternal or almost eternal beings.

Friday, November 17, 2006

PLACES AND PEOPLE
LUGARES E PESSOAS

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Are not only father and mother who are so important as son or daugther. The sites, the places from where we came, where we are, to where we go are so important as us. And why? Because, if we can´t exist without fathers, also we can´t be without places.
Conclusion: even if we don´t believe that we have already been or will be, in others lives, our fathers’ s fathers, or that we have already stay or will stay in all the places, which places we helped or will help to make/to construct, we have to understand that we will be so much happy, how much better we treat and love our people, ourselves and our places.
Não são só o pai e a mãe que são tão importantes como o filho ou a filha. Os sítios, os locais donde vimos, onde estamos e para onde vamos são tão importantes como nós. E porquê? Porque, se não podemos existir sem pais, também não podemos existir sem sítios.
Conclusão: mesmo que não acreditemos que já fomos ou seremos, noutras vidas, pais dos nossos pais, ou que já estivemos ou estaremos em todos os locais, os quais ajudamos ou ajudaremos a fazer\construir, temos de compreender que seremos tanto mais felizes quanto melhor tratarmos e amarmos o nosso pessoal, nós próprios e os nossos lugares.

Wednesday, November 15, 2006


ACTUALIZAÇÕES
ACTUALIZATIONS
Há pessoas que parecem pensar que não há coisas muito importantes a aprender todos os dias, que bastará irmos (ou não irmos) à Escola\Conhecimento uma vez numa vida, ou, de tempos a tempos, mas, não é assim: temos de nos actualizar todos os dias, todas as horas...
There are people who seem to think there are not very importante things to learn every day, that it will be sufficient to go (or not to go) to School/Knowledge one time in a life, or, from times to times, but, it is not like that: we have to actualize us every day, every hour...

Tuesday, November 14, 2006


MENTALIDADE DA ABUNDÂNCIA
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“ MENTALIDADE DA ABUNDÂNCIA. O terceiro traço de carácter essencial ao Ganhar/Ganhar é a Mentalidade da Abundância, o paradigma de que existe abundância de tudo para todos.
A maior parte das pessoas estão profundamente marcadas com o que eu chamo a Mentalidade da Escassez. Elas vêem a vida muito pequena, como não havendo mais do que um bolo. E como se, caso alguém coma uma fatia maior, isso signifique menos bolo para todos os restantes. A Mentalidade da Escassez é o paradigma soma-zero da vida.
As pessoas com a Mentalidade da Escassez sofrem muito ao partilharem o reconhecimento e o crédito, o poder ou o lucro – mesmo com os que os ajudam na produção. Sofrem também bastante por não conseguirem ficar genuinamente felizes pelo sucesso de outras pessoas (um verdadeiro budista diria de todos os demais seres) – mesmo, e por vezes especialmente, dos membros da sua própria família e amigos chegados e associados. É quase como se alguma coisa lhes fosse tirada quando mais alguém recebe um reconhecimento especial ou por sorte ganha ou consegue alguma realização ou sucesso notáveis.
Embora possam verbalmente expressar felicidade pelo sucesso de outros, interiormente róiem-se todos. O seu sentido de auto-valor deriva de se compararem, e o sucesso de outros, de algum modo, significa o seu fracasso. Somente algumas pessoas podem ser estudantes de “A”; somente uma pessoa pode ser “número um”. “Ganhar” simplesmente significa bater, superar.
Frequentemente, as pessoas com uma Mentalidade de Escassez dão abrigo a esperanças secretas de que outros tenham azar – não um terrível azar, mas uma má sorte aceitável que os “mantenha no seu lugar”. Estão sempre comparando, sempre competindo. Gastam todas as suas energias a adquirir coisas ou pessoas a fim de aumentarem o seu auto-sentido de valor.
Querem que as outras pessoas sejam o que elas querem. Muitas vezes desejam cloná-las, e rodeiam-se de pessoas “yes-man” (que dizem sempre amén) – pessoas que não as desafiem, pessoas que são mais fracas do que elas.
É difícil para pessoas com uma Mentalidade de Escassez ser membros de uma equipa que se complementa. Olham para as diferenças como sinais de insubordinação e deslealdade.
Por outro lado, a Mentalidade da Abundância, flui de um profundo senso de valor e segurança pessoais. É o paradigma (conjunto de princípios explicativos da realidade) de que há abundância de tudo e todos e suficiente para distribuir por todos. O resultado é partilha de prestígio, de reconhecimento, de lucros, de influência de decisão. Abre possibilidades, opções, alternativas, e criatividade.
A Mentalidade da Abundância agarra na alegria, na satisfação e no cumprimento dos Hábitos 1, 2, e 3 e manifesta-os publicamente apreciando a singularidade, a direcção interior, a proactividade (positivismo) dos outros. Reconhece as possibilidades ilimitadas do crescimento e do desenvolvimento positivos e interactivos, criando uma nova Terceira Alternativa.
Vitória Pública não quer dizer vitória sobre outras pessoas. Significa sucesso na interacção efectiva que traz benefícios mútuos para todos os envolvidos. Vitória Pública significa trabalharmos juntos, comunicarmos juntos, fazermos acontecer conjuntamente as coisas que não podemos realizar trabalhando independentemente. E a Vitória Pública é um produto do paradigma da Mentalidade da Abundância.
Um carácter rico em integridade, maturidade e Mentalidade de Abundância tem uma genuinidade que vai muito para além da técnica, ou da falta dela, na interacção humana.
Um coisa que acho ser particularmente útil para ajudar as pessoas Ganhadoras/Perdedoras a desenvolverem carácter Ganhador/Ganhador é associarem-se com algum modelo ou mentor que realmente pensa Ganhar\Ganhar. Quando as pessoas estão profundamente “escritas” no Ganhar/Perder ou noutras filosofias e regularmente se associam com outros que estão “programados” do mesmo modo, têm poucas oportunidades para verem e experimentar o Ganhar\Ganhar em acção. Por isso recomendo-lhes a leitura de livros, como a inspiradora biografia de Anwar Sadat, Em Busca da Identidade, e verem filmes como Carruagens de Fogo ou peças como Os Miseráveis que nos expõem a modelos Ganhar\Ganhar.
Mas lembre-se: se procurarmos suficiente e profundamente dentro de nós próprios – para além do “programa”, para além das atitudes e comportamentos aprendidos - a verdadeira validação do Ganhar/Ganhar, como de todos os demais princípios correctos, está nas nossas próprias vidas.”
In: pgs. 219, 220 e 221 de “The 7 Habits of Highly Effective People”, de Stephen R. Covey, da Free Press .

WEIGHT AND HAPINESS
PESO E FELICIDADE

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There is no doubt no doubt, the excess, because lack of balance between the energy\food ingested and the spent energy, is a problem bigger and bigger in Ocident. In Orient and Africa the problem is the opposite.
But, possibly, this suffering can’t be solved simply with food help of rich countries to the poor ones: it is necessary that poor ones dare to give, at least to prove, to the riches, their good aliments, the same owing to do the riches with their delicacies in relation to the poors.
Não há dúvida, o excesso de peso, por falta de equilíbrio entre a energia/alimentos ingeridos e a energia gasta é um problema cada vez maioe no Ocidente. No Oriente e na África o problema é o oposto. Mas, possivelmente, este sofrimento não se resolve simplesmente com a ajuda alimentar dos países ricos aos países pobres: é preciso que os pobres também ousem dar, pelo menos a provar, aos ricos, alguns dos bons alimentos que só eles têm, o mesmo devendo fazer os ricos com as suas iguarias em relação aos pobres.

