O amor procurar
é não o encontrar:
amor não é do eu, não
é do pensamento, não
é do tempo.
Apercebamo-nos
apenas, sem condenar,
sem justificar,
e, talvez venha o amar.
Problemas são
egoísmos,são
desequilíbrios, são
conflitos, e,pensamento não
pode compreender
a totalidade dos problemas
pois é condicionado,
compartimentado.
Verdadeiramente, o pensamento não
resolve nada, só complica tudo,
já que quer resultados só
para si, é egoísta. Mas, percepção
sem condenação nem justificação
é solução.
O problema dos problemas é
pois o pensamento:
enquanto houver pensamento
não pode existir amor,
meu amor!:
Ou nos atiramos de cabeça,e perdemos
o medo de amar incondicionalmente,
ou jamais experimentaremos
o Amor... A única coisa que realmente
é importante.
Friday, September 30, 2011
Thursday, September 29, 2011
Já tínhamos o problema do celibato de monges, monjas, padres e outros.
É extraordinário, não é, que para se ter comunhão com Deus, se tenha de negar e combater uma coisa dada por Ele(a)!
Agora temos também o problema da riqueza: também é pecado ser-se rico, rico não, ter-se, materialmente, uma vida minimamente digna. Será o triunfo do franciscanismo e afins, da crueldade até?
Assim é difícil falar de amor, e, todavia, só o amor é casto, só o amor resolve!
É extraordinário, não é, que para se ter comunhão com Deus, se tenha de negar e combater uma coisa dada por Ele(a)!
Agora temos também o problema da riqueza: também é pecado ser-se rico, rico não, ter-se, materialmente, uma vida minimamente digna. Será o triunfo do franciscanismo e afins, da crueldade até?
Assim é difícil falar de amor, e, todavia, só o amor é casto, só o amor resolve!
Wednesday, September 28, 2011
Tuesday, September 27, 2011
Podemos compreender
de vez, mas, não conquistar
de vez:medo compreender
é ver medo desaparecer:
medo dominar é medo aumentar.
Entremos nele passo
a passo, explorando,
até mui amando,
todo seu conteúdo,Colaço.
Ideia não é facto, M.:
morte é descansar e renascer
na mesma ou noutra forma: porquê ter
medo? Quem não deve não teme,
nem ao suicído ou martírio se atreve!
Não há coisa mais bela,
mais divina, mais amorosa
do que a vida, Rosa...
E, também se vai medo dela!
E, se vai medo
da dor, que pode ser
até prazer,
não é Semedo?
... Agora já não
fazia nada na vida?
Mas, vida é fazer,
não é só casa farta,
não é só comer,
não é Marta?
de vez, mas, não conquistar
de vez:medo compreender
é ver medo desaparecer:
medo dominar é medo aumentar.
Entremos nele passo
a passo, explorando,
até mui amando,
todo seu conteúdo,Colaço.
Ideia não é facto, M.:
morte é descansar e renascer
na mesma ou noutra forma: porquê ter
medo? Quem não deve não teme,
nem ao suicído ou martírio se atreve!
Não há coisa mais bela,
mais divina, mais amorosa
do que a vida, Rosa...
E, também se vai medo dela!
E, se vai medo
da dor, que pode ser
até prazer,
não é Semedo?
... Agora já não
fazia nada na vida?
Mas, vida é fazer,
não é só casa farta,
não é só comer,
não é Marta?
Morte não está além,
mas aqui e agora, gerando
vida abundante, quando
ignoramos memória que vem.
Claro que Matusalém
pode ter vivido os novecentos
e sessenta e nove anos e centos
seus ascendentes e descendentes também,
já que conflitos e memória
eram curtos, bem como identificação
com coisas: voltamos àquele estado, da memória
nos desligando e cessando identificação.
mas aqui e agora, gerando
vida abundante, quando
ignoramos memória que vem.
