"O EMPRESÁRIO de JOGADORES no LUCRATIVO MUNDO do FUTEBOL"
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato para venda: renatacoelho@bol.com.br
Saturday, January 25, 2014
Pensamento, sendo só do passado,
é completado pelo observado,
pelo ouvido, pelo sentido, pelo inaudito,
pelo presente, pelo renovado.
.
O todo e o individual,
a ideação e a ação,
a ambição e a não ambição,
o humano e o divinal.
.
Pensamento é passageiro
e inteligência dura;
pensamento é ligeiro
e inteligência dura.
.
Correio da Manhã estando
atento à corrupção
que tem colocado a nação
portuguesa não amando.
.
Novidade/felicidade
permanente sendo sem autoridade
nenhuma e com toda a liberdade.
.
Nada sendo inteiramente
público nem privado, tudo está relacionado.
é completado pelo observado,
pelo ouvido, pelo sentido, pelo inaudito,
pelo presente, pelo renovado.
.
O todo e o individual,
a ideação e a ação,
a ambição e a não ambição,
o humano e o divinal.
.
Pensamento é passageiro
e inteligência dura;
pensamento é ligeiro
e inteligência dura.
.
Correio da Manhã estando
atento à corrupção
que tem colocado a nação
portuguesa não amando.
.
Novidade/felicidade
permanente sendo sem autoridade
nenhuma e com toda a liberdade.
.
Nada sendo inteiramente
público nem privado, tudo está relacionado.
Friday, January 24, 2014
Thursday, January 23, 2014
Eterna inteligência
é sem pensamento,
é com cérebro, mas quieto,
não agitando-se com violência.
.
Pensamento é, mas inteligência
não é do tempo, cérebro
sendo instrumento da Inteligência.
.
Pensamento, confuso,
sem inteligência
para o ler é sem valor.
.
Pensamento sendo inseguro
e Inteligência segura,
na sua união|fusão
está a felicidade.
.
Ir além da medida
só sem pensamento.
Espoliador Passos Coelho chegou
ao poder espoliativo através da aplicação,
na eleição, (também Hitler), da máxima negativa de que não
podia haver pior espoliador do que Sócrates.
Na recente sondagem pré-eleição
Seguro já tem maioria, mas, PS não melhorou.
Bom mesmo, que ama toda a criação, o que não
quer dizer deixar fazer destruição,
sendo o PAN.
ao poder espoliativo através da aplicação,
na eleição, (também Hitler), da máxima negativa de que não
podia haver pior espoliador do que Sócrates.
Na recente sondagem pré-eleição
Seguro já tem maioria, mas, PS não melhorou.
Bom mesmo, que ama toda a criação, o que não
quer dizer deixar fazer destruição,
sendo o PAN.
Wednesday, January 22, 2014
Fizemos um estudo e tem mais
vantagens nisto: cuidado como o mais,
ambição é prejudicial
em tudo, ambição é o mal.
.
Observarmos portanto somente,
sem comermos, sem nos deixarmos
enganar pelo enganado
que é o pecado.
.
Tendo também Portugal sido enganado
pela ilusão do eldorado do euro
só tem que ser referendado
o pedido da saída do euro.
.
Não sendo logo o amor
ao dinheiro que é
a raiz de todo o mal: o amor
ao mais, qualquer mais, é que é.
.
Fim da dor do tempo sendo observação
do que é, não no que foi ou evasão
para o que deveria ser ou ter sido.
vantagens nisto: cuidado como o mais,
ambição é prejudicial
em tudo, ambição é o mal.
.
Observarmos portanto somente,
sem comermos, sem nos deixarmos
enganar pelo enganado
que é o pecado.
.
Tendo também Portugal sido enganado
pela ilusão do eldorado do euro
só tem que ser referendado
o pedido da saída do euro.
.
Não sendo logo o amor
ao dinheiro que é
a raiz de todo o mal: o amor
ao mais, qualquer mais, é que é.
.
Fim da dor do tempo sendo observação
do que é, não no que foi ou evasão
para o que deveria ser ou ter sido.
Tuesday, January 21, 2014
Monday, January 20, 2014
"O EMPRESÁRIO de JOGADORES no LUCRATIVO MUNDO do FUTEBOL"
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
Abrigo, mas não
refúgio, fuga de nós próprios,
sepultura. Causas a morte
e não
queres morrer, que contradição!