Monday, November 13, 2006

WEIGHT AND HAPINESS
PESO E FELICIDADE

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There is no doubt, the excess, because lack of balance between the energy\food ingested and the spent energy, is a problem bigger and bigger in Ocident. In Orient and Africa the problem is the opposite.
But, possibly, this suffering can’t be solved simply with food help of rich countries to the poor ones: it is necessary that poor ones dare to give, at least to prove, to the riches, their good aliments, the same owing to do the riches with their delicacies in relation to the poors.
Não há dúvida, o excesso de peso, por falta de equilíbrio entre a energia/alimentos ingeridos e a energia gasta é um problema cada vez maioe no Ocidente. No Oriente e na África o problema é o oposto. Mas, possivelmente, este sofrimento não se resolve simplesmente com a ajuda alimentar dos países ricos aos países pobres: é preciso que os pobres também ousem dar, pelo menos a provar, aos ricos, alguns dos bons alimentos que só eles têm, o mesmo devendo fazer os ricos com as suas iguarias em relação aos pobres.
CAMPEONATO DISTRITAL DE FUTEBOL SENIOR DE PORTALEGRE
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Jornada 9
J Data Local Res. Visitante
9 11-11-2006 Monfortense 1 - 0 Montargilense
9 11-11-2006 Povoa e Meadas 0 - 1 Arronches Benf.
9 12-11-2006 Esperança 1 - 4 Fronteirense
9 12-11-2006 Estrela 2 - 1 Castelo Vide
9 12-11-2006 Gafetense 1 - 1 Campomaiorense
9 12-11-2006 Gavionenses 1 - 2 Alpalhoense
9 12-11-2006 Sto. Amaro 0 - 0 Portalegrense

Fonte: Rádio Portalegre

Sunday, November 12, 2006

WITHOUT A SHADOW OF DOUBT
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Without doubt God gives the sun, the rain, life, happiness… to all beings, are they justs or injusts, competents or incompetents, upright or nor upright, but, also gives burns, flash fluds, sorrows and death to all…
As although God don’t rejoice with neither suffer nor death of any sensitve being, He(Her) must be doing the best to finish with suffer and death, the same having us the responsibility to do.
SEM SOMBRA DE DÚVIDA
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Sem dúvida que Deus dá o sol, a chuva, a vida, a alegria… a todos, sejam justos ou injustos, competentes ou incompetentes, íntegros ou não íntegros, mas, também dá queimaduras, enxurradas, tristezas e morte a todos…
Como Deus não se regozija todavia nem com o sofrimento nem com a morte de nenhum ser sensitivo, Ele(a) deve estar a fazer todos os possíveis para acabar com o sofrimento e a morte em geral, o mesmo devendo nós fazer também.

Saturday, November 11, 2006

O VELHO E O NOVO
THE OLD AND THE NEW
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É tão importante conhecer novas pessoas, novas situações, novos seres, novas ideias, novos sabores, novas músicas, novas vistas, novas experiências... como continuar com as antigas.
It is so important to know new people, new situations, new beings, new ideas, new flavors, new musics, new sights, new experiences... as to go on with the old ones.

Friday, November 10, 2006


PROJECTOS MONTARGILENSES
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Há muito tempo que os Montargilenses têm bons projectos para a sua Terra – estas coisas passam de pais para filhos e não só – a serem também atingidos com os nossos amigos, lembro-me, p.e., da Drª. Leonor Beleza, nos campos da saúde, do desporto, do ensino, do trabalho, da produção, da cultura, da segurança, do lazer…
A despromoção política, aparentemente injusta de 1855, que nos fez passar de concelho antigo, como Galveias, a freguesia longínqua, mais ao tempo do que hoje, mas ainda longínqua, de Ponte de Sôr, foi um retrocesso na sua realização. Mas, não desistimos.
E, digo aparentemente injusta porque, dos únicos documentos que temos sobre o assunto, Actas da Câmara Municipal de Montargil, se poderá concluir:
1 - A despromoção terá sido um castigo (Acta de 15 de Julho de 1836: “… sendo informados que a Junta Geral do Distrito se vai reunir com o fim de se ocupar na Decisão dos Concelhos Julgados…”;
2 – A despromoção terá sido um castigo injusto, pois, Montargil em toda a guerra liberais/absolutistas – D. Pedro IV\D. Miguel, vencida pelos liberais, sempre esteve do lado da Rainha D. Maria II, filha de Pedro IV, tendo inclusive morrido um soldado da Guarda Nacional de Montargil – Francisco Ferreira Guerra, aquando de um ataque das Galveias e outros, possivelmente em 17 de Agosto de 1835 (Carta da Câmara à Rainha).

(LOVE AND FRIENDSHIP)
AMOR E AMIZADE

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In the meanwhile, of course, as there exist always the ideal quantity and quality of reward to every being and persons, as much time we go on with the incondicional friendship or love and cooperation, to all, the better. But competition, if it isn’t barbaric, will be also good, helps also us to progress.
(Entretanto, certamente, como existem sempre a quantidade e qualidade ideais de recompensa para todos os seres e pessoas, quanto mais tempo continuarmos na amizade e no amor incondicionais e cooperação, para com todos, tanto melhor. Mas a competição, se não for selvagem, será também boa, ajudando também ao nosso progresso.)

Wednesday, November 08, 2006

AMIGO\Friend
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Amigo comenta primeiro o seu ponto fraco, antes de comentar o do amigo.
Friend coments first his weak point, before he coments that one of his friend.
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INCONDICIONAL LOVE
AMOR INCONDICIONAL
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O amor incondicional apenas existe, apenas pode existir temporariamente, para as coisas continuarem a andar bem, porque ainda há seres novos, fracos, com pouco amor. Sugerir o contrário é ignorância.
Incondicional love only exist, only can exist temporarily, to the things to continue to walk well, because there are yet new, weak, with little love beings. To sugest the oposit it is ignorance.
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MATURITY/Maturidade
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We can’t never forget that, whenever there are two sides – live and death – the child came later from the other side than the adult, being so more actualized about it.
Não nos podemos nunca esquecer de que, enquanto houver os dois lados – vida e morte – a criança veio há menos tempo do outro lado do que o adulto, estando portanto mais actualizada sobre ele.

Names\NOMES

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Names and nicknames, as all and all, have a story, and, they say or recant part or almost everything from what/whom they identify and describe. So, for example, a person can be named War, and, to be bellicose or not to be nothing given to wars, and, can have the name of Pacific and be nothing pacific.
In this way, and, not being that the person has degenerated or perfectionated in the meanwhile, can very well be that we find a lot of similarities, f.e., between the first Abel or the first Jezabeel, and, a Jezabeel or an Abel whom exist in actuality.
And, as names are formed by letters, it is convinient to have also present the meaning of these, as it is, for Ocident, f. e., in the site below.
Os nomes e alcunhas, como tudo e todos, têm uma história, e, dizem ou desdizem parte ou quase tudo do que/quem identificam e descrevem. Assim, p.e., uma pessoa pode chamar-se Guerra, e, ser belicosa ou não ser nada dada a guerras, e, pode ter de nome Pacífico, e, não ser nada pacífica...
Deste modo, e, a não ser que a pessoa\ser se tenham degenerado ou aperfeiçoado entretanto, pode muito bem acontecer que encontremos muitas semelhanças, p.e., entre o primeiro Abel ou a primeira Jezabel, e, uma Jezabel ou um Abel que existam actualmente.
E, como os nomes são formados por letras, convém também termos presente o significado destas. Recordo alguns significados de letras usadas no Ocidente:
“ALEF - BEIT são as duas primeiras letras do Hebraico. ALFA e BETA em Grego e A e B nas línguas latinas.
Nós mencionamos que a invenção do alfabeto trouxe um tremendo impulso a comunicação escrita pela facilidade de associação entre um símbolo e um som.
Os símbolos que nós vamos lhe apresentar neste site são conhecidos como a escrita de imprensa, que é a forma de que foi feita a Bíblia.
No grego, o nome das letras perderam o seu significado, mas em hebraico, grande parte das letras conservam o significado original.
Vamos mencionar algumas letras para que você saiba de quais objetos elas derivam.
ALEF (a) - significa touro
BEIT(b)- significa casa
GUIMEL(g) - significa camelo
DALET (d) - sgnifica porta ou entrada
Os cananitas representavam o símbolo mais próximo possível do objeto a que ele se referia, ao longo dos séculos os sinais mudaram de forma progressiva, as vezes adquirindo uma forma bastante diferente do original.
Os símbolos do alfabeto Cananita foram modificados na Síria onde se falava o Aramaico. Quando o Aramaico se tornou um idioma internacional foi necessário deixar os símbolos antigos da escritura cananita e adotar os sinais do Aramaico.
Obviamente por também ser uma língua semítica o princípio da escritura alfabética no aramaico era o mesmo. Isto ocorreu mais ou menos nos dias de Esdras e Neemias.
Antes de apresentarmos a forma atual dos símbolos do alfabeto hebraico, vamos mencionar mais algumas letras para que você possa saber da sua origem.
YOD (i)- equivale a palavra mão
CAF (K)- significa palma da mão, dando a idéia de cobertura
MEM (m)- equivale a palavra hebraica água, e o seu símbolo original se assemelhava a uma onda do mar.
NUM (n)- provavelmente representava a palavra serpente, sendo que a sua forma cananítica é semelhante a representação da serpente nos hieróglifos egípcios
AINE (h?)- significa em Hebraico olho
PEI (p)- significa boca
COF (q?)- equivale a palavra hebraica para arco e sua forma original se assemelha a figura de um arco com a sua flexa
REISH (r)- equivale a palavra hebraica ROSH que significa cabeça, lembrando em sua forma primitiva a figura de uma cabeça de perfil.
SHIN (sh)- equivale a palavra hebraica SHEN, que significa dente. Sua pronúncia e grafia lembram este fato.
TAV (t)- equivale a palavra aposento, compartimento (especialmente no Templo)”
Fonte: http://www.descobrindo.com.br/iniciacao.htm