Claro que Matusalém
pode ter vivido os novecentos
e sessenta e nove anos e centos
seus ascendentes e descendentes também,
já que conflitos e memória
eram curtos, bem como identificação
com coisas: voltamos àquele estado, da memória
nos desligando e cessando identificação.
Monday, September 26, 2011
Sunday, September 25, 2011
O fim pode vir a ser ou não,
mas, o meio para o alcançar
já é: compreender, amar
pois todo o agora não é em vão!
Todos sofremos, o que fica e o que acaba,
pobres e ricos, muito dotados e pouco dotados,
bons e maus, velhos e novos, legítimos e adotados:
ou o sofrimento acaba para todos, ou não acaba!
Viver, morrer e reviver a cada momento,
sempre novo, é viver sem ressentimento,
sem ideias,sem conclusões, sem resistências:
resistir é ser conquistado pelas violências.
Verdade não pode ser assaltada,
verdade não pode ser conquistada:
ela vem sozinha ou acompanhada,
silenciosamente ou com música exaltada,
sem ser anunciada
ou anunciando-se; e, se pensamos
que sabemos, não sabemos nada:
imagem não é realidade. Amamos?
Não há meios para alcançar
a verdade: se houver meio, fim
não é a verdade porque meios e fim
são um só, com iniciar!
Direito reinou
quando amor acabou,
mas, Amor não acabou,
só outra forma tomou.
Onde há amor
há felicidade,
há liberdade,
há castidade...
Não há dor!
Ele, adolescente:
- olha o que fizeste!
Ela, adolescente:
- Foi sem querer!
Ele, adolescente:
- Riste-te! Que sem querer.
Encenador?:
- Pequeno sorriso.
Já criança tem adulta proteção
que por vezes se distrai,mas, distração
não é amor, amor é atenção!
Está tudo bem,
estamos todos bem,
cães inclusos,
e, reclusos?
And, the sun is going down,
e,o sol se vai pondo.
mas, o meio para o alcançar
já é: compreender, amar
pois todo o agora não é em vão!
Todos sofremos, o que fica e o que acaba,
pobres e ricos, muito dotados e pouco dotados,
bons e maus, velhos e novos, legítimos e adotados:
ou o sofrimento acaba para todos, ou não acaba!
Viver, morrer e reviver a cada momento,
sempre novo, é viver sem ressentimento,
sem ideias,sem conclusões, sem resistências:
resistir é ser conquistado pelas violências.
Verdade não pode ser assaltada,
verdade não pode ser conquistada:
ela vem sozinha ou acompanhada,
silenciosamente ou com música exaltada,
sem ser anunciada
ou anunciando-se; e, se pensamos
que sabemos, não sabemos nada:
imagem não é realidade. Amamos?
Não há meios para alcançar
a verdade: se houver meio, fim
não é a verdade porque meios e fim
são um só, com iniciar!
Direito reinou
quando amor acabou,
mas, Amor não acabou,
só outra forma tomou.
Onde há amor
há felicidade,
há liberdade,
há castidade...
Não há dor!
Ele, adolescente:
- olha o que fizeste!
Ela, adolescente:
- Foi sem querer!
Ele, adolescente:
- Riste-te! Que sem querer.
Encenador?:
- Pequeno sorriso.
Já criança tem adulta proteção
que por vezes se distrai,mas, distração
não é amor, amor é atenção!
Está tudo bem,
estamos todos bem,
cães inclusos,
e, reclusos?
And, the sun is going down,
e,o sol se vai pondo.
Saturday, September 24, 2011
Vida é desafio novo
a cada momento,
e, resposta nova,
cem por cento.
Memória é incompreensão
e amor a única revolução.
Mas, tem medo da revolução
do amor, o ego da perdição.
Sons, música do piano
e do grilo. Silêncio
entre os sons. Prudêncio
egoísta, tu és teu medo cigano!