Mas há uma morte,
a do egoísmo, que é vida.
.
Vivendo plenamente,
em uníssono com ocorrências não
dando nem para descrever
nem para se formarem lembranças.
Memória não
conseguindo reconhecer
o Novo.
.
O silêncio
interior
acabando
com a dor.
refúgio, fuga de nós próprios,
sepultura. Causas a morte
e não
queres morrer, que contradição!
Mas há uma morte,
a do egoísmo, que é vida.
.
Vivendo plenamente,
em uníssono com ocorrências não
dando nem para descrever
nem para se formarem lembranças.
Memória não
conseguindo reconhecer
o Novo.
.
O silêncio
interior
acabando
com a dor.
Completamente libertos do passado,
da análise, da experiência,
do julgamento, da condenação,
da autoridade, do dogma, da ilusão,
da crença, da ganância, do padrão
de ação, da recompensa, da especulação,
do castigo, do conflito, da comparação,
da bisbilhotice, do complexo, da violência,
do gosto, do desgosto, da sombra, do resultado,
da nomeação, da opinião, da avidez,
da aspereza, da arrogância, da malvadez,
da desintegração... Em suma, da mente:
completamente integrados.
da análise, da experiência,
do julgamento, da condenação,
da autoridade, do dogma, da ilusão,
da crença, da ganância, do padrão
de ação, da recompensa, da especulação,
do castigo, do conflito, da comparação,
da bisbilhotice, do complexo, da violência,
do gosto, do desgosto, da sombra, do resultado,
da nomeação, da opinião, da avidez,
da aspereza, da arrogância, da malvadez,
da desintegração... Em suma, da mente:
completamente integrados.
Saturday, January 18, 2014
"O EMPRESÁRIO de JOGADORES no LUCRATIVO MUNDO do FUTEBOL"
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
Não pela disciplina
mas pela compreensão;
não pela força,
mas pela inteligência.
.
Sempre como sendo a primeira vez
porque mudança constante, limitação
não se compadecem com repetição,
como imitação, com citação.
.
Não ambição
e não-ambição
mas integral,
europeu e mundial.
.
Serenidade,
imperturbabilidade,
profundidade,
liberdade,
adaptabilidade,
flexibilidade,
sensibilidade.
.
Não mercado,
não eu faço isto
e tu dás-me isso,
não morta repetição
mas nova relação
em cada momento sem exclusão
da antiga relação.
mas pela compreensão;
não pela força,
mas pela inteligência.
.
Sempre como sendo a primeira vez
porque mudança constante, limitação
não se compadecem com repetição,
como imitação, com citação.
.
Não ambição
e não-ambição
mas integral,
europeu e mundial.
.
Serenidade,
imperturbabilidade,
profundidade,
liberdade,
adaptabilidade,
flexibilidade,
sensibilidade.
.
Não mercado,
não eu faço isto
e tu dás-me isso,
não morta repetição
mas nova relação
em cada momento sem exclusão
da antiga relação.
Friday, January 17, 2014
Thursday, January 16, 2014
"O EMPRESÁRIO de JOGADORES no LUCRATIVO MUNDO do FUTEBOL"
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
Autodisciplina, autoridade
são desordem,
ordem
é compreensividade.
.
Nem imagens nem ideias,
nem a ideia de deus, que são
ficção, mas, factos, que não
são sem a destruição das ideias.
.
Facto, realidade
Deus sendo
medo das ideias
de morrer,
de viver,
de estar em relação.
.
Autoridade
desautorizada
filha da experiência
limitada
neta do desejo
de certeza,
quando realidade,
liberdade
e beleza
são incerteza...
Wednesday, January 15, 2014
O princípio é
o fim e é
o meio, o eterno é,
sem elogio nem insulto,
ocupado e devoluto.
.
Nem saudade nem esperança
mas permanente bem aventurança,
sem castigo nem recompensa,
sempre em mudança
sem esforço, por gosto, por necessidade.
.
Esquerda cooperando
com direita, não interessando
de que lado somos, sempre de um ser\posição
para outra tudo|todos indo mudando.
o fim e é
o meio, o eterno é,
sem elogio nem insulto,
ocupado e devoluto.
.
Nem saudade nem esperança
mas permanente bem aventurança,
sem castigo nem recompensa,
sempre em mudança
sem esforço, por gosto, por necessidade.
.