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O PRAZER DO DEVER
THE PLEASURE OF DUTY

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Ninguém me tira da cabeça que a máxima norteadora da vida de todos os seres sensitivos é: evitar a dor and ter felicidade/gozo com justiça. Neste sentido, do cumprimento do dever vem grande alegria, mesmo que não seja logo.
Nobody takes it out of my head that the maximum that guides the life of all sensitive beings is: to avoid pain and to have happiness/joy with justice. In this sense, from the duty accomplishement comes great pleasure, even if it isn’t next, next.

Tuesday, November 07, 2006


VALORES E AMIZADE/VALUES AND FRIENDSHIP
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Por vezes pergunto-me se Cristo não é uma reencarnação do Buda, pois, após tudo o que de bom aprendi com Cristo, nomeadamente o respeito por Deus, a justiça e a amizade com os amigos, foi com Buda que aprendi que não só os animais não existem para a nossa satisfação pessoal, como, são seres em evolução, eventualmente em involução como nós, como, nas nossas muitas reencarnações podemos já ter sido ou vir a ser muitos animais, e, pessoas, claro...
I ask me sometimes if Christ is not a reincarnation of Budha, considering that, after all good that I learned with Christ, namely respect for God, justice and friendship with friends, it was with Budha I learned that not only animals don’t exist to our personnal satisfation, as they are beings in evolution, eventually in involution like us, as, in our many reincarnations we can already have been or coming to be many animals, and, persons, of course...

Monday, November 06, 2006

PREVENÇÃO\PREVENTION
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To make what is not urgent but is important, it is one of the secret of well living, of wisdom and of prevention.
Fazer o que não é urgente mas é importante, eis um dos segredos do bem viver, da sabedoria e da prevenção.

Friday, November 03, 2006

PLEASURE/PRAZER
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Of course, we can’t go for pleasure at any cust: we must accomplish our duties implicated on our relationships. But, nobody takes this away of my mind: we exist to be happy, always!
Claro que não podemos andar atrás do prazer a qualquer custo: temos de cumprir os nossos deveres implicados nas nossas relações. Mas, ninguém me tira isto da cabeça: nós existimos para ser felizes, sempre!
NEGATIVE ENERGY\ENERGIA NEGATIVA
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Matar animais também é acumular energia negativa e destrutiva, causadora de dor, ao invés de verdadeiro e duradouro prazer, o mesmo acontecendo a quem os come a não ser em último caso.
To kill animals is also to acumulate negative and destrutive energy, which causes pain instead of true and abiding pleasure, the same hapening to whom who eat them not being in the ultimate case.

Thursday, November 02, 2006

HOW GOOD...
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How good it is to love all beings...

Wednesday, November 01, 2006

IT’ S NO USE/NÃO ADIANTA
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It’ s no use to argue with a very egoist and little just person or being: only suffer, which we don’t wish to her, can correct them.
Não adianta nada argumentar com uma pessoa ou ser muito egoístas e pouco justos: só o sofrimento, que não lhe desejamos, os pode corrigir.
PAIN/DOR
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In the meanwhile, pain in itself isn’t bad, of course: let us see the case, f.e., of urinary bladder or intestine\anus pains, advertising us to go to W. C. or camp. But, pleasure can put itself in the middle, that’s it!
Entretanto, a dor em si mesma não é má: vejamos o caso, p.e., das dores da bexiga ou dos intestinos/ânus, avisando-nos para irmos à W.C. ou campo. Mas, o prazer pode pôr-se no meio, é isso!


PRINCÍPIOS DE VIDA
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Os nossos princípios e objectivos de vida são simples e claros:
1 – Não sofrer;
2- Não fazer sofrer nenhum ser com capacidade para a dor e o prazer;
3 - Viver com inspiração e alegria;
4 - Dar alegrias e prazeres;
5 – Ser justo;
6 – Fazer coisas boas, saudáveis, sábias, belas, alegres, perfeitas e justas;
7 – Impedir injustiças.
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PRINCIPLES OF LIFE
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Our principles and objectives of life are simple and clear:
1 – Don’t suffer;
2 – Don’t make suffer any being with capacity to pain and pleasure;
3 – To live with inspiration and happiness;
4 – To give joies and pleasures;
5 – To be just;
6 – To make good, healthly, beautiful, happy, perfect and just things;
7 – To impede injustices.

Tuesday, October 31, 2006

ÚNICOS/UNIQUES
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Num sentido, nenhum ser é insubstituível: há sempre outro ser que pode fazer o que ele faz; mas, noutro sentido todos os seres são insubstituíveis: há sempre alguma coisa que um ser faz melhor do que todos os outros.
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In a sense, no one being is irreplaceable: there is always another being who can do what is does; but, in other sense all beings are irreplaceable: there is always something that a being does better than all others beings.
O QUE ME PREOCUPA/WHAT WORRIES ME
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O que me preocupa são os seres que ou aberta ou escondidamente sofrem, normalmente porque fazem sofrer.
What worries me are the beings that or openly or hidenly suffer, normally because they make suffer.

Monday, October 30, 2006

END OF SUFFER\FIM DO SOFRIMENTO
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Of course the direct effecter of suffer, suffers much than the indirect effecter.
Claro que o causador directo do sofrimento sofre mais do que o causador indirecto.

Sunday, October 29, 2006

END OF SUFFER\FIM DO SOFRIMENTO
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To rear animals, to fatten them or to catch them, to deceive them, to make them suffer, to kill them and to eat them… And, the problem is in making the suffering. While we make suffer, directly or indirectly, the question is so simple like this, to whom being it may be, under what pretext it be, how can suffer end?
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Criar animais, engordá-los, ou apanhá-los, enganá-los, matá-los e comê-los… E, o problema está em fazer o sofrimento. Enquanto fizermos sofrer, directa ou indirectamente, a questão é tão simples como isto, seja a que ser for, sob que pretexto for, como pode acabar o sofrimento?

GANHAR
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It is convenient to have always something to win, even if we lost. And, in ultimate analysis, all resumes to relations , as is naturally…
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WIN
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É convenient ter sempre alguma coisa para ganhar, mesmo que percamos. E, em última análise, tudo se resume a relações, como é natural…
GANHAR
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It is convenient to have always something to win, even if we lost. And, in ultimate analysis, all resumes to sex relations, as is naturally…
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WIN
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É convenient ter sempre alguma coisa para ganhar, mesmo que percamos. E, em última análise, tudo se resume a relações sexuais, como é natural…
WIN
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Convém termos sempre alguma coisa para ganhar, mesmo que não ganhemos. E, não parece que, em última análise, todas as situações are like sex?
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GANHAR
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It is conveniente to have always something to win, even if we don't win. And, doesn't it seems that, in ultimate analysis all situations are like sex?

Saturday, October 28, 2006

ALWAYS HAPPY/SEMPRE FELIZ
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Há quem fique alegre quando ganha e triste quando perde, mas, também há quem esteja alegre tanto quando ganha como quando perde (só ganha sempre quem pouco ganha). E, convém termos sempre alguma coisa para ganhar, mesmo que não ganhemos...
There are persons who stay happy when they win and sorry when they loss, but, there are people who are happy whenever they win and whenever they loss (only win always who little wins). And, is it convenient to have always something to win, even if we don´t win...