E, a resposta sempre nova
é do amor sem medo,
sem fronteiras,nem da cova:
até sem palavra nova!
a cada momento,
e, resposta nova,
cem por cento.
Memória é incompreensão
e amor a única revolução.
Mas, tem medo da revolução
do amor, o ego da perdição.
Sons, música do piano
e do grilo. Silêncio
entre os sons. Prudêncio
egoísta, tu és teu medo cigano!
E, a resposta sempre nova
é do amor sem medo,
sem fronteiras,nem da cova:
até sem palavra nova!
O jornal, o habitual,
o bebé gigante,
o café...O observante
e o observado... O habitual.
Na televisão meia
dúzia de lutadores
e milhões de espectadores:
só desequilíbrios, Seia!
Mas, há caras
bonitas... E, vivos
e mortos, talvez só vivos,
talvez só caras!
A menina da loja das roupas,
de camisola com riscas amarelas,
bonita, levou café, pelas passarelas,
elegante, até à loja das roupas.
Leio e escrevo o livro da mente:
passa o sentimento do amor
a outros quando observador
total fala dele abundantemente?
Se nos mostramos
completamente
podem ler nossa mente
toda, e, se nos calamos
também: mãe(?) e criança observamos,
mas, sem chegar a pensar:
mãe que não deixa criança abusar?
Criança pais dominando?...
Muita gente, muita gente passando,
comendo, bebendo,descansando:
tudo igual e tudo diferente.
E, o livro hoje é definitivamente
este, felicidade amando.
Volta o sentimento
do amor sem dor.
Vou acabar, antes que haja dor.
Não sem ouvir riso com grande alento!
o bebé gigante,
o café...O observante
e o observado... O habitual.
Na televisão meia
dúzia de lutadores
e milhões de espectadores:
só desequilíbrios, Seia!
Mas, há caras
bonitas... E, vivos
e mortos, talvez só vivos,
talvez só caras!
A menina da loja das roupas,
de camisola com riscas amarelas,
bonita, levou café, pelas passarelas,
elegante, até à loja das roupas.
Leio e escrevo o livro da mente:
passa o sentimento do amor
a outros quando observador
total fala dele abundantemente?
Se nos mostramos
completamente
podem ler nossa mente
toda, e, se nos calamos
também: mãe(?) e criança observamos,
mas, sem chegar a pensar:
mãe que não deixa criança abusar?
Criança pais dominando?...
Muita gente, muita gente passando,
comendo, bebendo,descansando:
tudo igual e tudo diferente.
E, o livro hoje é definitivamente
este, felicidade amando.
Volta o sentimento
do amor sem dor.
Vou acabar, antes que haja dor.
Não sem ouvir riso com grande alento!
Friday, September 23, 2011
Encarando diretamente
os fatos,sem ilusão,
de forma totalmente
consciente, no presente.
Sem tentar apenas conseguir
resultados,fins atingir.
Sem a projeção de desejos
que experienciamos,reconhecemos,
e serem Deus nos convencemos.
Sem nos exibirmos, enganando
e prejudicando,
por mais espertos sermos:
só no dissolver do eu há felicidade,
inteligência,criatividade...
O que cria ansiedade,
medo,frustração, sofrimento,
desespero, são os eus.
E, só indo à raiz dos eus
e as destruindo, sem deixarmos de ser,
podemos totalmente bons,inteligentes e belos ser.
E,não só bons, belos e inteligentes,
também criativos e felizes: criação
não é intelectual, não é auto-projeção,
é algo que todo o experienciar transcende.
os fatos,sem ilusão,
de forma totalmente
consciente, no presente.
Sem tentar apenas conseguir
resultados,fins atingir.
Sem a projeção de desejos
que experienciamos,reconhecemos,
e serem Deus nos convencemos.
Sem nos exibirmos, enganando
e prejudicando,
por mais espertos sermos:
só no dissolver do eu há felicidade,
inteligência,criatividade...
O que cria ansiedade,
medo,frustração, sofrimento,
desespero, são os eus.