Esquerda cooperando
com direita, não interessando
de que lado somos, sempre de um ser\posição
para outra tudo|todos indo mudando.
"O EMPRESÁRIO de JOGADORES no LUCRATIVO MUNDO do FUTEBOL"
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
Incapacidade de partilharem,
por falta de boa vontade e de incompreensão,
a verdadeira liderança,
fazendo-lhe oposição,
eis o problema da maior parte dos líderes.
.
Toda a coisa e ser tendo seu poder
por mais pequeno que seja, grande líder ser
é isto bem saber e agir em conformidade
e com boa vontade que é benevolência, tendência
maior para o bem do que para a vingança.
.
Plenitude sendo sem ansiedade,
sem medo, em unidade,
em integração, perfeita união
com um(a) só ou com toda a nação.
.
Sensibilidade, flexibilidade,
rapidez, plenitude... Pela não
perseguição, nem sequer do resultado,
do sucesso, da felicidade... Pelo cuidado|atenção
da fusão.
por falta de boa vontade e de incompreensão,
a verdadeira liderança,
fazendo-lhe oposição,
eis o problema da maior parte dos líderes.
.
Toda a coisa e ser tendo seu poder
por mais pequeno que seja, grande líder ser
é isto bem saber e agir em conformidade
e com boa vontade que é benevolência, tendência
maior para o bem do que para a vingança.
.
Plenitude sendo sem ansiedade,
sem medo, em unidade,
em integração, perfeita união
com um(a) só ou com toda a nação.
.
Sensibilidade, flexibilidade,
rapidez, plenitude... Pela não
perseguição, nem sequer do resultado,
do sucesso, da felicidade... Pelo cuidado|atenção
da fusão.
Tuesday, January 14, 2014
Não meu/teu
mas nosso,
o que não
quer dizer de ninguém.
.
Experienciar/vivenciar
mesmo sendo
sem interferência
nem de passada experiência
nem do desejo.
.
pois, memória, que é
imagem e desejo só separam,
não unem, com o que é
que só se desfruta/melhora em união.
.
O círculo vicioso
do erro\pecado sendo
precisamente o separado
a buscar o desnecessário, prejudicial
em vez da união com vivenciado.
.
Sensibilidade à desgraça e ao prazer
alheios e nossos, sem ideia pelo meio,
sendo fundamental
ao bem estar geral
pois é ação, comoção, solução
Imediata.
mas nosso,
o que não
quer dizer de ninguém.
.
Experienciar/vivenciar
mesmo sendo
sem interferência
nem de passada experiência
nem do desejo.
.
pois, memória, que é
imagem e desejo só separam,
não unem, com o que é
que só se desfruta/melhora em união.
.
O círculo vicioso
do erro\pecado sendo
precisamente o separado
a buscar o desnecessário, prejudicial
em vez da união com vivenciado.
.
Sensibilidade à desgraça e ao prazer
alheios e nossos, sem ideia pelo meio,
sendo fundamental
ao bem estar geral
pois é ação, comoção, solução
Imediata.
Monday, January 13, 2014
Sunday, January 12, 2014
"O EMPRESÁRIO de JOGADORES no LUCRATIVO MUNDO do FUTEBOL"
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
Saturday, January 11, 2014
Flexibilidade
mas não contorcionismo,
felicidade
mas não exibicionismo.
.
Não a partir
de um só ponto
mas de todo o ponto,
a aprender e não só a adquirir.
.
Não aprendêmos
mas aprendemos,
caminhando
e percecionando.
.
Leves e livres
de coisas e conhecimento,
aprendendo\vivendo em cada momento
com influência do passado quanto baste.
.
Não repetindo mas criando
em liberdade, nos livrando
até de nosso passado
e futuro;despedaçando
toda a autoridade sem conflito,
compreendendo.
.
Só na criação,
não na imitação,
havendo virtude,
não deterioração.
mas não contorcionismo,
felicidade
mas não exibicionismo.
.
Não a partir
de um só ponto
mas de todo o ponto,
a aprender e não só a adquirir.
.
Não aprendêmos
mas aprendemos,
caminhando
e percecionando.
.
Leves e livres
de coisas e conhecimento,
aprendendo\vivendo em cada momento
com influência do passado quanto baste.
.
Não repetindo mas criando
em liberdade, nos livrando
até de nosso passado
e futuro;despedaçando
toda a autoridade sem conflito,
compreendendo.