Friday, October 27, 2006

PROBLEMAS
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Não devemos preocupar-nos excessivamente com os problemas, nem pensar que só os resolvemos quando deixamos de nos preocupar com eles.
Eventualmente, até o tempo influenciamos.
We must not worry to much with problems, and don't think that we only resolve them when we cess to worry with them.
Eventually, we influence even weather.

THE PRIORITY/A PRIORIDADE
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There at least two great wars in course, that one of people against people, and that other between animals and people. How many hundreds of thousands of people don’t suffer and die all days because of ilnesses provoked by virus and germs? And, are not these animals?
Put and end to all wars is then the priority, and, in the center of our thought, desire and action must always be the elimination of suffering of all sensitive beings, and, the increase of their well-being.
Considering this, the priority for many, for now, can very well be go and play in Euromillions!
Há pelos menos duas grandes guerras em curso, a de pessoas umas contra as outras, e, a de animais e pessoas uns contra os outros. Quantas centenas de milhares de pessoas não sofrem e morrem todos os dias com doenças provocadas por virus e bactérias? E, não são estes animais?
Acabar com todas as guerras é pois a prioridade, devendo, no centro do nosso pensamento, desejo e acção estar sempre a eliminação do sofrimento de todos os seres sensitivos, e, o incremento do seu bem estar.
Considerando isto, a prioridade de momento para muitos, pode muito bem ser ir jogar no Euromilhões!

Thursday, October 26, 2006

CONTROL/CONTROLO
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Há quem só pense/deseje controlar tudo e todos, pouco se importando com o bem estar de todos os seres e tudo. Isso tem um nome de facto abominável: fascism or social-fascism!
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BALANCE\EQUILÍBRIO
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We have to balance everytime external and internal conditions.
Temos de equlibrar a todo o momento as condições internas e externas.

http://vilademontargil.blogspot.com/
HAPINESS\ALEGRIA
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Somos um só e dividimo-nos, e, somos dois e juntamo-nos, dependendo das necessidades e da sua satisfação. Alegramo-nos pois tanto com a união como com a divisão.
We are one and we divide ourselves, and, we are two and we joint together, depending on necessities and their satisfation. We are so happy with union and with division.

Wednesday, October 25, 2006

INTER-RELAÇÕES
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Os patrões devem tratar os empregados como querem que eles tratem os seus melhores clientes, e, os empregados devem tratar os patrões como querem que eles tratem os seus melhores amigos. O mesmo se aplica a chefes, subalternos e utentes.
Bosses must treat employers as they want they treat their best clients, and, employers must treat bosses as they want they treat their best friends. The same applies to chiefs, subalterns and users.
DEFICIÊNCIAS/ANIMALS
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Clearly, there are many animals that give less work than certain human deficients. Don’t come so than with that, that animals, beings with capacity for pleasure and pain, exist for us to dominate, to make of them what we desire! And, to be born deficient or to have deficients only can be a punishement for past errors, in this or in past lives, which is better to accept and correct in good willing, to cess, not to aggravate the problem!
Manifestamente, há muitos animais que dão menos trabalho do que certos deficientes humanos. Não venham pois com essa de que os animais, seres com capacidade para a dor e para o prazer, existem para os dominarmos, para fazermos o que quisermos deles! E, nascer-se deficiente ou ter deficientes só pode portanto ser um castigo por erros passados, nesta ou noutras vidas, o qual é melhor aceitarmos e corrigirmos de boa vontade, a fim de cessar, não se agravar o problema!
SEXOS/SEXS
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Uma interdependência muito importante é a dos sexos, já que não pode existir reprodução, e, continuidade da vida, portanto, sem eles. Ora, como todas as interdependências, também esta se completa, contribuindo, quando funciona bem, para o bem estar de todos os seres e coisas. Por outro lado, só mesmo um(a) deficiente\dependente passará a vida a a cusar os outros pelas suas infelicidades.
An interdependence very importany is that of the sexs, considering we can´t have reprodution and continuum of life without them. And, as all interdependences also this one complets itself, contributing, when it functions well to the well-being of all beings and things. On the other and, only a deficient/dependent will pass one life acusing others for her(his) unhappiness.

Tuesday, October 24, 2006



ÁLCOOL
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It is difficult to understand why people so intelligent, a.f.e., Fernando Pessoa, suffer so much and die because of alcohol.
Não se percebe porque pessoas tão inteligentes, c.p.e. Fernando Pessoa, sofrem e morrem por causa do álcool.
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INTERDEPENDENCE
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Pode ser que contemos pouco, mas, mesmo assim contamos: até seres invisíveis, como as bactérias e os vírus contam, e, como eles podem contar, e moscas e mosquitos também. E, claro, a morte pode ser também um castigo. Mas, quando não falhamos, com a graça de Deus, a morte como castigo cessa.
Maybe we count little, but, even so we count: even invisible beings, as bactérias and vírus count, and how they can count, and flies and mosquitos also. And, of course, death can also be a punishement. But, when we don’t fail, with the grace of God, death as punishement cess.
Nota: a dependência é muito clara, p.e., numa criança ou num deficiente. Depois há a independência: em particular os dependentes ou oprimidos querem a independência. E, por fim, descobrimos a interdependência. Tudo e todos somos interdependentes, não ver isto é sofrer.
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STEPHEN R. COVEY
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“ Se eu fosse fisicamente dependente – paralítico, aleijado ou limitado de algum modo fisicamente – precisaria que você me ajudasse. Se fosse emocionalmente dependente, o meu senso de valor e de segurança adviria da sua opinião a meu respeito. Se você não gostasse de mim, isso podia ser devastador. Se eu fosse intelectualmente dependente, esperaria que você pensasse por mim nos assuntos e problemas da minha vida.”
If I were physically dependent – paralyzed or disabled or limited in some physical way – I would need you to help me. If I were emotionally dependent, my sense of worth and security would come from your opinion of me. If you didn’t like me, it could be devastating. If I were intellectually dependent, I would count on you to do my thinking for me, to think through the issues and problems of my life.”
In: pg. 49 de “The Seven Habits of Effective People”, do autor em epígrafe, Free Press.
" A justiça sem a misericórdia é tirania. A misericórdia sem justiça é tolerância, complacência com o delito."
In: http://www.divinaciencia.com/fim.php
A FORÇA\THE FORCE/LA FORCE
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Não há mal algum no uso da força, desde que controlada.
There isn't anything wrong in the use of force, if it is contoled.
Il n'y a pas aucune chose mauvais en l'use de la force, si elle est controllée.

Monday, October 23, 2006

ARRISCAR EM SEGURANÇA
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Como é lógico, os riscos de projecção dos desejos subconscientes é tão real nas progressões como nas regressões, ambas implicando reencarnações. O que de modo algum nos deverá afastar de as fazer. E, pode ser tão difícil conhecer com exactidão o passado como o futuro, o que, também não pode ser um desincentivo às pesquisas e ao estudo, antes pelo contrário!
Também é natural que o Universo e os mundos morram, depois de uma vida mais ou menos longa (éons), como nós, para voltarem a renascer. Isto é bem conhecido no Oriente.

PESSOAS E ANIMAIS
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Hoje, dia em que foi a cremar a mãe de um colega de Serviço, vi, em Lisboa, um pombo, também há um colega com o nome de Pombo, agonizando de morte, um colega recentemente reformado chama-se Morte, e, há um jogador de futebol de nome Paulo Vida, aparentemente por atropelamento automóvel. O pombo, que a senhora não a conhecia, mas, talvez conhecesse a colega, Conceição Jacob, que levantou o dinheiro para as flores, contorcia-se na via pública, no estertor da morte, com a cabeça quase desfeita, o treinador do Montargilense é o senhor Cabeças, e, após uns rapazes que passavam repetirem para o pombo: salva-te! Salva-te!... um carro desviou-se dele, tendo de seguida um sujeito tirado o pombo para o passeio.
A agonia do pombo parece ter sido atenuada pelos vários gestos e preocupações dos intervenientes referidos, sendo que após um estremecimento final o pombo morreu.

DR. WEISS

O seu trabalho é muito bom. O de Cristo também. Mas, o de Buda parece-me ser o melhor de todos, pois, é o único que vê que só deixando nós de fazer mal não só a pessoas como também a todos os seres/animais sensitivos, pode acabar o sofrimento. E, não é só acabar com o sofrimento, é instaurar por toda a parte o prazer e o bem estar espirituais, mentais e físicos.