E, só indo à raiz dos eus
e as destruindo, sem deixarmos de ser,
podemos totalmente bons,inteligentes e belos ser.
E,não só bons, belos e inteligentes,
também criativos e felizes: criação
não é intelectual, não é auto-projeção,
é algo que todo o experienciar transcende.
Thursday, September 22, 2011
Muitos desejos
em contradição de mente
ou fixos desejos,
é a vida normalmente.
Mas, vida sem maldição
não é nem desejos
fixos nem desejos
em contradição.
Continuarmos
a pensar em termos
do passado ou em termos
do futuro não pode ser: urge estarmos
totalmente conscientes do presente,
e,isto não é desprezar
passado nem futuro
que estão presentes no presente.
Jamais pelo pensamento
ficamos livres do contraditório:
quanto mais pensamento,
mais simplório!
Ficarmos sem sombra de contradição,
em total integração,
é pela total atenção
ao momento,sem decisão.
Ajudar nos devemos, São,
uns aos outros a nos compreendermos
a nós mesmos, mas, sem nos prendermos
uns aos outros, que é destruição.
Conhecimento
de nós mesmos, Beleza,
é no relacionamento
com pessoas, posses, ideias, natureza...
Não escolher
não quer dizer morrer
de inação: quer só dizer
no tempo certo ocorrer.
E, todos nossos pensamentos,
desejos e sentimentos
observarmos sem neles nos fixarmos
é de tal modo tranquilos ficarmos
que Real pode vir visitar-nos!
em contradição de mente
ou fixos desejos,
é a vida normalmente.
Mas, vida sem maldição
não é nem desejos
fixos nem desejos
em contradição.
Continuarmos
a pensar em termos
do passado ou em termos
do futuro não pode ser: urge estarmos
totalmente conscientes do presente,
e,isto não é desprezar
passado nem futuro
que estão presentes no presente.
Jamais pelo pensamento
ficamos livres do contraditório:
quanto mais pensamento,
mais simplório!
Ficarmos sem sombra de contradição,
em total integração,
é pela total atenção
ao momento,sem decisão.
Ajudar nos devemos, São,
uns aos outros a nos compreendermos
a nós mesmos, mas, sem nos prendermos
uns aos outros, que é destruição.
Conhecimento
de nós mesmos, Beleza,
é no relacionamento
com pessoas, posses, ideias, natureza...
Não escolher
não quer dizer morrer
de inação: quer só dizer
no tempo certo ocorrer.
E, todos nossos pensamentos,
desejos e sentimentos
observarmos sem neles nos fixarmos
é de tal modo tranquilos ficarmos
que Real pode vir visitar-nos!
Wednesday, September 21, 2011
O psicológico e esforçado processo
na esperança de encontrar
paz,felicidade, bem estar...
Está condenado ao insucesso.
Verdadeiro contentamento
é bem compreender
a Realidade: ver
o real sgnificado do momento!
Urgente pois é combater
psicológico compreender,
vozes contraditórias harmonizando,
e, facilmente questões técnicas solucionando!
na esperança de encontrar
paz,felicidade, bem estar...
Está condenado ao insucesso.
Verdadeiro contentamento
é bem compreender
a Realidade: ver
o real sgnificado do momento!
Urgente pois é combater
psicológico compreender,
vozes contraditórias harmonizando,
e, facilmente questões técnicas solucionando!
A BARRAGEM do PISÃO
Sábado, 27 de Agosto de 2011
A BARRAGEM DO PISÃO EM SÃO BENTO
Requerimentos n." 497/VI (2.«)-AC e 4967VI (2,«)-AC
de 12 de Fevereiro de 1993
Assunto: Barragem do Pizão, no concelho do Crato, distrito de Portalegre. Apresentado por: Deputado Miranda Calha (PS).