.
Só na criação,
não na imitação,
havendo virtude,
não deterioração.
Friday, January 10, 2014
"O EMPRESÁRIO de JOGADORES no LUCRATIVO MUNDO do FUTEBOL"
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
Não democracia
com conflito
mas cooperação
sem conflito,
com afeição.
.
Não egoisticamente,
tudo|todos somos só de um(a)
e de todos igualmente:
desapegadamente.
.
Na afeição não havendo apego,
domínio, supremacia, ansiedade,
inveja, medo, coragem, desapego,
ciúme, inferioridade.
.
A segurança do apego/desapego
sendo insegurança
pois tudo, todos
está sempre em mudança.
.
Responsabilidade
da amizade,
da amabilidade
não da autoridade.
com conflito
mas cooperação
sem conflito,
com afeição.
.
Não egoisticamente,
tudo|todos somos só de um(a)
e de todos igualmente:
desapegadamente.
.
Na afeição não havendo apego,
domínio, supremacia, ansiedade,
inveja, medo, coragem, desapego,
ciúme, inferioridade.
.
A segurança do apego/desapego
sendo insegurança
pois tudo, todos
está sempre em mudança.
.
Responsabilidade
da amizade,
da amabilidade
não da autoridade.
Thursday, January 09, 2014
"O EMPRESÁRIO de JOGADORES no LUCRATIVO MUNDO do FUTEBOL"
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
Wednesday, January 08, 2014
Inteligência consumada
e não imitação
de ninguém: não
outra vida mas esta bem amada.
.
Não oprimidos pela sociedade
mas livres elementos
constituindo uma sociedade
criativa e com sentimentos.
.
Sendo sempre iguais
em todo o lado
e função, em privado
e nos públicos locais.
.
Sem a exploração
das cerimónias,
com a inteligência da compreensão,
com todos, até com os das cerimónias.
e não imitação
de ninguém: não
outra vida mas esta bem amada.
.
Não oprimidos pela sociedade
mas livres elementos
constituindo uma sociedade
criativa e com sentimentos.
.
Sendo sempre iguais
em todo o lado
e função, em privado
e nos públicos locais.
.
Sem a exploração
das cerimónias,
com a inteligência da compreensão,
com todos, até com os das cerimónias.
"O EMPRESÁRIO de JOGADORES no LUCRATIVO MUNDO do FUTEBOL"
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
Autor: Elias Lopes Elias Machoqueira
Professor, Licenciado em Educação Física pelo Instituto Piaget - Almada, Portugal. Especialização em Treinador de Futebol pela IBGM - Recife, Brasil
Sumário
I- A Figura do Empresário de Jogadores
1.1 Diferentes denominações
1.2 Origem e expansão
II - A evolução da Legislação Desportiva e o Desenvolvimento do Mercado de Transferências
2.1 A legislação desportiva no Brasil
2.1.1 O passe e a lei Pelé
2.1.2 O contrato de trabalho e a cláusula penal
2.1.3 O direito federativo (ou desportivo) e o direito econômico
2.2 Consequências da lei Pelé
2.3 O "caso Bosnam"
III - O Lucrativo Mundo do Futebol
3.1 Os lucros da FIFA
3.2 O Real Madrid, as transferências milionárias e os empresários
3.3Os magnatas no futebol
3.3.1 O conceito de Fair Play Financeiro
3.4 As receitas da Liga dos campeões da Europa
3.5 O poder da televisão
3.5.1 A venda colectiva de direitos de transmissão televisiva
3.5.2 Televisões dos clubes: um investimento a longo prazo
3.6 Evolução das receitas do mercado brasileiro de futebol
3.6.1 Os benefícios e os riscos da Copa 2014 no Brasil
3.6.2 Projeção da evolução das receitas no mercado brasileiro
3.7 Os adeptos como investimento futuro
3.8 Branqueamento de dinheiro e outros interesses
3.9 Csas de apostas desportivas e patrocínios nas camisolas
3.10 Arbitragem: atividade complexa e pouco lucrativa
IV - Empresários, Atletas, Clubes Profissionais e Mìdia
4.1 O empresário de jogadores na visão do atleta
4.2 O empresário de jogadores na visão dos clubes profissionais
4.3 Promiscuidade entre empresários e jornalistas
4.4 Os clubes e suas parcerias
4.5 Exploração do jovem atleta pelo empresário de jogadores
4.5.1 O aliciamento de adolescentes para jogar na Europa
4.6 Exploração do jovem atleta pelo clube de futebol
V - A FIFA, a CBF e o Governo Brasileiro na Busca de Soluções
5.1 Postura da FIFA em relação ao empresário de jogadores
5.2 A CBF e o Governo Brasileiro
VI - Empresário de Jogadores Reconhecido pela FIFA
6.1 O exame da FIFA
6.2 Empresário de jogadores: como ter sucesso na profissão
6.3 Dando credibilidade à profissão
VII - Conclusões
Contato: renatacoelho@bol.com.br
A limitação é a dor,
a ansiedade, o desejo
e o medo do ego enganador,
conflituoso, conquistador.