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DR. WEISS

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Your work is very good. The same to the work of Christ. But, the work of Budha seems to be the best of all works, because, is the only one that sees that only if we cess to do bad not only to people but also to all beings/animals sentives, can suffer cess. And, it not only to cess with suffering, it is to install everywhere spiritual, mental and fisical pleasure and well-being.

Sunday, October 22, 2006

FUTEBOL DO DISTRITO DE PORTALEGRE (22-10-2006)

MONTARGILENSE 1 – FRONTEIRENSE 4
AMOR\ÓDIO
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Amor e apego por uns e desprezo, nojo e ódio por outros não pode ser, até porque o amigo de hoje pode ser inimigo amanhã, e, o inimigo de hoje pode ter sido amigo ontem.
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DESEJO
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Não tem mal nenhum desejar mais e melhor, antes o devemos fazer, desde que tal desejar não seja descontrolado. Parece-me mesmo que as coisas estão feitas para isso, e bem, logicamente. Não o fazer só pode pois ser um erro.
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DEUS
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Eu sei que todas as pessoas podem deixar de matar os animais, mesmo para se alimentarem, e que seremos então muito mais felizes. Deus não é Deus de sofrimento de nenhum ser vivo: Deus é deus de prazer e alegria de todos os seres sensitivos.
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MORTE
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Nem o nascimento nem a morte têm de ser dolorosos. Morrer pode ser como dormir. E, como pode ser bom o dormir, desfrutando de um belo descanso e de sonhos maravilhosos!
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EXAGEROS
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Um exagero é sempre um exagero, e, como tal, prejudicial. Venha donde vier, seja no que quer que for!
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DOIS/UM
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Somos dois porque somos um; não avançamos nem melhoramos um sem o outro(a). Sem ti eu não evoluo\melhoro\sou mais feliz; sem outra ou sem mim tu não melhoras/és mais feliz/evolues.
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TRUE LOVE/VERDADEIRO AMOR
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Maybe we speak a lot of love, because we have yet a little love.
Maybe animals are inferior, but, if superiors don’t love truly inferiors, who will love them?
Talvez falemos muito de amor, porque amamos ainda pouco.
Talvez os animais sejam inferiores, mas, se os superiores não amarem verdadeiramente os inferiores, quem é que os amará?

Friday, October 20, 2006

TRUE LOVE/VERDADEIRO AMOR
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Maybe we speak a lot of love, because we have yet a little love.
Maybe animals are inferior, but, if superiors don’t love inferiors, who will love them?
Talvez falemos muito de amor, porque amamos ainda pouco.
Talvez os animais sejam inferiores, mas, se os superiores não amarem verdadeiramente os inferiores, quem é que os amamá?

Thursday, October 19, 2006

BUDA

Buda (sânscrito-devanagari: transliterado Buddha, que significa Desperto, Iluminado, que vem do radical "Budh", despertar) é um título dado na religião budista àqueles que despertaram plenamente para a verdadeira natureza dos fenômenos e se puseram a divulgar tal redescoberta aos demais seres. "A verdadeira natureza dos fenômenos", aqui, quer dizer o entendimento de que todos os fenômenos são impermanentes, insatisfatórios e impessoais. Tornando-se consciente dessas características da realidade, seria possível viver de maneira plena, livre dos condicionamentos mentais que causam a insatisfação, o descontentamento, o sofrimento.
Do ponto de vista da doutrina budista clássica, a palavra "Buda" denota não apenas um mestre religioso que viveu em uma época em particular, mas toda uma categoria de seres iluminados que alcançaram tal realização espiritual. Pode-se fazer uma analogia com a designação "Presidente da República" que refere-se não apenas a um homem, mas a todos aqueles que sucessivamente ocuparam o cargo. As escrituras budistas tradicionais mencionam pelo menos 24 Budas que surgiram no passado, em épocas diferentes.
O Budismo reconhece três tipos de Buda, dentre os quais o termo Buda é normalmente reservado para o primeiro tipo, o Samyaksam-buddha (Pali: Samma-Sambuddha). A realização do Nirvana é exatamente a mesma, mas um Samyaksam-buddha expressa mais qualidades e capacidades que as outras duas.
Atualmente, as referências ao Buda referem-se em geral a Siddhartha Gautama, mestre religioso e fundador do Budismo no século VI antes de Cristo. Ele seria, portanto, o último Buda de uma linhagem de antecessores cuja história perdeu-se no tempo. Conta a história que ele atingiu a iluminação durante uma meditação sob a árvore Bodhi, quando mudou seu nome para Buda, que quer dizer "iluminado"
Existe uma passagem nas escrituras [Anguttara Nikaya (II, 37)] - a qual é freqüentemente interpretada de maneira superficial - na qual o Buddha nega ser alguma forma de ser sobrenatural, mas esclarece:
"Brâmane, assim como uma flor de lótus azul, vermelha ou branca nasce nas águas, cresce e mantém-se sobre as águas intocada por elas; eu também, que nasci no mundo e nele cresci, transcendi o mundo e vivo intocado por este. Lembre-se de mim como aquele que é desperto."
Com isso ele rejeitava qualquer possibilidade de ser tomado como um Deus, mas reafirmava a característica transcendente da sua vivência espiritual e do caminho de libertação que oferecia para os demais seres. Nesse sentido, o Buddha exerceu um papel importante de democratização da religião que, até então, estava sujeita ao arbítrio da casta dos brâmanes.
Para Siddhartha Gautama não há intermediário entre a humanidade e o divino; deuses distantes também estão sujeitos ao karma em seus paraísos impermanentes. O Buda é apenas um exemplo, guia e mestre para os seres sencientes que devem trilhar o caminho por si próprios.
Dentre as religiões mundiais, a maioria das quais proclama a existência de um Deus criador, o Budismo é considerado incomum por ser uma religião não-teísta. Para o Buda, a chave para a libertação é a pureza mental e a compreensão correta, e por esse motivo ele rejeitou a noção de que conquista-se a salvação implorando para uma deidade distante.
De acordo com o Buda Gautama, a felicidade Desperta do Nirvana que ele atingiu está ao alcance de todos os seres, porém na visão ortodoxa é necessário ter nascido como um ser humano. No Tipitaka - as escrituras budistas mais antigas - fala-se dos numerosos Budas do passado e suas vidas, bem como sobre o próximo Bodhissatva, que é chamado Maitreya.
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Estátuas do Buda
Budas são frequentemente representados em estátuas. Algumas formas comuns incluem:
Buda Sentado, como na escultura da Dinastia Tang acima
Buda Deitado
Buda em Pé
Hotei, o "Buda gordo e sorridente", geralmente visto na China, que no senso estrito não é uma estátua do próprio Buda.
A maior parte das representações do Buda contém certas marcas que simbolizam sua Iluminação. Essas marcas variam de acordo com a região, mas três se destacam:
Uma protuberância no topo da cabeça (denotanto uma grande acuidade mental)
Longos lóbulos auriculares (denotando uma grande percepção)
Um terceiro olho (tambem denotando grande percepção)
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Ver também
Cinco Budas da Meditação
PARADISE
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Parece-me cada vez mais evidente que o Milénio e o regresso ao Paraíso é para se fazer com o verdadeiro Budismo.

Wednesday, October 18, 2006

BENFICA
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Como é óbvio, nada tenho contra o Alcides, antes lhe desejando as maiores felicidades. Pergunto entretanto: porque não jogou ontem o Nelson a defesa lateral direito? Não é verdade que em equipa que ganha não se deve mexer?

Tuesday, October 17, 2006

O QUE NOS MOVE
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São a verdade, a amizade, a justiça, o amor, a beleza, a perfeição e a felicidade que nos movem.
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WHAT MOVE US
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Are truth, friendship, justice, love, beauty, perfection and hapiness that move us.
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CE QUE NOUS MOUVE
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Sont la verité, l'amitié, la justice, l'amour, la beauté, la perfection et la félicité qui nous mouve.

Monday, October 16, 2006

INSOMNIAS/INSÓNIAS
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There are times when eat\drink is the solution, others in which the solution is not to think, others request more than one solution, and others only more personnal solutions resolve.
Há vezes em que a solução é comer/beber, outras em que é não pensar, outras requerem mais do que uma solução, e outras só soluções mas pessoais resolvem.