Já por diversas vezes se referiu a necessidade da construção da barragem do Pizão, no concelho do Crato, distrito de Portalegre. Segundo parece, desenvolveram-se estudos quer no âmbito do Ministério da Agricultura, quer no âmbito dos departamentos responsáveis em áreas dos recursos hídricos.
No entanto, a realidade mostra que não se toma uma opção sobre o assunto e que a situação na zona se mantém inalterável, reconhecendo-se, entretanto, que tal realização seria de vital importância para toda a região.
Neste sentido, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, requeiro que os Ministérios da Agricultura e do Planeamento e da Administração do Território me forneçam as seguintes informações:
1) Informação detalhada sobre a situação de concretização da barragem do Pizão, localizada na referida localidade de Pizão, concelho do Crato, distrito de Portalegre;
2) Que motivos obstam à sua concretização, sendo certo que os estudos realizados têm já anos de existência, o que, certamente, poderia levar a uma decisão sobre a mesma.
http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalhePerguntaRequerimento.aspx?BID=12202
Fonte: http://abarragemdopisao.blogspot.com/
Sábado, 27 de Agosto de 2011
A BARRAGEM DO PISÃO EM SÃO BENTO
Requerimentos n." 497/VI (2.«)-AC e 4967VI (2,«)-AC
de 12 de Fevereiro de 1993
Assunto: Barragem do Pizão, no concelho do Crato, distrito de Portalegre. Apresentado por: Deputado Miranda Calha (PS).
Já por diversas vezes se referiu a necessidade da construção da barragem do Pizão, no concelho do Crato, distrito de Portalegre. Segundo parece, desenvolveram-se estudos quer no âmbito do Ministério da Agricultura, quer no âmbito dos departamentos responsáveis em áreas dos recursos hídricos.
No entanto, a realidade mostra que não se toma uma opção sobre o assunto e que a situação na zona se mantém inalterável, reconhecendo-se, entretanto, que tal realização seria de vital importância para toda a região.
Neste sentido, ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, requeiro que os Ministérios da Agricultura e do Planeamento e da Administração do Território me forneçam as seguintes informações:
1) Informação detalhada sobre a situação de concretização da barragem do Pizão, localizada na referida localidade de Pizão, concelho do Crato, distrito de Portalegre;
2) Que motivos obstam à sua concretização, sendo certo que os estudos realizados têm já anos de existência, o que, certamente, poderia levar a uma decisão sobre a mesma.
http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalhePerguntaRequerimento.aspx?BID=12202
Fonte: http://abarragemdopisao.blogspot.com/
Tuesday, September 20, 2011
Na presente situação
da opressão da ideia
e do homem/mulher da ideia,
a ação imposta pela ideia não
nos liberta das dependências,
das pendências,
dos condicionamentos,
dos sofrimentos.
Mais, se continuarmos
assim, e, a não
nos libertarmos
deste jugo, dores se agravarão!
A ação baseada na ideia reactora
da memória, mesmo que da experiência
nascida, é limitadora,
mas, há uma ação libertadora,
não baseada na ideia, a ação
espontânea, a ação
do amor, em que mente não
controla, onde há vera compreensão.
O amor não
é experiência;
o amor não
é pensarmos nos amados
(isso é só pensamento);
o amor não
é disciplina
nem licenciosidade.
Não há intervalo
entre o amor e a ação,
como existe entre a ideia
e a ação, e, tantas vezes, que intervalo!
O amor é ação, é paixão
que o tempo não afeta, que não
envelhece: é sempre forte e belo!
A força, a eficácia e a energia da ação
do amor são indescritíveis: só amando se pode experimentá-las!
E, este amor, esta ação
se manifestam nos completos, não
forçados, bem compreendidos silêncio e atenção.
da opressão da ideia
e do homem/mulher da ideia,
a ação imposta pela ideia não
nos liberta das dependências,
das pendências,
dos condicionamentos,
dos sofrimentos.
Mais, se continuarmos
assim, e, a não
nos libertarmos
deste jugo, dores se agravarão!