.
Não à volta de pessoas,
ideias, causas e conclusões
mas integrados e integrais,
sem medos nem ais,
originais.
.
Originalidade sendo sermos
nós próprios, mantermo-nos
por nós próprios, não dependermos,
mas convivermos.
.
Com justiça, com igualdade,
sem nacionalidade, com sonoridade,
sem parcialidade, com nacionalidade,
com felicidade.
.
Sem desejo de adquirir,
de chegar, de atingir,
de vir a ser...
Que é com atenção, sem divisão,
sem limitação, com significado.
a ansiedade, o desejo
e o medo do ego enganador,
conflituoso, conquistador.
.
Não à volta de pessoas,
ideias, causas e conclusões
mas integrados e integrais,
sem medos nem ais,
originais.
.
Originalidade sendo sermos
nós próprios, mantermo-nos
por nós próprios, não dependermos,
mas convivermos.
.
Com justiça, com igualdade,
sem nacionalidade, com sonoridade,
sem parcialidade, com nacionalidade,
com felicidade.
.
Sem desejo de adquirir,
de chegar, de atingir,
de vir a ser...
Que é com atenção, sem divisão,
sem limitação, com significado.
Tuesday, January 07, 2014
Sem nos identificarmos
nem nos compararmos
com nada|ninguém e
sem nos condenarmos
nem nos justificarmos
mas não sem nos examinarmos,
assim nos compreendemos.
.
Parecendo bom, sabendo bem pode fazer
mal e parecendo mau, sabendo mal pode fazer
bem: real perceber
só tudo/todos em profundidade
investigando, não andando só pela sensação.
.
Sempre atentos é o que se quer,
capacidade sendo atenção
e incapacidade distração.
.
Em profundidade e superficialmente
passivamente atentos problemas se revelam
e são resolvidos fundamentalmente
e não só superficialmente.
nem nos compararmos
com nada|ninguém e
sem nos condenarmos
nem nos justificarmos
mas não sem nos examinarmos,
assim nos compreendemos.
.
Parecendo bom, sabendo bem pode fazer
mal e parecendo mau, sabendo mal pode fazer
bem: real perceber
só tudo/todos em profundidade
investigando, não andando só pela sensação.
.
Sempre atentos é o que se quer,
capacidade sendo atenção
e incapacidade distração.
.
Em profundidade e superficialmente
passivamente atentos problemas se revelam
e são resolvidos fundamentalmente
e não só superficialmente.
Monday, January 06, 2014
Atentos ao conflito e à contradição,
sem luta, sem comparação
e sem condenação.
.
Simplicidade mesmo sendo
sem tentarmos ser ou adquirir.
.
Grandes feitos e imortalidade
por via deles não sendo
a verdadeira imortalidade
que é presente e não passado.
.
Sem ferir nem matar nem comer
seres sencientes, nós incluídos, a não ser
em legítima defesa
sendo não morrer/sofrer.
.
Sem luta, com verdade
que é realidade;
sem ilusão que é invenção da mente.
.
Não interessando que todos os
outros tenham morrido: imortalidade
é possível e é sem eu nem passado.
.
Morrer para o eu e para o passado
sendo a verdadeira imortalidade
e felicidade
mesmo que morramos fisicamente
que alma é indestrutível.
sem luta, sem comparação
e sem condenação.
.
Simplicidade mesmo sendo
sem tentarmos ser ou adquirir.
.
Grandes feitos e imortalidade
por via deles não sendo
a verdadeira imortalidade
que é presente e não passado.
.
Sem ferir nem matar nem comer
seres sencientes, nós incluídos, a não ser
em legítima defesa
sendo não morrer/sofrer.