Sunday, October 15, 2006

Campeonato Distrital de Seniores – 5ª Jornada
J Data Local Res. Visitante
5 15-10-2006 Castelo Vide 2 - 2 Montargilense
5 15-10-2006 Esperança 3 - 1 Alpalhoense
5 15-10-2006 Estrela 8 - 0 Arronches Benf.

5 14-10-2006 Fronteirense 1 - 3 Campomaiorense
5 14-10-2006 Gafetense 2 - 2 Povoa e Meadas

5 15-10-2006 Gavionenses 4 - 1 Portalegrense
5 14-10-2006 Monfortense 0 - 3 Sto. Amaro


Fonte: http://www.radioportalegre.pt/index.php?option=com_wrapper&Itemid=74
GÉNIOS/GENIUS
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Uma pessoa que não é compreendida por quase todos os seres não é ainda um génio, embora possa ser bastante boa. E, as tentativas que certas pessoas\seres fazem para mostrar a sua superioridade, quando só quase a amizade e o amor interessam, são patéticas!
- A person who is not yet understood by almost every beings is not yet a genius, although she can be very good. And, the attempts that certain people/beings do to show that they are superior, are pathetic!
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DOUBTS\DÚVIDAS
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If we have doubts we have to take them out.
Se temos dúvidas temos de as tirar.
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ANSIEDADE/ANXIETY
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A ansiedade é prejudicial ao sucesso e ao bem-estar, e, termos medo de sermos o centro das atenções também. Não tenhamos medo de sermos o centro das atenções, escondendo-nos, por exemplo, no anonimato: há centros de atenção para todos!
- Anxiety is contrary to the sucess and the well-being, and, to be afraid of be the center of the attentions also. We must not afraid to be the attentions’ center, hidenning us, for example, in anonymity: there are attentions’ centers to everybody!
Desporto
Desporto - Curso de Árbitros em Portalegre
07-Out-2006

ImageEstão abertas as inscrições para o Curso de Árbitros de Futebol de 11 e Futsal para homens e mulheres dos 13 aos 32 anos.

Os interessados podem inscrever-se até ao próximo dia 31, bastando contactar a Associação de Futebol de Portalegre, na Rua Luís Barahona, 8 ou através do telefone 245 201 813.

O curso irá decorrer nas instalações do Núcleo de Árbitros de Futebol em Portalegre e terá inicio no próximo mês de Novembro.

Fonte:http://www.radioportalegre.pt/index.php?option=com_content&task=blogsection&id=6&Itemid=56


VIOLENCE\VIOLÊNCIA
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I have strong suspicions that animals make bad one to anothers and éventually to people, because humans make bad one to anothers and to animals, as I suspect that total nature makes bad because beings make bad to her.
Nevertheless, the more perfect is a being, less bad can be made to him(her), seeming to exist people that overcome all pain.
One the other hand, with ate not even the evil or violence we can eliminate!
- Tenho fortes suspeitas de que os animais fazem mal uns aos outros e eventualmente às pessoas, porque os humanos fazem mal uns aos outros e aos animais, como suspeito que a natureza total faça mal por lhe fazerem mal também.
Entretanto, quanto mais perfeito é um ser menos mal lhe são capaz de fazer, parecendo existir pessoas que já venceram toda a dor.
Por outro lado, com ódio, nem o mal ou a violência podemos eliminar!
ALDEIA GLOBAL/GLOBAL VILLAGE
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If we are in a global village, let us behave like that, giving news and salutations to everybody, worrying with everybody...
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Se vivemos numa aldeia global, comportemo-nos com tal, dando notícias e saudações a todos, preocupando-nos com todos...

Saturday, October 14, 2006

DESENVOLVIMENTO\DEVELOPMENT

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To have development we have to involve and to (des)involve with people, beings, situations and things.

A fim de haver desenvolvimento temos de nos envolver e (des)envolver de pessoas, seres, situações e coisas.

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A verdadeira vida universal não é constituída por saltos bruscos, por big bangs, por revoluções, e tão pouco por amores impossíveis, MAS, por desenvolvimentos graduais, pacíficos, harmoniosos. Quem for pelo erro só pode sofrer, não desfrutando do DIVINO PRAZER!

The real, universal life is not formed by brusque jumps, big bangs, revolutions and not even a little by impossible loves, BUT, by gradual, peaceful and harmonious developments. Who goes through the err only can suffer, not enjoying from the DIVINE PLEASURE!

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PACIÊNCIA/PATIENCE

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Always having in mind perfection and happiness, we must have infinit patience, of many reincarnations, lives between reincarnations and no reencarnations, of ourselves, our twin souls and other souls, because this is the real size of all lives.

Sempre com vista à perfeição e à felicidade temos de ter uma paciência infinita, de muitas reencarnações, vidas enre reencarnações e não reencarnações, nossas, da nossa alma gémea e outras almas, porque este é o real tamanho de todas as vidas.

Friday, October 13, 2006

OS OPONENTES
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Há mais uma razão, que todos sabem mas poucos praticam, devido ao orgulho, para não aborrecermos os oponentes em demasia: é cessarmos e receber dela(e) porque também não lhes damos!
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INCOERÊNCIA
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Pode ser que os perfeitos não sejam incoerentes!
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ABUSADORES
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Os primeiros a serem prejudicados pelos abusos, explorações, mentiras e injustiças são os abusadores, exploradores, mentirosos e injustos.
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THE OPONENTS
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There is another reason, that everybody knows but few ones practice, due to pride, to us not to annoy to much the opponents: it is to cess to receive from them because we cess also to give to them.
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INCOERENCE
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Maybe the perfects ones are never incoerents!
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ABUSERS
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The first ones damaged by abuses, explotations, lies and injustices are the abusers, explorers, liars and injusts.
HEALTH, FOOD AND CIENCE.
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In food, with aliments normally considered secundary ones, we do like this: if we DOUBT that it were, f. e., the olives which made us bad, we cess to eat them or eat less; if the efect cess, it must be the diagnostic is correct.
Then, the same is aplicable to the aliments considered fundamentals, as meat, for example. And if I say CONSIDERED it is because it is even only that: there are vegetable proteins (soy, seitan, grains, beans...) much better adequated to our organisms than meat and fish.
So, next time you have problems in stomac, lungs, skin, anus... see very well if the cause is not the meat you eat!
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SAÚDE, ALIMENTAÇÃO E CIÊNCIA
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Em alimentação, nos alimentos normalmente considerados secundários, fazemos assim: se DESCONFIAMOS que foram, p.e., as azeitonas que nos fizeram mal, deixamos de as comer ou comemos menos; se o efeito desapareceu, em princípio é porque o diagnóstico está correcto.
Ora, o mesmo se aplica a alimentos considerados fundamentais, como a carne, por exemplo. E digo CONSIDERADOS porque é mesmo só isso: há proteínas vegetais (soja, seitan, grãos, feijões...) bem mais adequados ao nosso organismo do que a carne e o peixe.
Deste modo, da próxima vez que tiver, p.e., (por exemplo) um problema no estômago, nos intestinos, nos pulmões, na pele, no ânus... VEJA BEM se não é da carne que come!
ELEVAR CONSCIÊNCIAS
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Não podemos limitar-nos a elevar a consciência da humanidade: temos de elevar também a dos animais (até há pessoas com nome de animais!)
A alma não é a vida, que não morre? É por isso que os animais também têm alma, são também almas.
Realmente, temos de acabar com todos os ódios e aversões, substituindo-os por amizade, amor e compaixão (não pena), não só por pessoas como por animais, pequeninos e grandes. E, a técnica de B. Weiss para isto, devidamente ampliada, é muito boa e é mais ou menos assim: “animais e pessoas não são só a característica má: sujidade, falar demais, não falar, comer/beber demais ou a menos, fanatismo, violência, roubo, vaidade, asco, avareza, amor ao dinheiro e ao luxo... são uma complexidade de factores, têm todos qualquer coisa boa... Então vejamos os nossos inimigos ou seres que desprezamos como bébés, como pais, como amantes, como seres que ganham e perdem, que vivem o nascimento e a morte, a vitória e a tragédia. Vejamos os pormenores. Particularizemos. Fazendo isto não os veremos como um grupo... É fácil odiar-se grupos porque têm muito menos qualidades individuais. Se seguirmos este exercício, iremos desistir do ódio, porque é mais difícil odiar indivíduos no seu todo e impossível odiar almas...” (Pgs. 102 e 103, de “Muitos Corpos, Uma Alma”, da Pergaminho)

Thursday, October 12, 2006

VIDA REAL
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Há quem pense que a vida é uma guerra, uma competição, em que nós devemos ganhar, sentir-nos bem, e, o adversário, o oponente deve perder, sentir-se mal. Mas, a verdadeira e gloriosa vida não é assim: é avançarmos, evoluirmos, aperfeiçoar-nos e sermos felizes conjuntamente com os(as) chamadas(os) OPONENTES.
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REAL LIFE
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There is who think that life is a war, a competition, in which we must win, feel good, and, the adversary, the oponent must lose, feel bad. But, the real, glorious life is not like that: it is to advance, to evolute, to perfect us and to be happy jointly with the so called OPONENTS.