A ação baseada na ideia reactora
da memória, mesmo que da experiência
nascida, é limitadora,
mas, há uma ação libertadora,
não baseada na ideia, a ação
espontânea, a ação
do amor, em que mente não
controla, onde há vera compreensão.
O amor não
é experiência;
o amor não
é pensarmos nos amados
(isso é só pensamento);
o amor não
é disciplina
nem licenciosidade.
Não há intervalo
entre o amor e a ação,
como existe entre a ideia
e a ação, e, tantas vezes, que intervalo!
O amor é ação, é paixão
que o tempo não afeta, que não
envelhece: é sempre forte e belo!
A força, a eficácia e a energia da ação
do amor são indescritíveis: só amando se pode experimentá-las!
E, este amor, esta ação
se manifestam nos completos, não
forçados, bem compreendidos silêncio e atenção.
No experienciar verdadeiro não estamos separados da experiência, e, há bem estar; o problema é sairmos deste estado, nomeadamente teorizando, dando nome e registando excessivamente, dando assim continuidade à agitação contrária à boa ação.
Vivemos em sociedades construídas sob o nível intelectual e verbal, pouco experimental, a ideia surgindo primeiro em quase todos nós, só depois se seguindo a ação. Encontramo-nos sufocados por muitas e más ideias e pouca e deficiente ação.
É muito importante compreender isto, pois, é esta a verdadeira causa do atraso e da estagnação, em suma, da crise!
Vivemos em sociedades construídas sob o nível intelectual e verbal, pouco experimental, a ideia surgindo primeiro em quase todos nós, só depois se seguindo a ação. Encontramo-nos sufocados por muitas e más ideias e pouca e deficiente ação.
É muito importante compreender isto, pois, é esta a verdadeira causa do atraso e da estagnação, em suma, da crise!
Monday, September 19, 2011
Nesta quietude, neste silêncio, neste paço,
até sem música, nem o eu nem o vós
que distinguem existem. Nenhuma voz
nos pode separar, nem o tempo nem o espaço.
O próprio computador
e seu som não é divisor,
não é diferente de nós
e de vós.
Porque é o nosso riso constrangido?
Porque não podemos pelos campos sozinhos andar?:
O êxtase da solidão sobrevem quando deixamos de ficar
assustados por estarmos sós, como um foragido.
Então,à semelhança do nascer
do sol, que ocorre todos os dias, ele sobrevem
silenciosa e poderosamente,
misteriosa e repentinamente,
indescritivelmente!
Distanciemo-nos do mundo, do vinho,
da corrupção e do caos, e, no entanto, vivendo
nele, imperturbados, vigilantes, tudo vendo.
Jamais fugindo de nós próprios ou de nosso vizinho!
O que morre a cada dia para o par
está livre da morte; mas,pertencer
a este mundo, pela luta, pelo sofrer
ou pela alegre diversão é à morte não escapar!
até sem música, nem o eu nem o vós
que distinguem existem. Nenhuma voz
nos pode separar, nem o tempo nem o espaço.
O próprio computador
e seu som não é divisor,
não é diferente de nós
e de vós.
Porque é o nosso riso constrangido?
Porque não podemos pelos campos sozinhos andar?:
O êxtase da solidão sobrevem quando deixamos de ficar
assustados por estarmos sós, como um foragido.
Então,à semelhança do nascer
do sol, que ocorre todos os dias, ele sobrevem
silenciosa e poderosamente,
misteriosa e repentinamente,
indescritivelmente!
Distanciemo-nos do mundo, do vinho,
da corrupção e do caos, e, no entanto, vivendo
nele, imperturbados, vigilantes, tudo vendo.
Jamais fugindo de nós próprios ou de nosso vizinho!
O que morre a cada dia para o par
está livre da morte; mas,pertencer
a este mundo, pela luta, pelo sofrer
ou pela alegre diversão é à morte não escapar!
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