.
Sem luta, com verdade
que é realidade;
sem ilusão que é invenção da mente.
.
Não interessando que todos os
outros tenham morrido: imortalidade
é possível e é sem eu nem passado.
.
Morrer para o eu e para o passado
sendo a verdadeira imortalidade
e felicidade
mesmo que morramos fisicamente
que alma é indestrutível.
Sem grupo
ou com todo o grupo;
com clareza,
sem controlo.
.
Sem consciência
do eu, com absoluta consciência
do todo.
.
Sem medo, sem dor,
sem procura, com cura,
sem autoridade, com felicidade.
.
Com o bom e com o muito bom,
sem desejos contraditórios,
altamente atentos e sensíveis,
sem imagens de permeio,
sendo nós próprios.
ou com todo o grupo;
com clareza,
sem controlo.
.
Sem consciência
do eu, com absoluta consciência
do todo.
.
Sem medo, sem dor,
sem procura, com cura,
sem autoridade, com felicidade.
.
Com o bom e com o muito bom,
sem desejos contraditórios,
altamente atentos e sensíveis,
sem imagens de permeio,
sendo nós próprios.
Sunday, January 05, 2014
Sem tempo, intemporalmente,
eficazmente, felizmente
é tudo/todos de uma vez,
não uma coisa de cada vez.
.
E, também, sem
luta por resultado,
embora só parado
quando convém.
.
E, ainda, sem interferência
de imagens mas com relacionamento
autêntico, sem conhecimento
acumulado, com deferência.
.
E mais ainda sem o desgaste
do tempo, completamente
tranquilos, não seguidisticamente
mas livremente.
.
Todos conhecendo
tudo, fazendo
tudo, compreendendo
tudo e nada escolhendo.
.
Integralmente,
com beleza,
apaixonadamente,
com vera realeza!
eficazmente, felizmente
é tudo/todos de uma vez,
não uma coisa de cada vez.
.
E, também, sem
luta por resultado,
embora só parado
quando convém.
.
E, ainda, sem interferência
de imagens mas com relacionamento
autêntico, sem conhecimento
acumulado, com deferência.
.
E mais ainda sem o desgaste
do tempo, completamente
tranquilos, não seguidisticamente
mas livremente.
.
Todos conhecendo
tudo, fazendo
tudo, compreendendo
tudo e nada escolhendo.
.
Integralmente,
com beleza,
apaixonadamente,
com vera realeza!
Saturday, January 04, 2014
Aceitar como possível
algo que pode ser impossível
é o erro da crença,
do desprezo pela auto-experiência.
.
Segurança da crença sendo
como o prazer da dor
que é enganador,
não compensador.
.
Intemporalidade
sendo presente
sempre presente,
imortalidade.
.
Condicionamento
sendo parcialidade
e alma|corpo em unidade
o grande descondicionamento.
.
Alma sendo
paixão
e corpo sendo
todo o sentido e razão.
.
Novo paradigma
mesmo sendo
atenção,
pensamento e concentração.
algo que pode ser impossível
é o erro da crença,
do desprezo pela auto-experiência.
.
Segurança da crença sendo
como o prazer da dor
que é enganador,
não compensador.
.
Intemporalidade
sendo presente
sempre presente,
imortalidade.
.
Condicionamento
sendo parcialidade
e alma|corpo em unidade
o grande descondicionamento.
.
Alma sendo
paixão
e corpo sendo
todo o sentido e razão.
.
Novo paradigma
mesmo sendo
atenção,
pensamento e concentração.
Friday, January 03, 2014
Ouvindo tudo chegamos
ao silêncio que não
é perturbável, amamos,
de líder não precisamos.
.
Vida é completa em
si mesma, ser feliz é
viver simplesmente, sem
mais nada do que o que é.
.
Vida sendo novidade
em cada momento
sempre com variedade
rica, não agastamento.
.
Intemporalidade, reencarnação,
alma gémea podendo ser reais
se as desprezais
não tendes sua fruição.
ao silêncio que não
é perturbável, amamos,
de líder não precisamos.
.
Vida é completa em
si mesma, ser feliz é
viver simplesmente, sem
mais nada do que o que é.
.
Vida sendo novidade
em cada momento
sempre com variedade
rica, não agastamento.
.
Intemporalidade, reencarnação,
alma gémea podendo ser reais
se as desprezais
não tendes sua fruição.
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