Wednesday, October 11, 2006

COERÊNCIA/INCOERÊNCIA
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Bem sei que soa a contradição umas vezes dizer que não só o amor incondicional é possível, como é altamente desejável, e, outras referir que não esse amor é impossível como não é aconselhável. Mas, a verdade, possivelmente, é que ambas as coisa são correctas, embora em tempos e espaços diferentes!
Por outro lado, pequenas brincadeiras não fazem mal a ninguém, especialmente se já somos capazes de sorrir/rir de nós mesmos!
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INTERLIGAÇÃO
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A interligação, a interdependência e a semelhança de todos os seres e coisas, sensitivos e não sensitivos, invisíveis e visíveis são uma realidade\verdade tremendas. E, a sua evolução, crescimento e expansão também.
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AMOR INCONDICIONAL
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O amor incondicional funciona porque os seus objectos imperfeitos ou até menos bons, sendo tocados, aperfeiçoam-se e melhoram.

Tuesday, October 10, 2006

INCONDICIONAL LOVE\AMOR
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We are, all/everything fruto do amor e do prazer, até the so called bastards are love's fruit! So, love as then to be/he is the most important and urgent thing in Universe! Very happy so are those who love and those who permite to be loved inconditionally! And, Where there is inconditionally love there is no fear and all good and great things can happen!
Nós somos todos\tudo fruit of love and pleasure, even os chamados bastardos são filhos do amor! O amor tem pois de ser a coisa mais importante e urgente do Universo! Muito felizes são pois os que amam e os que permitem ser amados incondicionalmente! E, onde há amor incondicional não há medo e todas as coisas boas e grandes são possíveis!
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EQUILÍBRIO
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Obsessiva,compulsivo/ultra despreocupado;
muito esforçada\nada esforçado;
super consciente/totalmente inconsciente;
muito tensos/super relaxadas;
só lógica/nada lógico...
ALIMENTAÇÃO
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Ontem comprei 4 toranjas no Supermercado Modelo (Eng. Belmiro!), de Alhos Vedros, que vi não serem frescas; o que não se via é que, pelo menos a que abri, já estava podre por dentro!
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FOOD
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Yesterday I bougtht four grapefruits in Hiper-Market Modelo, de Alhos Vedros (Eng. Belmiro!), which I saw were not freshes; what I couldn't see was that they were, at least that one I opened, putrids inside!

Monday, October 09, 2006

SOMETIMES
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Sometimes people whom we never saw pass through us saying things we said or thought: sometimes almost we aren’t ourselves, we are only almost others or other ones, such is the interdependence of everything and all.
And, as there is always somebody more beneficted and somebody more prejudicated than us, including animals, generally more prejudicated, we can’t nor revolte neither subject excessively ourselves.
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POR VEZES
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Por vezes passam por nós pessoas que nunca vimos a dizerem coisas que nós dissemos ou pensamos: por vezes quase não somos nós próprios, somos quase só outros ou outro, tal a interdependência de tudo e todos.
Como há sempre alguém mais beneficiado e alguém mais prejudicado do que nós, incluindo os animais, geralmente mais prejudicados, não nos podemos nem revoltar nem sujeitar excessivamente.
ÉTICA/POLÍTICA/SAÚDE
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- Os fins não podem de modo algum justificar os meios: uma pessoa não pode, por exemplo, mentir a milhões de pessoas a fim de ir para o poder. Não será grande o castigo dessas pessoas? Mesmo que venham a confessar essa ou outra maldade?
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- Em Portugal estão-se a aumentar as comparticipações para a ADSE, e, corta-se em tudo no Orçamento menos na Ciência. Entretanto, continuam sem comparticipar (parece que não é nada assim pelo menos na Alemanha e nos EUA) produtos semi-medicinais, muito bons e sem efeitos secundários agressivos, como o fortalecedor do sistema imunitário e anti-gripe METAVIR, e, o regulador intestinal MISO, que assim só se vendem, mais caros, mas mesmo assim valendo a pena, em ervanárias/casas de produtos dietéticos. Será por falta de verdade científica experimentada, a única que interessa, e, à qual, se calhar, nem com o aumento do dinheiro para a ciência, este lá chegará? Ou, será por causa das pressões dos lobbies, de ambos os lados, que vai dar também ao desconhecimento, já que os abusos dos lobbies só podem levar ao castigo, mesmo que venham a arrepender-se?
CONTACTOS
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Sendo perfeitamente possível contactar directamente entes falecidos queridos, por meio de sonhos ou bons médiuns, por exemplo, seria um erro esquecer os vivos e os mortos que lhes eram chegados, e, que eles podem já ter reencarnado (as crianças, meu Deus!). E, isto é geralmente fonte de grande alegria.
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CONTACTS
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Being perfectly possible to contact directely beloved beings passed away, through dreams or good médiuns, for example, it would be an err to forget the live and dead ones that were closed to hem, and, that they can be already reincarnated (the children, my God!). And, this generaly fount of gerat joy.

Sunday, October 08, 2006

AINDA O FUTURO
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Não é só do futuro que não conhecemos tudo, é também do passado, o que, não quer dizer, antes pelo contrário, que não possamos\devamos conhecer sempre mais de ambos. Mas, parece, do futuro ver-se-ão apenas hipóteses.

Thursday, October 05, 2006

THE FUTURE
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The future will have certainly not only a great component of voyages to other planets but even to other galaxies. And, it will not be amasing if not only life but also more perfect and evolved beings were found there.
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O FUTURO
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O futuro terá certamente uma grande componente de viagens não só a outros planetas como até mesmo a outras galáxias. E, não é de espantar que não só vida, como outros seres mais perfeitos e evoluídos do que nós sejam encontrados.
GUERRAS
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As pessoas vêm combatendo, sem sucesso e há muito, muito tempo, insectos e outros bichos, com pesticidas e os mais variados meios porque acreditam que se o não fizessem, eles comeriam tudo, nós ficaríamos sem nada! Erro e guerras, só guerras, tão prejudiciais como as que as pessoas também vêm há demasiado tempo travando entre si!
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ORIGENS
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O que queremos, aquilo em que acreditamos é o que determina a marcha dos acontecimentos. Ora, se no princípio era tudo bom, como é que pode ter acontecido um “big bang”? O que aconteceu no início foi uma suave divisão e uma gradual expansão.
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GUILTY ONES
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Even if the little beings were guilties, if I was spider, I wouldn’t eat them: makes not sense that to eat guilty ones makes us sick and guilty ones?
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CULPADOS
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Mesmo que os pequenos seres fossem culpados, e se eu fosse aranha, não os iria comer: não faz sentido que comer culpados nos faça doentes e culpados?

Wednesday, October 04, 2006

O UM
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Somos um quando não somos nenhum. O um divide-se e une-se. A divisão é morte, a união vida, e, morte e vida unidas são uma vida ainda maior.
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NÃO DEMASIADO BONS
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Há uma máxima na Bíblia Judaica (Provérbios) que diz mais ou menos assim: “ Não devemos ser demasiadamente bons”.
E, como salta à vista por toda a parte, efectivamente, não podemos nem devemos ser demasiadamente bons, nem para nós próprios, porque as coisas não estão feitas para serem assim (no presente estado de coisas, amar incondicionalmente é, no mínimo, ser-se pouco eficiente, limitado…), o que não quer de modo algum dizer, claro, que não devemos ser bons, pois, só o caminho do justo amor é o caminho da felicidade!

NE PAS TRÈS BONS
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Il y a, dans da Bible Judaique (Proverbes) une passage qui dit à peu prés: “nous ne devons pas être três bons”.
Et, comme il est bien de voir pour toute la part, efectivement, nous ne pouvons pás ni devons être exagérément bons, ni pour nous prope, parce que les choses ne sont pás faites por être comme ça (au présent, aimer inconditionellement est, au moins, être peu efficient, limite…), ce que, ne veux pas dire de quelque façon, que nous ne devons pás être bons, certainement, car, seulement le chemin du juste amour c’est le chemin de la felicite.
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L’ UN
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Nous sommes un quand nous sommes pas un. L’un se divise et s’ unit. La division est mort, l’union c’est vie, et vie et mort unifiés sont une vie plus grande encore.
THE ONE
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We are one when we are no one. The one divides himself and reunifies himself. Division is death, union is life, and, death and life unified are a greater life yet.
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NOT TO MUCH GOOD
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There is a passage in the Jewish Bible (Proverbs) that says more or less this: “we must not be too much good”.
And, of course, as it is easy to see everywhere, effectively, we can’t nor must be to much good, neither to ourselves, because, at least for now, the things are not made to be like that (in the present state of things, to love inconditionaly it is at least, to be little efficient, limited…) what, does not means, by no ways, to say that we must not be good persons and to make the good, of course, because only the just love’ s way is the way of happiness.
BUDA
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Realmente, só Buda foi suficientemente longe e fundo, só o verdadeiro budismo considera, coisa que deveria ser evidente para todos, todos os seres sensitivos iguais (como pode acabar o sofrimento enquanto houver um só ser que seja que não pense assim? E, não me digam que os chamados animais irracionais não “pensam”), e, as experiências psíquicas tendem a ocorrer de acordo com os princípios, mais ou menos lógicos, mais ou menos errados, em que se acredita. No Oriente crê-se que podemos reencarnar humanos mais evoluídos, ou, animais, menos evoluídos, o que tem lógica, e, Buda pôde ver que um dado indivíduo tinha sido uma mosca numa vida passada. No Ocidente crê-se que só há evolução, e, ninguém vê, nomeadamente pela regressão, que não sei se existe no Oriente, mas que é boa, se reencarnou como um ser inferior. Eu também gostaria de acreditar que não há involução, mas, a verdade é que ainda há, e, se não tem sido possível acabar com ela pela força física ou outra, ignorá-la também não é a maneira: tem de ser com a verdade, a lógica, o amor, a força e a justiça!
VIDA
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Porque há sofrimento? Para poder haver prazer. Não será propriamente para apreciarmos melhor o prazer, embora talvez seja também para isso, mas, é porque, a partir do momento em que nos tornamos dois, um tem de ser controlado/dominado\equilibrado pelo outro, e, vice-versa. Respeitando e amando o outro, toda a forma de vida sensitiva, como a nós próprios, e equilibrando-nos a bem, damos gozo uns aos outros. Mas, se um desequilibra, faz sofrer o outro, e, irá sofrer mais, para parar de desequilibrar.
Mas, tão pouco é propriamente para não sofrer que buscamos a perfeição, desejando e fazendo o bem, a nós e a todos os demais seres sensitivos, agradecendo de coração a quem nos faz bem – buscamos o equilíbrio e a perfeição a fim de existir cada vez mais bem estar geral e prazer geral.
THE WHOLE
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It is not good to give too much importance to the other side; what really matters it is the WHOLE.
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LA TOTALITÉ
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Il n'est pas bon donner très d' importance à l'autre côté; ce qu' importe
vraiment c' est la TOTALITÉ.
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O TODO
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Não é bom dar demasiada importância ao outro lado; o que realmente interessa é o TODO.

Tuesday, October 03, 2006

WHY?
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Why there is suffering? Why work can be hard? Why we are not always happy?
Answer: we, all sensitive beings, can suffer lesser and lesser; work can be happy; we can be almost always happy.
For example: the spiders insist to terrify and eat the very little bugs; I’m determined to help the very little bugs, who can’t propagate to much, and also the spiders, who, have to become vegetarians…
Now, this is to live happy together. And, if someone/something doesn’t want to be happy together, he(her) must\can go, being possible that he will suffer. Are not things perfect like this?
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PORQUÊ?
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Por que é que há sofrimento? Por que pode o trabalho ser duro? Por que não estamos sempre felizes?
Resposta: nós, todos os seres sensitivos, podemos sofrer cada vez menos; o trabalho pode ser feliz; nós podemos estar quase sempre felizes.
Por exemplo: as aranhas insistem em aterrorizar e comer os bichinhos; eu estou determinado a ajudar os bichinhos, que não se podem propagar em demasia, e as aranhas, que, têm de se tornar vegetarianas…
Ora, isto é vivermos felizes juntos. E, se algum\alguém não deseja ser feliz juntos, ele(a) pode/deve ir, sendo possível que vá sofrer. Não são as coisas perfeitas assim?
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PORQUOI?
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Porquoi il y a du douleur? Pouquoi le travail peut il être dur? Porquoi nous ne sommes pas toujours heureux?
Réponse: nous, tous les sensitives êtres, pouvons souffrir moins et moins; te travail peut être heureux; nous pouvons être presque toujours heureux;
Par example: l’ araignées insistent en terrifier et manger les beaucoup petits bizuts;je suis determiné à aider les beaucoup petits
bizuts, qui ne peuvent pas se propager exagérément, et, aussi, les araignées, qui doivent se rendre végétariennes…
Maintenant, ceci c’ est vivre heureux conjointement. Et, si quelqu’un/quelque chose ne désire pas être heureux conjointement, il doit\peut se aller, il êtant possible qu’il(elle) va souffrir. Ne sont pas les choses parfaites ainsi?
NOT WHY, BUT WHAT FOR!
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We can and we must depart from the principle that we exist to be, always and everywhere, happy and to help all beings around us to be happy also. For example; death is by no means the end of everything: loved beings who died can contact us and we can contact them, by means of dreams, f. e., and, is almost certain, all beings reincarnate, and we tend to meet them again, and vice-versa. Also makes little sense to ask why wrong things exist, as far example, why a sensitive being kills another sensitive being, but, makes all sense and gives happiness, save weakers beings from the claws/craftiness of the stronger ones! More and more happiness and pleasure are therefore possible!
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NÃO PORQUÊ, MAS PARA QUÊ!
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Podemos e devemos partir do princípio de que existimos para ser, sempre e em todos os lugares, felizes e para ajudar todos os seres ao nosso redor a serem felizes também. Por exemplo: a morte não é de modo algum o fim de tudo: os entes queridos que morreram podem contactar-nos e nós podemos contactá-los, por meio de sonhos, p.e., e, é quase certo, todos os seres reencarnam, e tendemos a encontrá-los de novo, e vice-versa. Também faz pouco sentido perguntar porque existem coisas más, como, por exemplo, um ser sentivo matar outro ser sensitivo, mas, faz todo o sentido e dá felicidade, salvar os seres mais fracos das garras e do engano dos mais fortes! Mais e mais felicidade e o prazer são pois possíveis!

Monday, October 02, 2006

DORES
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Por vezes há dores chamadas pscológicas que para desaparecerem basta irmos dar uma volta... Pensarmos se será por causa daquilo/daquela/daquele...
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ETERNIDADE
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A eternidade presente... É muito importante ver não só a nossa eternidade como a de tudo...
DORES
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Por vezes há dores chamadas pscológicas que para desaparecerem basta irmos dar uma volta... Pensarmos se será por causa daquilo/daquela/daquele...
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ETERNIDADE
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A etrenidade presente... É muito importante ver não só a nossa eternidade como a de tudo...
YOU WIIL NOT KILL
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We, all sensitive beings, are one soul in many bodies, many souls in one body, one body in one soul, and, vice-versa. This is one of the reasons because I can´t understand why a sensitive being kills another sensitive being, because it's almost like suicide, and, it's the origin of all suffering. If agression and killing cess, suffering cess also!
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NÃO MATARÁS
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Nós, todos os seres sensitivos, somos uma alma em muitos corpos, muitas almas num corpo, um corpo numa alma, e, vice-versa. Esta é uma das razões porque não posso entender por que é que um ser sensitivo mata outro ser sensitivo, porque é quase suicídio, e é a origem de todo o sofrimento. Se a agressão e o matar cessarem, cessa o sofrimento!